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domingo, 31 de maio de 2015

Tudo é sempre outra coisa

A leitura deste livro pode começar por qualquer página. Mas, se se começar pelo princípio, descobre-se que há aqui alguém que gosta de ver o que há do outro lado.   E que lado é esse? Talvez o outro lado do que se vê, o outro lado do que se ouve, o outro lado do que se sente. Até o outro lado de cada palavra, que as palavras às vezes têm vários lados, como as coisas. E há prosa que parece poesia, poesia que parece prosa...   Porque nem tudo é só o que parece ser. Como dizia certo poeta, tudo é sempre outra coisa...

http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=4186306




As palavras do poeta fervilham-nos na cabeça. Espreitamos o outro lado do muro. Curiosos, queremos ver, ouvir, sentir... as outras coisas que todas as coisas são. Começámos pelo princípio. 
 
É como diz  o próprio João Pedro MéssederOs pintores roubam a beleza do mundo - embora eles digam que não, que lhes vem tudo da cabeça. Mas a verdade também é que o mundo não chega a perder essa beleza. Parece é que os pintores a multiplicam nos seus quadros. Talvez por isso, são os únicos ladrões que ninguém se importa que andem por aí, em liberdade.



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Dentes de Rato


Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o 7º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada - Grau de Dificuldade II.

«Lourença tinha três irmãos. Todos aprendiam a fazer habilidades como cãezinhos, e tocavam guitarra ou dançavam em pontas dos pés. Ela não. Era até um bocado infeliz para aprender, e admirava-se de que lhe quisessem ensinar tantas coisas aborrecidas e que ela tinha de esquecer o mais depressa possível. O que mais gostava de fazer era comer maçãs e deitar-se para dormir. Mas não dormia. Fechava os olhos e acontecia-lhe então uma aventura bonita, e conhecia gente maravilhosa.»

Para aqueles que ainda não estão familiarizados com a escrita de Modiano – mas também para os habitués -, “A história de Catherine” (Editorial Presença, 2014) será um excelente ponto de partida, indo ao encontro do que foi dito aquando da entrega do prémio: Modiano exerce, com mestria, a arte da memória.

A partir de um olhar para o prédio defronte, onde se situa a escola de bailado da qual é diretora e também professora, Catherine observa uma aluna – sua filha – que, tal como ela em criança, pousava os óculos em cima de uma cadeira antes de começar a aula de bailado. Não era propriamente algo que estivesse escrito nas paredes ou afixado em qualquer painel, mas a regra era bem conhecida por todos: não se deve dançar de óculos.
Recuamos então algumas décadas, deixando Nova Iorque para viajar até Paris e aos tempos de infância de Catherine, passados com o pai – a mãe ficou na América – no Xº bairro de Paris «numa espécie de armazém com um taipal de ferro.» O armazém era o centro de operações do trabalho muito suspeito de seu pai que, quando questionado por Catherine sobre a sua profissão, dizia que o seu trabalho consistia em tratar de pacotes, movendo-os de um lado para outro.
O sócio do pai, o senhor Casterade, era conhecido em segredo como “o chato”, um apologista de dar lições de moral, recitar poesia maçuda – normalmente a sua – e anunciar, com orgulho enquanto folheava o jornal, todas as catástrofes e crimes que os seus olhos descobriam.
Quando a vida se tornava mais monótona ou cansativa, Catherine tirava os óculos e viajava para longe, descobrindo que o mundo podia ser vivido – e encarado – de diferentes formas, criando uma cumplicidade com o pai que lhe propõe  – e ensina a – olhar a vida com humor e otimismo.
Com magníficas ilustrações de Sempé, que tornam esta edição de capa dura num colorido e melancólico álbum de infância – a de Catherine e a do próprio leitor -, Modiano recorda os tempos pelos quais passámos como que dançando num sonho, iluminando uma verdade importante e que, de certa forma, nos confere algum conforto e significado: «Afinal, somos sempre os mesmos, e aquilo que fomos no passado permanece connosco até ao fim.»
via: Deusmelivro

Uma avó tão irrequieta...vizinha choramingona...taxista apaixonado...uns pais que arrulham como pombinhos

 
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o 6º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma.

