O Dia Mundial da Poupança, assinalado a 31 de outubro, é uma oportunidade para
sensibilizar para a importância de desenvolver, desde cedo, conhecimentos e
comportamentos que permitam tomar decisões financeiras conscientes e
responsáveis.
É neste âmbito que a Rede de Bibliotecas Escolares apoia, desde 2016, o Plano
Nacional de Formação Financeira (PNFF), promovendo a educação financeira junto
de alunos de todos os ciclos de ensino.
Através das
Bibliotecas Escolares, esta parceria concretiza-se em iniciativas como o
Concurso Todos Contam e a Global Money Week, bem como na divulgação de recursos
e propostas de atividades sobre poupança, orçamento, consumo responsável,
serviços financeiros digitais e sustentabilidade.
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A educação financeira integra, assim, o trabalho das Bibliotecas Escolares
enquanto espaços de acesso à informação, aprendizagem e cidadania, ajudando os
alunos a compreender o impacto das suas escolhas e a desenvolver competências
para uma gestão financeira informada.
Dia Mundial da Poupança- No âmbito da dimensão Literacia Financeira e Empreendedorismo, os alunos do 12.ºano, 11.º C e 10.º C, assistiram a uma sessão, dinamizada pelo Dr. Hélio Cravo da Universidade de Leira Oeste, sobre Sistemas e produtos financeiros, em parceria com a Biblioteca.
Foi um momento de partilha, reflexão e aprendizagem, que desafiou os alunos a olhar para o futuro com uma nova perspetiva, reconhecendo a importância de tomar decisões financeiras informadas e responsá
veis.Porque poupar é muito mais do que guardar dinheiro: é investir em escolhas, criar oportunidades e construir, desde cedo, a liberdade de decidir o nosso futuro! Um bem-hajam ao Dr. Hélio Cravo e à Dra. Lígia Febra que nos proporcionaram uma manhã enriquecedora!
Banco de Portugal- Reúne a tua equipa, desafia um professor e participa no concurso Mestres do Dinheiro.As incrições já estão abertas, o link está na bio do instragram 🔗 é hora de provar o que sabes 📚
Ensinar a ler é, também, ensinar a alargar esse horizonte — e não apenas a confirmá-lo.
Formar a identidade leitora não é o mesmo que ensinar a decifrar texto
Vários estudos referidos no artigo original sugerem que as atitudes e os valores tendem a estabilizar-se entre os dezoito e os vinte e cinco anos. É uma indicação a tratar com cautela — o próprio autor reconhece tratar-se de uma tendência genérica, não de uma regra fixa — mas que reforça a urgência de trabalhar a identidade leitora desde os primeiros anos de escolaridade, antes de essa janela se fechar. Isto não significa que a curiosidade cultural se imobilize na vida adulta. Significa que, sem o hábito de se manter aberto a outras opiniões, mesmo sem as adotar, essa curiosidade tende a estreitar-se com o tempo.
Na prática, isto traduz-se numa ideia simples de comunicar aos alunos, mas difícil de instalar como hábito: a leitura por prazer não se opõe à leitura mais analítica, complementa-se com ela. Trabalhar aquilo que já interessa a um aluno é o ponto de partida natural para, a partir daí, o conduzir a outros livros, outros temas, outras perspetivas. Em Portugal, é exatamente esse o espírito que sustenta os clubes de leitura do Plano Nacional de Leitura 2027, ao apostar na leitura voluntária e situada como porta de entrada para hábitos de leitura mais alargados e mais exigentes.
Uma proposta para a sala de aula
Uma forma simples de tornar esta reflexão tangível é propor, a meio de um período, uma espécie de leitura cruzada: cada aluno escolhe um livro que represente verdadeiramente o seu gosto pessoal e troca-o, por algumas semanas, com um colega cujas escolhas habituais sejam visivelmente diferentes das suas. No final, em vez de um resumo convencional, cada um regista por escrito o que esperava encontrar no livro do outro antes de o abrir, e o que efetivamente lá encontrou. A distância entre essas duas listas costuma ser, ela própria, a melhor aula sobre a diferença entre interesse e ideologia. Os alunos percebem, muitas vezes pela primeira vez de forma explícita, que tinham atribuído ao colega — através do livro que ele lia — uma identidade que talvez nem correspondesse à pessoa real sentada ao lado deles.
