"A imaginação é mais importante que a ciência, porque a ciência é limitada, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro."
Albert Einstein
Albert Einstein
QUANDO SE ENTRA NUMA BIBLIOTECA NUNCA SE SAI IGUAL LÁ DENTRO ESTÁ O MUNDO TODO!
Kafka é uma das figuras que dominam ainda hoje os caminhos da literatura contemporânea. Os seus tempos, a solidão, o confronto com forças cujo controlo escapa aos personagens, situações labirínticas geradoras de obsessão ou culpa, são emblemáticos e particularmente significativos neste fim de século. «A Metamorfose», um dos seus livros mais poderosamente capazes de exprimir a angústia e o estranhamento, tem suscitado múltiplas leituras sem jamais esgotar a sua legibilidade.
Uma saga que irresistivelmente arrasta o leitor ao longo de cinco mundos, vividos e pensados através da obsessiva buscada felicidade que move os seus protagonistas. Concebida polifonicamente como a descrição dos vários modos de viver a amargura que medeia entre o abandono da terra e o retorno ao domínio do que é familiar, esta peregrinação possível em tempos de escassez de aventura é a definitiva lição de que o regresso se não limita a perfazer o círculo e constitui uma visão fascinante do Portugal que todos, de uma maneira ou de outra,conhecemos.
A Obra ao Negro é a história de uma dissolução: a da ordem de valores que a Idade Média chegou a admitir como incontestáveis, mas que, mercê de quase imperceptíveis alterações, acabaram por perder o seu sentido, abrindo-se à metamorfose.
A quem e em que circunstâncias conta Pereira o mês crucial da sua vida, um fatídico Agosto de 1938? O livro não o diz, caberá ao leitor escolher entre várias repostas possíveis. Mas Pereira é uma testemunha exacta e, com obstinação e minúcia conta, como se fizesse um depoimento, um período trágico da sua existência e da história da Europa. Tendo por pano de fundo o Salazarismo Português, o Fascismo Italiano e a Guerra Civil Espanhola, Afirma Pereira é a história atormentada da tomada de consciência de um velho jornalista solitário e infeliz.
Morte em Veneza é considerada uma das obras primas de Mann, e alguns consideram o melhor livro escrito em alemão. É fácil dizer o motivo: o livro é impressionante. Mann descreve as emoções e sentimentos dos personagens de uma forma única. A história do livro, apesar de aparentemente simples, revela-se sublime. Há no livro uma infinidade de detalhes, entretanto, nenhum deles pode ser retirado da narrativa. Tudo na obra é essencial.
A teoria da desarrumação natural da espécie, em casas onde as crianças ultrapassam, em número, os adultos, explicada à melhor maneira dos MacPhersons.
Último romance de Cesare Pavese, publicado pouco antes do seu suicídio, A Lua e as Fogueiras (1950) é considerado quase unanimemente como o mais belo trabalho do autor italiano. É um livro dual e quase antitético: de uma complexidade simples, de uma profundeza laminar, é passado e presente, é tristeza e esperança, é identidade anónima.
Valentim chega ao Observatório, em Espanha, enquanto Diana viaja ao seu encontro. Será desta que triunfa o amor? Pode ser, mas não se esqueçam do Grande Caçador…
Quem é o Geronimo Stilton?
Sobre a obra: Toda a gente mente. Os polícias mentem. Os advogados mentem. As testemunhas mentem. As vítimas mentem. Um julgamento é um concurso de mentiras.
Após um interregno de dois anos, Michael Haller regressa à barra dos tribunais. O seu colega Jerry Vincent foi assassinado e Haller herda o seu maior caso de sempre: a defesa de um famoso produtor de Hollywood, acusado de ter matado a mulher e o amante desta.
Enquanto se prepara para o julgamento que o poderá levar à ribalta, Haller descobre que o assassino de Vincent está agora no seu encalço.
É então que surge Harry Bosch, um detetive da polícia disposto a tudo para resolver o caso de Vincent, e que não hesita em usar Haller como isco. À medida que o perigo aumenta, estes dois lobos solitários rapidamente percebem que a única saída é trabalharem em equipa.
O Veredicto foi considerado pela crítica internacional um dos romances mais marcantes de Michael Connelly, um dos maiores mestres de thrillers jurídicos da atualidade. (fonte: O clube dos Livros

Jerry Scott dedica-se à escrita das tiras Zits e Baby Blues desde quer recebeu o prémio para melhor cartoonista em 2001 atribuído pela National Cartoonists Society. Vive actualmente na Califórnia.