Uma avó tão irrequieta que partiu uma perna a fazer esqui! Uma amiga com o estranho nome de Galochas. Uma irmã chanfrada. Uma vizinha choramingona e um taxista apaixonado por ela. Uma porteira que atrai as pulgas e um fantasma que resolve visitar a sua viúva. Um primo que é tanso e uma namorada ucraniana que fala uma língua que nem ele entende. Uma cabeça de esfregão ralado e uma tia também. Uns pais que arrulham como pombinhos e uma casa mesmo a deitar por fora onde a família não cabe mas não para de entrar — Ufa! Não é nada fácil ser-se adolescente, chamar-se Maria Ana (não, não é Mariana, quantas vezes será preciso dizer?!) e sobretudo ter de observar os estranhos efeitos que o amor tem nas pessoas…

Este Chapéu Não É Meu - Jon Klassen

 

O peixe roubou um chapéu. E talvez consiga ficar com ele. Ou talvez não...

Quando um pequeno peixe rouba um chapéu a um peixe enorme, é possível que se esteja a meter num grande sarilho. A sequela de QUERO O MEU CHAPÉU (Orfeu Negro,2014) combina mais uma vez humor visual e animais ingénuos para provocar risos maliciosos.

A Arte provoca emoções nas pessoas

  O Museu
  por Susan Verde (Autor)

«Quando vejo uma obra de arte, algo acontece no meu coração.»
Uma menina dança e rodopia pelas salas de um museu. Ela sente que está a viver uma aventura fantástica. Cada obra de arte provoca algo de novo dentro de si: divertimento, curiosidade, alegria, inspiração. Quando se encontra diante de um quadro em branco, ela é levada a criar e a expressar-se - que é o maior sentimento de todos. Com notáveis ilustrações de Peter H. Reynolds, O Museu capta, de uma forma brilhante, as muitas emoções que nos são transmitidas pelo poder da arte.
«Este livro lembra-nos que a arte provoca emoções nas pessoas, desafia a sua mente, fá-las refletir.» Peter H. Reynolds



"Entrar num museu e descobrir que reações nos despertam as obras de arte que lá se encontram pode ser uma aventura. E é essa aventura, vivida pela protagonista deste livro, a história deste muito breve, mas muito belo livro. Dirigido aos mais novos, mas igualmente cativante a outros olhos, consegue, de forma simples, mas muito bem conseguida, realçar a forma como uma obra de arte pode influenciar as emoções de quem a observa.
Ora, sendo este um livro sobre arte e as emoções que esta desperta, é inevitável que o aspecto visual seja de especial importância. E, tendo isto em conta, importa, desde logo, realçar a forma como as ilustrações de Peter H. Reynolds se adaptam e complementam o texto, tornando mais completa uma história em que as imagens são tão ou mais importantes que as palavras. Além disso, há uma particularidade interessante, na forma como o ilustrador cria a sua própria versão de algumas obras de arte sobejamente conhecidas, acrescentando quadros concretos à viagem da protagonista através da arte.
Quanto ao texto, bastante breve, é tão simples e acessível quanto seria de esperar, sem cair no erro de se tornar demasiado simplista. Leve e divertido quanto baste, nunca se torna óbvio demais, sendo também esta uma das características que fazem com que este livro não seja apenas cativante para os mais novos.
Trata-se, portanto, de um livro bonito, com uma muito boa conjugação entre texto e imagem e com uma bela visão do que a arte desperta em quem a vê. E, por tudo isto, uma boa sugestão de leitura para crianças... e não só."
 
via: As Leituras do Corvo

Vamos Lá Fora?


Sentimentos de A a Z

HOJE SINTO-ME... Madalena Moniz
 Sentimentos de A a Z.

Um livro poético e destemido, com ilustrações pintadas a aguarela e a tinta-da-china, que reinventa as ligações entre palavra e imagem. Ao longo deste abecedário, acompanhamos a nossa personagem e o que ela vai sentindo letra a letra: Audaz, Baralhado, Curioso.

Hoje sinto-me… Espacial, Jupiteriano, Único. E tu, como te sentes?