Esta atividade pode ser repetida com diferentes configurações ao longo do ano, e funciona tanto em Português como em contexto de Cidadania e Desenvolvimento, sempre que o objetivo seja trabalhar pensamento crítico e relacionamento interpessoal a partir de material concreto, em vez de discussões abstratas sobre tolerância ou diversidade de opiniões.
Ler para pensar, não para confirmar
A pergunta com que se abre este artigo — somos os livros que lemos? — não tem uma resposta simples, e talvez seja essa, no fundo, a lição mais útil para levar para a sala de aula. A identidade leitora não se mede pelo que se lê, mas pela disponibilidade para continuar a querer ler coisas diferentes do que já se sabe. Ensinar isso aos alunos é uma tarefa tão antiga como a própria escola: ensinar a pensar, através dos livros, sem nunca confundir o que se aprende com aquilo em que já se acreditava antes de abrir a primeira página.
Decorria o ano de mil coiso e tal, quando um grupo de amigos decidiu criar o Gangue dos Cavaleiros. Com o Trovador, o Armadura, o Navalha, o Didi e a Flecha, vais viver as aventuras mais perigosas e também mais engraçadas de que há memória.
O Gangue dos Cavaleiros vê-se lançado numa aventura inesperada: a coroa do rei desapareceu! Guiados pela Flecha, a princesa do grupo, partem rumo às Montanhas do Fim do Mundo para enfrentar trogloditas, criaturas mágicas e perigos inimagináveis. Mas há um segredo que pode mudar tudo… Conseguirão recuperar a coroa e manter o gangue unido?
Prepara-te para uma jornada cheia de mistério, ação e dilemas que te vão prender até à última página!
No Japão da era Taishou (1912-1926), Tanjirou, um rapaz de coração gentil, vive uma vida pacata, até que inesperadamente a sua família é devorada por um demónio.
A única sobrevivente, Nezuko, a sua irmã mais nova, transforma-se num dos monstros.
Tanjirou e Nezuko partem numa viagem perigosa, para tentar encontrar a cura para a irmã e destruir o demónio que arruinou as suas vidas. Podes ler um bocadinho aqui:https://biblioteca.wook.pt/reader/index.html
Yuki, uma estudante universitária surda, sente-se atraída por Itsuomi, que a trata com naturalidade, sem hesitações, e ela acaba por se apaixonar por ele. Yuki decide encarar esse amor de frente e dar tudo por tudo. Mas o charme de Itsuomi faz com que atraia as atenções das raparigas e, com isso, sem querer, já tenha partido muitos corações.
Conseguirá Yuki descobrir as suas verdadeiras intenções quanto a ela? E será que ele está sequer interessado no amor, ou estará mais focado num sonho completamente diferente?
Numa tarde como tantas outras, Hazel descobre a inflexível professora de Ciências morta no ginásio. em pânico, pensando que foi um acidente corre a pedir ajuda. Mas ao regressarem, descobrem que o corpo desapareceu…
É o caso por que elas esperavam há tanto tempo (se não contarmos com o caso da gravata desaparecida da Lavinia, e elas não contam)! Quando Daisy Wells e Hazel Wong fundaram a Sociedade de Detetives Wells & Wong, o seu maior sonho era participar numa investigação secreta.
Tal como Holmes e Watson, as suas fontes de inspiração, Daisy e Hazel usarão toda a sua inteligência e astúcia para descobrir o assassino antes da polícia. Quem disse que resolver crimes não é coisa para senhoras? «Adorei e recomendo a todos os que gostam do desafio de desvendar um bom mistério.»
A data de 5 de Maio foi oficialmente estabelecida em 2009 pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) - uma organização intergovernamental, parceira oficial da UNESCO desde 2000, que reúne os povos que têm a língua portuguesa como um dos fundamentos da sua identidade específica - para celebrar a língua portuguesa e as culturas lusófonas. Em 2019, a 40ª sessão da Conferência Geral da UNESCO decidiu proclamar o dia 5 de Maio de cada ano como "Dia Mundial da Língua Portuguesa".
