sábado, 4 de maio de 2013

sexta-feira, 3 de maio de 2013

segunda-feira, 22 de abril de 2013

domingo, 21 de abril de 2013

Para que se goste de Portugal a sério

Contar Portugal aos mais pequenos é um desafio de peso, sobretudo porque se trata de um exercício de memória projectado para o futuro e de lançar à terra uma semente que pode levar, os que ainda há pouco chegaram, a conviver com os conceitos de «pátria», «saudade», «povo», «passado» e «destino».
José Jorge Letria, no texto, e Henrique Cayatte, nas ilustrações, aceitaram esse desafio e dele nasceu O Meu Primeiro Portugal, livro de afectos partilhados, de memórias sensíveis e de sonhos que nunca prescreveram. Este é um livro para crianças de que os mais crescidos também podem e devem gostar. Este é um livro onde se fala do passado com os olhos postos no futuro. Este é um livro onde se fala do orgulho de se pertencer a uma pátria com muita História, com muitas histórias para contar, de uma pátria que andou nas errâncias do mundo sem nunca perder o desejo de regressar às fontes e à raiz. O Meu Primeiro Portugal, tendo em fundo o Hino Nacional, é um livro pensado e feito para que se goste a sério de Portugal. Porque ele merece. Porque todos nós merecemos. E não há amor como o primeiro


PNL- Livro recomendado para apoio a projectos relacionados com História de Portugal nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade.

A descoberta do Mundo

http://www.publico.pt/v9473

Contar histórias

sábado, 20 de abril de 2013

Dar uma oportunidade ao amor

Durante uma violentíssima tempestade Denise Holton teve um acidente de viação e, enquanto se encontrava sem sentidos o seu filho Kyle, de quatro anos, saíu do carro e acabou por se perder num terreno pantanoso.Foi o bombeiro Taylor McAden que a socorreu e que, depois de uma longa e angustiante noite de buscas o reencontrou. Mãe solteira de uma criança que revelava um inexplicável atraso no desenvolvimento, Denise dedicava-se totalmente ao filho e à sua recuperação não havendo na sua vida espaço para uma relação amorosa. Porém, sensibilizada com a ternura de Taylor para com Kyle e levada pelos seus próprios sentimentos foi deixando que aquele homem se tornasse muito importante nas suas vidas. No entanto, embora apaixonado, a vida de Taylor não era fácil e um terrível segredo impedia-o de conseguir assumir compromissos e acabava invariavelmente por abandonar as mulheres por quem se apaixonava. Só após a morte do seu amigo Mitch num terrível incêndio e a partida da família deste, Taylor se apercebeu de como se sentia sozinho e decidiu que era chegada a altura de seguir os conselhos dos amigos e da própria mãe dando assim uma oportunidade ao amor que sentia por Denise

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Manter viva a esperança do amor

Passado na costa da Carolina do Norte, o mais recente livro de Nicholas Sparks aborda as consequências de diversas escolhas feitas por Travis Parker, um veterinário, e pela sua vizinha Gabrielle Holland, assistente médica. Travis levava uma vida tranquila até Gaby fazer parte dela. E o mesmo se poderá dizer de Gaby que mantinha uma relação de longa data com o namorado até se apaixonar perdidamente por Travis. Que decisão irá ela tomar? Permanecer ao lado do homem que já conhece ou lançar-se numa nova aventura com um desconhecido? Durante a primeira parte do romance acompanhamos o processo de escolha de Gabby, e os efeitos que terá na vida de ambos. A segunda parte da história tem lugar onze anos depois, quando Travis tem de tomar uma decisão de vida ou morte no seguimento de um acidente de viação. Uma Escolha por Amor confronta-nos com a questão mais profunda de todas: até onde iria para manter viva a esperança do amor? Um livro comovente, ao melhor estilo de Nicholas Sparks.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Tudo o que eu tenho

O novo romance do Prémio Nobel de Literatura 2009Roménia no fim da guerra. A população alemã vive com medo. «Eram 3 da madrugada do dia 15 de Janeiro de 1945 quando a patrulha me foi buscar. O frio apertava, estavam -15º C.» O jovem narrador começa assim o seu relato. Tem cinco anos diante de si, dos quais ainda nada sabe. Cinco anos, ao fim dos quais regressa um homem diferente.
Autora:
A laureada com o Nobel da Literatura 2009, Herta Müller, nasceu a 17 de Agosto de 1953 na cidade romena Nitzkydorf, na região de Banat, e vive actualmente em Berlim.
O pai prestou serviço nas Waffen SS, a tropa de elite chefiada por Himmler na II Guerra Mundial. Muitos romeno-alemães foram deportados para a então União Soviética em 1945, incluindo a mãe de Herta que passou cinco anos num campo de trabalho na actual Ucrânia.
De 1973 a 1976, estudou literatura alemã e romena na Universidade de Timisoara, na Roménia, fez parte do Aktionsgrupp Banat, um círculo de jovens germanófonos de oposição ao regime de Ceausescu que defendiam a liberdade de expressão. Depois de terminar os estudos, trabalhou como tradutora numa fábrica de máquinas de 1977 a 1979. Foi despedida por se ter recusado a ser informadora da polícia secreta, o que lhe valeu ser perseguida pela Securitate.
Müller começou a publicar com a colecção de contos Niederungen (1982), censurada na Roménia. Dois anos depois, publicou uma versão não censurada na Alemanha e, no mesmo ano, Drückender Tango, na Roménia. Nestes dois trabalhos, Müller descreve a vida numa pequena aldeia germanófona, marcada pela corrupção, a intolerância e a repressão. A imprensa romena criticou negativamente estes trabalhos que foram muito bem recebidos pela crítica alemã.
Proibida de publicar na Roménia por ter criticado publicamente o regime de Ceausescu, a escritora emigrou em 1987 para a Alemanha com o marido, o poeta Richard Wagner, também nascido naquela região romena.
Desde que, em 1984, foi distinguida com o Prémio Aspekte, Herta Müller tem acumulado galardões sobretudo na Alemanha. Em 1995, recebeu o prémio europeu de literatura Aristeion e foi eleita para a Academia Alemã para Língua e Poesia. Em 1998, recebeu o prémio irlandês IMPAC, no ano seguinte o  Prémio Franz Kafka. Em 2003, o prémio Joseph Breitbach de literatura alemã, em 2004 o prémio de literatura da Fundação Konrad Adenauer e, em 2006, o Prémio Würth de literatura europeia.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