MENÇÃO ESPECIAL NA CATEGORIA OPERA PRIMA 2015
FEIRA DO LIVRO DE BOLONHA

Afinal porque desistiram os lápis?


Book trailer O DIA EM QUE OS LÁPIS DESISTIRAM, Drew Daywalt e Oliver Jeffers from Orfeu Negro on Vimeo.

Hoje sinto-me...


Book trailer HOJE SINTO-ME..., de Madalena Moniz from Orfeu Negro on Vimeo.

Vamos Lá Fora?

Lá fora – Guia para descobrir a natureza
Maria Ana Peixe Dias · Inês Teixeira do Rosário · Bernardo P. Carvalho

De quem será esta pegada?
O que faz aqui esta minhoca?
Será um sapo ou uma rã?
Como se chama esta árvore?

Mesmo que moremos numa grande cidade, existe sempre natureza lá fora: nuvens e estrelas, árvores e flores, rochas e praias, aves, répteis ou mamíferos.
O que esperamos então?
Saltemos do sofá e iniciemos a exploração!

Criado com a colaboração de uma equipa de especialistas portugueses, este livro pretende despertar a curiosidade sobre a fauna, a flora e outros aspetos do mundo natural que podem ser observados em Portugal. Inclui também propostas de atividades e muitas ilustrações, para ajudar toda a família a ganhar balanço, sair de casa e descobrir – ou simplesmente contemplar – todo o mundo incrível que existe “Lá fora”.

Um dos melhores livros que me passou pelas mãos nos últimos tempos.
Ana Kotowicz, Jornal i, suplemento Liv, 1/06/2014

Como se chama quando se pega num livro destinado às crianças e se descobre, em cada página, uma coisa que não se sabia? Chama-se um milagre: um livro científico que estimula quem o lê e vê, tornando um prazer numa aprendizagem.
Miguel Esteves Cardoso, jornal Público, 03/01/2015

Depois da leitura de "Lá Fora", que na verdade é um passeio artístico, fica a impressão de que cometemos um erro enorme quando demos as enciclopédias como enterradas pelo Google e pela Wikipedia. O que a internet matou, talvez, seja um pedaço importante da nossa curiosidade. Por sorte, as crianças seguem firmes como questionadoras e exploradoras, e elas têm a chance de ter contar com um livro tão especial como esse nas prateleiras.
Roberto Almeida, site “Garatujas Fantásticas”

É um livro informativo delicioso, e que falta fazem bons livros científicos! Para crianças, para adultos, para todos e cada um.
Andreia Brites, blog “O Bicho dos livros”
via Planeta Tangerina

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Cura Mortal já na Bblioteca! Não percas mais um livro fantástico!





Thomas atravessou o Labirinto; sobreviveu à Terra Queimada. A CRUEL roubou-lhe a vida, as memórias, e até mesmo os amigos. Mas agora as Experiências acabaram, e a CRUEL planeia devolver as memórias aos sobreviventes e completar assim a cura para o Fulgor. Só que Thomas recuperou ao longo do tempo muito mais memórias do que os membros da CRUEL julgam, o suficiente para saber que não pode confiar numa única palavra do que dizem. Conseguirá ele sobreviver à cura?


A série Maze Runner, que já se tornou um clássico para os fãs de obras como Os Jogos da Fome, tem neste volume um desfecho surpreendente e explosivo.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

