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Direitos Humanos
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Outras histórias
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Biblioteca Escolar - Centro de Estudos de Fátima
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segunda-feira, julho 02, 2012
Ler faz bem
divulgação
sábado, 30 de junho de 2012
Viajar pelo género policial
História de um assassinodesiludido com o amor
Luís Sepúlveda é, antes de mais, um exímio contador de histórias. Do conto infantil ("História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar") ao relato de viagem ("Patagónia Express"), passando pelo estilo policial ("Nome de Toureiro") ou pelo romance de contornos clássicos ("O Velho que Lia Romances de Amor"), Sepúlveda é capaz de transformar um leitor desprevenido num refém da sua escrita agradável e fluente, a um tempo simples e inteligente. Em "Diário de um Killer Sentimental", o autor volta a viajar pelo género policial. Um assassino profissional que nunca falha conta a sua própria história.
"Diário de um Killer Sentimental" é o título do livro através do qual Luís Sepúlveda nos dá a conhecer uma versão diferente de um diário, se é que lhe podemos chamar de facto um diário, uma história tão bem contada como só Sepúlveda (e mais um poucos, que, se os contarmos, bem, não ocupam muito mais que duas mãos cheias) sabem contar.
Luís Sepúlveda é um autor chileno, nascido em 1949, que se tornou muito conhecido com o romance "O Velho Que Lia Romances de Amor".
Sepúlveda é descrito como um autor multifacetado, pois os seus livros vão de contos infantis a romances.
"Diário de um Killer Sentimental" é uma novela que, como outras do autor, foi publicada em jornais como "El Mundo" e "El País".
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sábado, junho 30, 2012
Ler faz bem
divulgação
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Três Tristes Tigres, de Guillermo Cabrera Infante
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sexta-feira, junho 29, 2012
Ler faz bem
divulgação
Do livro As Horas
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sexta-feira, junho 29, 2012
Ler faz bem
os livros que deram filmes
Francisca (1981) um filme baseado em Fanny Owen
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sexta-feira, junho 29, 2012
Ler faz bem
os livros que deram filmes
Vida e Obra de Agustina Bessa Luís
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sexta-feira, junho 29, 2012
Ler faz bem
biografia
Uma história verídica
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Aquando da saída da sua autobiografia, Agustina Bessa-Luís respondeu, invariavelmente, que, se não fosse romancista, gostaria de fazer ou negócios ou milagres. Entre os dois dons, a romancista optava, com parcimónia, pelo segundo. “Fanny Owen” está longe de ser um milagre. Da escrita, obviamente. Mas, desde que começou a construir o seu mundo romanesco, vários milagres surgiram...
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Fanny Owen é uma história verídica passada em 1850 entre José Augusto Pinto de Magalhães ( proprietário da quinta do Loureiro, poeta rapaz triste e desinteressado da vida), Fanny Owen (filha do coronel Owen, auxiliar e conselheiro militar de D. Pedro aquando das lutas liberais) e o próprio Camilo Castelo Branco, com apenas vinte e três anos e , portanto, ainda longe do romancista famoso que viria a ser mais tarde.
Plano Nacional de LeituraLivro recomendado para os 10º, 11º e 12º anos de escolaridade, destinado a leitura autónoma.
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sexta-feira, junho 29, 2012
Ler faz bem
divulgação
Ler é...
Ler é…
…aprender a conhecer coisas novas. (André João)
… conhecer os sentimentos dos outros. (Guilherme)
… sentir o mundo nas mãos. (João pedro)
… viajar parado. (Bruno Cesário)
… divertir-me com as palavras. (Mariana)
… relaxar nas letras. (Justino).
… viver aventuras. (Sávio)
… morar no mundo da imaginação. (Diogo)
… essencial na minha vida. (Beatriz)
… conhecer o que desconheço. (Tiago Aquino)
… ter personagens como amigos. (Margarida Silva)
… entrar dentro de uma história. (Maria Cunha)
… velejar nas palavras. (Tiago Vicente)
… brincar às escondidas com as palavras. ((Rodrigo)
… mergulhar num mar de sonho e de magia. (Jolivan)
… voar nas asas da imaginação. (Bruno Rodrigues)
… saltar de palavra em palavra. ( Diogo F)
… sentir nas mãos outras vidas. (Alexandre)
… saborear uma sopa de letras. (Leandra)
… viver. (André José)
… simplesmente sonhar. (Margarida F)
… aprender com a vida dos outros. (Lucas)
… sentir emoções. (Ricardo)
… sentir que alguém nos segreda ao ouvido. (Ana)
… desfrutar de momentos muito bons. (Maud)
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sexta-feira, junho 29, 2012
Ler faz bem
mania de ler
quinta-feira, 28 de junho de 2012
If You Love to Read (NYSRA 2012)
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Ler faz bem
mania de ler
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Melhor curta metragem festival de berlim
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quarta-feira, junho 27, 2012
Ler faz bem
direitos humanos
Luto pela Felicidade dos Portugueses, de Rui Zink
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quarta-feira, junho 27, 2012
Ler faz bem
divulgação
A Mãe Que Chovia, de José Luís Peixoto
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quarta-feira, junho 27, 2012
Ler faz bem
divulgação
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Little Things acontecem no nosso planeta
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quinta-feira, junho 21, 2012
Ler faz bem
arte
Imaginação
"A imaginação é mais importante que a ciência, porque a ciência é limitada, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro."