domingo, 7 de abril de 2013

segunda-feira, 1 de abril de 2013

domingo, 31 de março de 2013

sábado, 30 de março de 2013

sexta-feira, 29 de março de 2013

quinta-feira, 28 de março de 2013

Para os curiosos





via letras in.versos e re.versos

segunda-feira, 25 de março de 2013


Os Filhos do Flagelo

vol2
A demanda de Aewyre e dos seus companheiros prossegue, na tentativa de chegar a Asmodeon e levantar o véu de mistério que envolve o desaparecimento de Aezrel Thoryn, mas muitas são as adversidades que têm de enfrentar a caminho do seu destino. Separados, os companheiros mais que nunca dependem uns dos outros para sobreviverem às provações que se lhes depararão: Quenestil e Babaki, que partiram em busca de Slayra e dos seus captores, e o resto do grupo, que segue para as inóspitas estepes de Karatai em perseguição de Kror, o enigmático drahreg que partilha com o jovem Thoryn a Essência da Lâmina, um segredo milenar dos guerreiros de Allaryia. A saída de Ancalach, a Espada dos Reis, do reino de Ul-Thoryn, fez despertar de um longo torpor os filhos da Sombra, começando a libertar a sua pérfida influência maligna. Insidiosamente, a coberto das sombras, nos obscuros espaços das trevas, o Mal vai estendendo os seus múltiplos e mortíferos tentáculos, antecipando o abraço letal, e tornando, a cada momento, mais visíveis os contornos tenebrosos das suas reais intenções. Há um perigo oculto do qual as gentes de Allaryia ainda não se aperceberam e Pearnon, o Escriba, pressente-o sem o poder transmitir. A determinação e a força de armas de Aewyre e seus companheiros serão certamente postas à prova nos tempos vindouros…

A Manopla de Karasthan saiu em Abril de 2001, e Os Filhos do Flagelo seguiram-se-lhe em Dezembro do mesmo ano, não por eu o ter escrito à pressa, mas porque já começara antes sequer de saber os resultados do Prémio Branquinho da Fonseca. Por esta altura, Allaryia começou a desenvolver-se mais como mundo, tornando-se lentamente em algo mais que um ringue de boxe com uma história da criação. Em parte devido à já infame estrutura de «dois grupos, duas linhas de enredo», fui-me deixando cativar por outros prazeres na escrita além da descrição de combates (que contudo permanece a minha favorita), e as críticas levam-me a crer que isso transparece neste livro.

Histórias da Terra e do Mar
de Sophia de Mello Breyner Andresen
Edição: 4ª
Páginas: 131
Editora: Figueirinhas
ISBN: 972-661-206-3
CDU: 821.134.3-93"19"
Sinopse: "jardins de buxo, camélias e violetas perfumados de contemplação e paixão, de esquecimento e silêncio. Jardins docemente abandonados a uma solidão dançada pelas brisas, enquanto um longo sussurro de adeus acena de folha em folha nos ramos mais altos das árvores. Jardins onde reconhecemos que a vida é um sonho do qual jamais acordamos, um sonho onde irrompem aparições prodigiosas como o lírio, a águia e o inesquecível rosto amado com paixão, mas onde tudo se transforma em esquecimento, distância, impossibilidade e detrito. Jardins onde reconhecemos que a nossa condição é não saber. É não poder jamais encontrar a unidade. E encontrar a unidade seria acordar." (Sophia, Histórias da Terra e do Mar, págs. 130-131)

segunda-feira, 4 de março de 2013

A Grande Fábrica de Palavras, com texto de Agnès ...

28 janeiro 2013 - Histórias Para Sempre - Infantis e Juvenis - RTP

28 janeiro 2013 - Histórias Para Sempre - Infantis e Juvenis - RTP

29 janeiro 2013 - Histórias Para Sempre - Infantis e Juvenis - RTP

29 janeiro 2013 - Histórias Para Sempre - Infantis e Juvenis - RTP

07 fevereiro 2013 - Histórias Para Sempre - Infantis e Juvenis - RTP

07 fevereiro 2013 - Histórias Para Sempre - Infantis e Juvenis - RTP

Reciclomaniacos-Escritor Pedro Seromenho

As bibliotecas mudam os nossos dias!

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