sexta-feira, 16 de maio de 2014

Nós os portugueses


José Saramago

Alexandre O' Neill, poeta e publicitário

Valter Hugo Mãe entrevista Álvaro Magalhães


António Gedeão



António Gedeão (1906-1997)


«O Presente Absoluto»

«O Presente Absoluto» - TSF


 Ana Catarina Santos  o poema «O Presente Absoluto», de António Ramos Rosa.



Duas bocas descobrem o veludo incandescente/e saboreiam o sabor perfeito de um fruto liso/que é um sumo do universo. Com a sua espuma constante/os amantes tecem uma abóbada leve de seda e espaço. Vivem num volume cintilante o presente absoluto.

Corpos encerrados em superfícies delicadas/abrem-se como velas vermelhas e o calor brilha, clareiras acendem-se numa tranquilidade branca, os olhos embriagam-se de miríades de cores/e todos os vocábulos são recentes como o orvalho.

Criam a origem pela origem, num corpo duplo e uno, transformam-se subindo morrendo em verde orgia, inertes renascem de onda em onda radiantes, reconhecem-se no vento que os expande e os dissolve, o mundo é uma brecha, um esplendor, um redemoinho

Amores e Saudades de um Português Arreliado, de Miguel Esteves Cardoso

Sobre Literatura, de Umberto Eco

Sobre Literatura, de Umberto Eco - TSF

      

Deixa Lá e Más Novas, de Edward St Aubyn

Deixa Lá e Más Novas, de Edward St Aubyn - TSF

         

Aquilo em que acredito, de Hans Kung

Aquilo em que acredito, de Hans Kung - TSF



            

David e Golias, de Malcolm Gladwell

David e Golias, de Malcolm Gladwell - TSF


                   

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