A Desumanização

 
A Islândia, cenário do romance "A desumanização" (ed. Porto Editora), de Valter Hugo Mãe, entra na literatura do escritor através da música e da transcendência: «O primeiro islandês de quem eu gostei foi Hilmar Örn Hilmarsson, a quem dedico o livro».
«É um músico que hoje está mais pacificado, mas que era uma espécie de punk com espiritualidade. Era um indivíduo que auscultava a transcendência, e isso era-me muito motivador», explica em entrevista ao programa "Ensaio geral", da Renascença.
A par da energia do «rock experimental» de Hilmarsson, estava sempre presente «uma dimensão de alguma redenção, de alguma expetativa espiritual da existência».
«Parecia-me que se Deus, eventualmente, se quisesse pronunciar, a Islândia era o espaço reservado para isso. Se Deus pudesse ser um lugar na Terra, talvez fosse a Islândia. Inconscientemente fui guardando esta imagem», assinala.
O silêncio da ilha nórdica coabita com o incessante murmúrio que se ouve, vê e sente sob a terra, «uma espécie de sossego aflito»: «A iminência da erupção dos vulcões, o nevoeiro denso que parece palpável e que nos torna cegos, os temporais... tudo isto interrompe a ideia de solidão».
O escritor de 42 anos nascido em Angola vê a Islândia como «sinónimo de solidão, que acaba por ser problematizada pela espiritualização. Ou seja, é uma solidão aparente».
O romance fala de uma «interrogação existencial» através da história de uma menina que «conta o que fica depois da perda de uma irmã gémea», nota o presidente do Centro Nacional de Cultura, Guilherme d'Oliveira Martins, numa narrativa em que «a tristeza se debate com a força da vida».
«A morte parece ser o negativo da vida, mas não é a absoluta não existência. A morte é, de facto, uma companhia. As pistas para o "ter estado" da pessoa que já não está acabam por se reformular e, de alguma forma, continuam a ser uma presença», sublinha Valter Hugo Mãe.
E porquê "A desumanização"?: «Nasce de alguma frustração minha ao perceber que os nossos traços humanos têm de ser disciplinados, em prol da resistência, da sobrevivência, como se precisássemos de ser menos gente para conseguirmos continuar a ser gente».
Por outras palavras: «Passarmos a ter saudades de nós mesmos, julgando que um dia fomos melhores pessoas e que a vida nos obrigou a destruir um pouco a humanidade que tínhamos».
As ilustrações evocam as auroras boreais da Islândia e conferem uma «dimensão da pureza» à narrativa.
Valter Hugo Mãe vê nos «monstros bonitos» desenhados por Cristina Valadas a «elevação das coisas feias a uma certa beleza», arriscando a possibilidade de «assacar coisas bonitas à fealdade e à dor».
Esta e outras propostas foram sugeridas no programa “Ensaio geral”, da jornalista Maria João Costa, que a Renascença transmite às sextas-feiras às 23h30, e que pode ser ouvido na íntegra na internet.

FONTE: Maria João Costa
Com SNPC/rjm
In Renascença
12.02.14
 

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Um romance inesquecível

Um romance inesquecível que faz parte dos currículos escolares nos Estados Unidos, escrito por um autor jovem que se está a  tornar num ícone da escrita para adolescentes e jovens adultos.

“O Coronel riu-se. Eu fiquei especado a olhar, por um lado aturdido pela força da voz emanada pela pequenita (mas, oh meu Deus, com belas curvas) rapariga e por outro lado pelas gigantescas pilhas de livros que lhe forravam as paredes. A sua biblioteca enchia-lhe as estantes e depois transbordava para montes de livros por toda a parte que nos davam pela cintura, empilhados ao acaso contra as paredes. Bastava que um se mexesse para que o efeito dominó nos engolisse aos três numa asfixiante massa de literatura.” (pág. 22)
“Foi a primeira vez que a vi, e agora íamos a caminho da última. Mais do que tudo, eu sentia a injustiça da coisa, a incontestável injustiça de amar alguém que também me podia ter amado, mas que não pôde devido à morte, e depois inclinei-me para a frente, com a testa encostada à parte de trás do encosto de cabeça de Tukami, e chorei, soluçando, sentindo mais dor do que tristeza. Doía e não era um eufemismo. Doía como se me tivessem dado uma surra.” (pág. 170)
Sinopse
“À Procura de Alaska conta a história de Miles Halter, um miúdo fascinado com “famosas últimas palavras” e cansado de viver no aconchego caseiro. Quando Miles vai parar a um colégio interno procurar aquilo a que o poeta François Rabelais chamava de o “Grande Talvez”, vai encontrar um outro universo do qual faz parte uma jovem chamada Alaska Young. Lindíssima, esperta, divertida, sensual, transtornada… e completamente fascinante, Alaska atrai Miles para o seu labirinto e catapulta-o para esse “Grande Talvez” tão desejado. Miles Halter não podia estar mais apaixonado por ela. Mas quando a tragédia lhe bate à porta, ele descobre o valor e a dor de viver e amar de modo incondicional. Nunca mais nada será como era.”
Asa, 2012

domingo, 2 de março de 2014

Madrugada suja - Obrigatório ler


“Todos estavam endividados, mas felizes: o Estado, as autarquias, os cidadãos. Todos viviam em casa própria, mas que, de facto, pertencia ao banco que lhes emprestara dinheiro a 30 anos e também emprestara para as férias do Brasil, Cuba, República Dominicana, mais o carro e os brinquedos eletrónicos dos filhos.” (Pág.203)