Albert Einstein
Albert Einstein
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quinta-feira, junho 21, 2012
Ler faz bem
prazer de ler,
promoção de leitura
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Felicidade é...
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quarta-feira, junho 20, 2012
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prazer de ler,
promoção
terça-feira, 19 de junho de 2012
Era uma vez um conto
"Era uma vez um conto que contava o mundo inteiro. Na verdade não era só um, mas muitos os contos que enchiam o mundo com as suas histórias de meninas desobedientes e lobos sedutores, de sapatinhos de cristal e príncipes apaixonados, de gatos astutos e soldadinhos de chumbo, de gigantes bonacheirões e fábricas de chocolate. Encheram o mundo de palavras, de inteligência, de imagens, de personagens extraordinárias. Permitiram risos, encantos e convívios. Carregaram-no de significado. E desde então os contos continuam a multiplicar-se para nos dizerem mil e uma vezes: “Era uma vez um conto que contava o mundo inteiro…” poeta mexicano Francisco Hinojosa, no Dia Mundial do Livro.
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terça-feira, junho 19, 2012
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prazer de ler,
promoção de leitura
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Para todos
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segunda-feira, junho 18, 2012
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segunda-feira, 11 de junho de 2012
Desejos
Para os que já preparam os exames, muito empenho e coragem pois só assim o sucesso é garantido! Bons resultados e Boa sorte!
sábado, 9 de junho de 2012
Uma escrita sui generis
Kafka é uma das figuras que dominam ainda hoje os caminhos da literatura contemporânea. Os seus tempos, a solidão, o confronto com forças cujo controlo escapa aos personagens, situações labirínticas geradoras de obsessão ou culpa, são emblemáticos e particularmente significativos neste fim de século. «A Metamorfose», um dos seus livros mais poderosamente capazes de exprimir a angústia e o estranhamento, tem suscitado múltiplas leituras sem jamais esgotar a sua legibilidade.
Uma manhã, ao acordar para o trabalho, Gregor vê que se transformou num inseto horrível com um "dorso duro e inúmeras patas". A princípio, as suas preocupações passam por pensamentos práticos relacionados com a sua metamorfose.
Depois, as preocupações passam para um estado mais psicológico e até mesmo sentimental. Gregor sente-se magoado pela repulsa dos pais perante a sua metamorfose. Apenas a irmã se digna a levar-lhe a alimentação, mas mesmo assim a repulsa e o medo também começam a se manifestar. A metamorfose de Gregor vai além da modificação física. É sobretudo uma alteração de comportamentos, atitudes, sentimentos e opiniões.
Gregor passa a analisar as coisas que o rodeiam com muito mais atenção. Outra metamorfose ocorre no seio familiar: o pai volta a trabalhar, a irmã (Grete) também arranja um emprego e passam a alugar quartos na própria casa onde habitam. As atitudes dos pais perante o filho retratam ao leitor a ideia que este era apenas o "sustento" da casa. A metamorfose de Kafka não conta apenas a história de um homem que se transformou num inseto. É sobretudo uma história de alerta à sociedade e aos comportamentos humanos. Nesta história, Kafka presenteia-nos com a sua escrita sui generis, retratando o desespero do homem perante o absurdo do mundo.
Interessante perceber que em nenhum momento da obra Gregor se dá conta realmente que se transformou num inseto. Apenas observa seus novos membros, órgãos e hábitos, mas com o tempo se acomoda na nova condição sem realmente entender no que se tornara.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Um livro sobre a condição humana
Uma saga que irresistivelmente arrasta o leitor ao longo de cinco mundos, vividos e pensados através da obsessiva buscada felicidade que move os seus protagonistas. Concebida polifonicamente como a descrição dos vários modos de viver a amargura que medeia entre o abandono da terra e o retorno ao domínio do que é familiar, esta peregrinação possível em tempos de escassez de aventura é a definitiva lição de que o regresso se não limita a perfazer o círculo e constitui uma visão fascinante do Portugal que todos, de uma maneira ou de outra,conhecemos. quinta-feira, 7 de junho de 2012
Só um grande escritor poderia escrever uma obra tão bela
A Obra ao Negro é a história de uma dissolução: a da ordem de valores que a Idade Média chegou a admitir como incontestáveis, mas que, mercê de quase imperceptíveis alterações, acabaram por perder o seu sentido, abrindo-se à metamorfose. Uma personagem, Zenão, concentra em si o desejo de mudança, a vontade de alcançar, num mundo conturbado por conflitos vários, a liberdade de pensar e conceber.
