segunda-feira, 28 de abril de 2014

terça-feira, 15 de abril de 2014

domingo, 13 de abril de 2014

Ep. 09 - Heliocentrismo - ABC da Astronomia - TV Escola


Nicolau Copérnico e o Heliocentrismo


Como tu, de Ana Luísa Amaral


O Vento Assobiando nas Gruas, de Lídia Jorge


Estação Central, de José Tolentino Mendonça


O Vento dos Outros, de Raquel Ochoa


18 Palavras Difíceis, de Luís Rainha


A Grande Fábrica de Palavras, com texto de Agnès ...


Eu Não Fui!


O Doutor Tiradores


Perdido e Achado


A Gigantesca Pequena Coisa


Se eu fosse um livro


Na floresta da preguiça


Um Segredo do Bosque


Aproveite as férias para fazer muito exercício!


DEPENDE DA POSIÇÃO...

Segundo estudos recentes,
Parado, fortalece a coluna;
De cabeça baixa estimula a circulação do sangue;...
De barriga para cima é mais prazeroso;
Sozinho, é estimulante, mas egoísta;
Em grupo, pode até ser divertido;
No banho pode ser arriscado;
No automóvel, é muito perigoso...
Com frequência, desenvolve a imaginação;
Entre duas pessoas, enriquece o conhecimento;
De joelhos, o resultado pode ser doloroso...
Enfim, sobre a mesa ou no escritório, antes de comer ou na sobremesa, sobre a cama ou na rede, nu ou vestido, sobre o sofá ou no tapete, com música ou em silêncio, entre lençóis ou no closet; sempre é um ato de amor e de enriquecimento.

Não importa a idade, nem a raça, nem a crença, nem o sexo, nem a posição socioeconómico...

...Ler é sempre um prazer!!!
in Miscelânea 

sexta-feira, 11 de abril de 2014

quinta-feira, 10 de abril de 2014

em bom português


Um segredo


A Desumanização

 
A Islândia, cenário do romance "A desumanização" (ed. Porto Editora), de Valter Hugo Mãe, entra na literatura do escritor através da música e da transcendência: «O primeiro islandês de quem eu gostei foi Hilmar Örn Hilmarsson, a quem dedico o livro».
«É um músico que hoje está mais pacificado, mas que era uma espécie de punk com espiritualidade. Era um indivíduo que auscultava a transcendência, e isso era-me muito motivador», explica em entrevista ao programa "Ensaio geral", da Renascença.
A par da energia do «rock experimental» de Hilmarsson, estava sempre presente «uma dimensão de alguma redenção, de alguma expetativa espiritual da existência».
«Parecia-me que se Deus, eventualmente, se quisesse pronunciar, a Islândia era o espaço reservado para isso. Se Deus pudesse ser um lugar na Terra, talvez fosse a Islândia. Inconscientemente fui guardando esta imagem», assinala.
O silêncio da ilha nórdica coabita com o incessante murmúrio que se ouve, vê e sente sob a terra, «uma espécie de sossego aflito»: «A iminência da erupção dos vulcões, o nevoeiro denso que parece palpável e que nos torna cegos, os temporais... tudo isto interrompe a ideia de solidão».
O escritor de 42 anos nascido em Angola vê a Islândia como «sinónimo de solidão, que acaba por ser problematizada pela espiritualização. Ou seja, é uma solidão aparente».
O romance fala de uma «interrogação existencial» através da história de uma menina que «conta o que fica depois da perda de uma irmã gémea», nota o presidente do Centro Nacional de Cultura, Guilherme d'Oliveira Martins, numa narrativa em que «a tristeza se debate com a força da vida».
«A morte parece ser o negativo da vida, mas não é a absoluta não existência. A morte é, de facto, uma companhia. As pistas para o "ter estado" da pessoa que já não está acabam por se reformular e, de alguma forma, continuam a ser uma presença», sublinha Valter Hugo Mãe.
E porquê "A desumanização"?: «Nasce de alguma frustração minha ao perceber que os nossos traços humanos têm de ser disciplinados, em prol da resistência, da sobrevivência, como se precisássemos de ser menos gente para conseguirmos continuar a ser gente».
Por outras palavras: «Passarmos a ter saudades de nós mesmos, julgando que um dia fomos melhores pessoas e que a vida nos obrigou a destruir um pouco a humanidade que tínhamos».
As ilustrações evocam as auroras boreais da Islândia e conferem uma «dimensão da pureza» à narrativa.
Valter Hugo Mãe vê nos «monstros bonitos» desenhados por Cristina Valadas a «elevação das coisas feias a uma certa beleza», arriscando a possibilidade de «assacar coisas bonitas à fealdade e à dor».
Esta e outras propostas foram sugeridas no programa “Ensaio geral”, da jornalista Maria João Costa, que a Renascença transmite às sextas-feiras às 23h30, e que pode ser ouvido na íntegra na internet.

FONTE: Maria João Costa
Com SNPC/rjm
In Renascença
12.02.14
 

quarta-feira, 9 de abril de 2014

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