Sinopse
No princípio, há uma madrugada suja: uma noite de álcool de estudantes que acaba num pesadelo que vai perseguir os seus protagonistas durante anos. Depois, há uma aldeia do interior alentejano que se vai despovoando aos poucos, até restar apenas um avô e um neto. Filipe, o neto, parte para o mundo sem esquecer a sua aldeia e tudo o que lá aprendeu. As circunstâncias do seu trabalho levam-no a tropeçar num caso de corrupção política, que vai da base até ao topo. Ele enreda-se na trama, ao mesmo tempo que esta se confunde com o seu passado esquecido. Intercaladamente, e através de várias vozes narrativas, seguimos o destino dessa aldeia e em simultâneo o dos protagonistas daquela madrugada suja e daquela intriga política. Até que o final do dia e o raio verde venham pôr em ordem o caos aparente.

sábado, 25 de janeiro de 2014

sábado, 18 de janeiro de 2014

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Para a Minha Irmã, Jodi Picoult - Os livros que deram um filme





Os Fitzgerald são uma família como tantas outras e têm dois filhos, Jesse e Kate. Quando Kate chega aos dois anos de idade é-lhe diagnosticada uma forma grave de leucemia. Os pais resolvem então ter outro bebé, Anna, geneticamente selecionada para ser uma dadora perfeitamente compatível para a irmã. Desde o nascimento até à adolescência, Anna tem de sofrer inúmeros tratamentos médicos, invasivos e perigosos, para fornecer sangue, medula óssea e outros tecidos para salvar a vida da irmã mais velha. Toda a família sofre com a doença de Kate. Agora, ela precisa de um rim e Anna resolve instaurar um processo legal para requerer a emancipação médica - ela quer ter direito a tomar decisões sobre o seu próprio corpo.
Sara, a mãe, é advogada e resolve representar a filha mais velha neste julgamento. Em Para a Minha Irmã muitas questões complexas são levantadas: Anna tem obrigação de arriscar a própria vida para salvar a irmã? Os pais têm o direito de tomar decisões quanto ao papel de dadora de Anna? Conseguimos distinguir a ténue fronteira entre o que é legal e o que é ético nesta situação? A narrativa muda de personagem para personagem de modo que o leitor pode escutar as vozes dos diferentes membros da família, assim como do advogado e da tutora ad litem, destacada pelo tribunal para representar Anna.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Um filme magnífico



menino de cabul
"Com um enredo em que as peripécias e coincidências nos fazem lembrar romances do Século XIX, Hosseini apresenta-nos um livro sobre as fraquezas humanas, os horrores de uma guerra que nos chega sempre filtrada pela imagem televisiva e o sofrimento de um Médio Oriente mergulhado em quezílias tribais/religiosas. Um romance empolgante e um autor que promete.""
Luís Robalo de Campos, Fevereiro de 2006
"Este poderoso primeiro romance conta uma história de crueldade e de amor - feroz, mas redentor. Ambos tranformam a vida de Amir, o jovem narrador de Khaled Hosseini, que desperta para o mundo adulto durante os últimos dias de paz da monarquia, logo antes da revolução e da invasão do seu país pelas forças russas. Mas os acontecimentos narrados em O Menino de Cabul, são apenas parte desta história. Em O Menino de Cabul, Khaled Hosseini oferece-nos uma narrativa intensa e envolvente que nos mostra há quanto tempo o seu povo luta para triunfar sobre as forças da violência - forças essas que continuam a ameaçá-lo todos os dias."
 
(clica na capa para veres o trailer)

Sveva Casati Modignani, não conheces? Procura na estante!


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