
QUANDO SE ENTRA NUMA BIBLIOTECA NUNCA SE SAI IGUAL LÁ DENTRO ESTÁ O MUNDO TODO!
Direitos Humanos
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Sobre Literatura, de Umberto Eco
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sexta-feira, maio 16, 2014
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Deixa Lá e Más Novas, de Edward St Aubyn
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sexta-feira, maio 16, 2014
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Aquilo em que acredito, de Hans Kung
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sexta-feira, maio 16, 2014
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David e Golias, de Malcolm Gladwell
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Escuro, de Ana Luísa Amaral
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sexta-feira, maio 16, 2014
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«Um dia»
«Um dia» - TSF
Um dia,
gastos, voltaremos/A viver livres como os animais/E mesmo tão cansados
floriremos/Irmãos vivos do mar e dos pinhais.
O vento
levará os mil cansaços/Dos gestos agitados irreais/E há-de voltar aos nosso
membros lassos/A leve rapidez dos animais.
Só então
poderemos caminhar/Através do mistério que se embala/No verde dos pinhais na
voz do mar/E em nós germinará a sua fala.
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sexta-feira, maio 16, 2014
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poesia
«Povoamento»
«Povoamento» - TSF

Miguel
Fernandes, o poema «Povoamento», de Ruy Belo.
No teu amor
por mim há uma rua que começa/Nem árvores nem casas existiam/antes que tu
tivesses palavras/e todo eu fosse um coração para elas/Invento-te e o céu
azula-se sobre esta/triste condição de ter de receber/dos choupos onde
cantam/os impossíveis pássaros/a nova primavera/Tocam sinos e levantam
voo/todos os cuidados/Ó meu amor nem minha mãe/tinha assim um regaço/como este
dia tem/E eu chego e sento-me ao lado/da primavera
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sexta-feira, maio 16, 2014
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poesia
«Campo de Concentração»
«Campo de Concentração» - TSF
Teus olhos,
aves que poisas/sobre as amarguras do mundo, e que bebem até ao fundo das
coisas/como se as coisas não tivessem fundo:
As palavras
de António Gedeão, no poema «Campo de Concentração» pela jornalista Ana
Sofia Calaça.
Teus olhos,
de asas abertas,povoaram de voos/o claustro do meu rosto/e interrogaram as
sombras, as sombras sempre despertas/deste sonho pressuposto.
Vai-te. Não
interrogues nada, que eu não sei dizer-te nada. Isto, isso e aquilo, não é
isso, nem aquilo, nem isto. Não é nada. Ou talvez não seja nada. Ou talvez seja
só isto: Um pavor de madrugada, um mal que se chama existe.
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sexta-feira, maio 16, 2014
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poesia