E só um grande escritor poderia acompanhar, de forma simultaneamente tão minuciosa e bela, os contornos dessa personalidade, ao longo do doloroso caminho que a leva a enfrentar e a assumir a própria morte. Acaso se verificará então, nesse decisivo instante, uma das máximas possibilidades da Grande Obra alquímica, o opus nigrum, a tentativa de calcinar as formas para permitir a erupção de novo.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Caberá ao leitor desvendar o mistério
A quem e em que circunstâncias conta Pereira o mês crucial da sua vida, um fatídico Agosto de 1938? O livro não o diz, caberá ao leitor escolher entre várias repostas possíveis. Mas Pereira é uma testemunha exacta e, com obstinação e minúcia conta, como se fizesse um depoimento, um período trágico da sua existência e da história da Europa. Tendo por pano de fundo o Salazarismo Português, o Fascismo Italiano e a Guerra Civil Espanhola, Afirma Pereira é a história atormentada da tomada de consciência de um velho jornalista solitário e infeliz.terça-feira, 5 de junho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Morte em Veneza
Morte em Veneza é considerada uma das obras primas de Mann, e alguns consideram o melhor livro escrito em alemão. É fácil dizer o motivo: o livro é impressionante. Mann descreve as emoções e sentimentos dos personagens de uma forma única. A história do livro, apesar de aparentemente simples, revela-se sublime. Há no livro uma infinidade de detalhes, entretanto, nenhum deles pode ser retirado da narrativa. Tudo na obra é essencial.1984
1984 oferece hoje uma descrição quase realista do vastíssimo sistema de fiscalização em que passaram a assentar as democracias capitalistas. A electrónica permite, pela primeira vez na história da humanidade, reunir nos mesmos instrumentos e nos mesmos gestos o trabalho e a fiscalização exercida sobre o trabalhador. O Big Brother já não é uma figura de estilo - converteu-se numa vulgaridade quotidiana.

Novidades! Afinal também há na biblioteca!
Os MacPhersons voltaram em mais um álbum repleto de humor. O vigésimo sexto tomo de Baby Blues já rebentou nas melhores livrarias…
A teoria da desarrumação natural da espécie, em casas onde as crianças ultrapassam, em número, os adultos, explicada à melhor maneira dos MacPhersons.
A teoria da desarrumação natural da espécie, em casas onde as crianças ultrapassam, em número, os adultos, explicada à melhor maneira dos MacPhersons.Um livro que nos deixa num transe contemplativo
Último romance de Cesare Pavese, publicado pouco antes do seu suicídio, A Lua e as Fogueiras (1950) é considerado quase unanimemente como o mais belo trabalho do autor italiano. É um livro dual e quase antitético: de uma complexidade simples, de uma profundeza laminar, é passado e presente, é tristeza e esperança, é identidade anónima.
Livro carregado de imagens de potencial lírico extremo, A Lua e as Fogueiras confunde-se, por vezes, com um longo poema narrativo em que, mesmo na tradução portuguesa de Manuel de Seabra, se ouve o cantante da língua italiana. Chega a ser hipnótico o ritmo da prosa que os capítulos curtos tentam quebrar, deixando o leitor num leve transe contemplativo de uma cruel paisagem bucólica transalpina. Todavia, qualificar este livro de lírico seria, para além de errado, perigoso: seria despir de Nuto toda a sapiência e força, de Cinto toda a esperança, e de Santa, personagem quase ausente durante a maior parte da narração, aquela indizível qualidade encantatória que só as mulheres belas e tempestuosas possuem. Logo, A Lua e as Fogueiras é um romance, de pleno direito no modo narrativo, sem deixar de ser levemente pintado pela lírica inerente à lua e ao fogo, e aos montes e à neve, e ao trabalho justo e à riqueza, e à paixão e ao belo e à morte, e, no fundo, à Itália. A Lua e as Fogueiras marca, como os restos da fogueira marcam o solo, tornando-o fecundo, e é uma obra-prima na bibliografia de Cesare Pavese e da literatura mundial