A língua portuguesa é não só uma das línguas mais difundidas no mundo, com mais de 265 milhões de falantes espalhados por todos os continentes, como é também a língua mais falada no hemisfério sul. O português continua a ser, hoje, uma das principais línguas de comunicação internacional, e uma língua com uma forte extensão geográfica, destinada a aumentar.
Os Dias consagrados às línguas faladas em todo o mundo celebram anualmente o multilinguismo e a diversidade cultural, e constituem uma oportunidade para sensibilizar a comunidade internacional para a história, a cultura e a utilização de cada uma destas línguas. O multilinguismo, um valor central das Nações Unidas e uma área de importância estratégica para a UNESCO, é um fator essencial para uma comunicação harmoniosa entre os povos, promovendo a unidade na diversidade, a compreensão internacional, a tolerância e o diálogo.
A obra Camões no Oriente, desenvolve-se a partir de uma aventura que conduz os protagonistas a diferentes momentos da vida de Luís de Camões no Oriente, o primeiro na Índia, em Goa, e depois em Macau. Ao longo do livro surgem excertos de Os Lusíadas e de outros poemas de Camões, integrados na narrativa.
A obra aborda ainda a figura de Dinamene, associada à permanência de Camões na China, e evoca episódios marcantes da sua vida, como o naufrágio no regresso do Oriente e o salvamento dos seus escritos, enquadrando-os no contexto das relações entre Portugal, Macau, a Índia e a China no século XVI.
A informação histórica destaca a vida de Camões em Portugal, no Norte de África, a presença portuguesa na Índia, o ambiente político e social de Goa, a prisão de Camões motivada por escritos satíricos e o convívio com figuras como Garcia de Orta. Em Macau, são abordados o exercício do cargo de provedor dos defuntos, a escrita e revisão de Os Lusíadas na gruta da colina de Patane, a convivência entre portugueses e chineses e o regresso a Portugal.
O Henrique é um rapaz corajoso e sonhador que mora em Vale das Águas, uma vila portuguesa perto da fronteira com Espanha.
Certo dia, acontece aquilo que os seus habitantes mais temem: Vale das Águas é de novo assolado por cheias terríveis, que provocam danos incalculáveis.
Mas o Henrique está determinado a não deixar que a força destruidora das águas lhe roube o que de mais precioso tem: a biblioteca que ele mesmo criou.
E, assim, munido da esperança que os livros lhe devolveram, o Henrique vai tentar salvar o seu maior tesouro.
No dia 2 de abril, comemora-se em todo o mundo o nascimento de Hans Christian Andersen. A partir de 1967, este dia passou a ser designado por Dia Internacional do Livro Infantil, chamando-se a atenção para a importância da leitura e para o papel fundamental dos livros para a infância.
Um conjunto de histórias em vídeo, onde o texto é sublinhado à medida que é lido, para que as crianças possam acompanhar a audição dos mesmos com a sua própria leitura. Incluem-se histórias lidas por autores como Luísa Ducla Soares, Alice Vieira ou José Fanha.
O Dia Escolar da Não Violência e da Paz celebra-se anualmente a 30 de janeiro, data do falecimento de Mahatma Gandhi, para promover valores como o respeito, tolerância e solidariedade nas escolas, combatendo o bullying e a violência através de uma educação para a cidadania e paz, instituída por Llorenç Vidal e apoiada pela UNESCO.
O dia 27 de janeiro assinala o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, ao lembrar os 81 anos decorridos desde a libertação de Auschwitz‑Birkenau.
Sublinha-se, igualmente, que a preservação da memória do Holocausto representa um compromisso ético com a defesa dos valores democráticos, da dignidade humana e do respeito pela diversidade.
O propósito deste dia é não esquecer o genocídio em massa de seis milhões de judeus pelos Nazis e respetivos colaboracionistas. Este constitui um dos maiores crimes contra a Humanidade de que há memória.
O tema em 2026 é «Memória do Holocausto pela dignidade e os direitos humanos». Estará na base das atividades de memória e educação sobre o Holocausto das Nações Unidas. A memória dignifica as vítimas e os sobreviventes do Holocausto. Mantém vivas as memórias das comunidades, tradições e entes queridos que os nazis procuraram apagar. O Holocausto alerta-nos para as consequências mortais do antissemitismo e do ódio, da desumanização e da apatia, se não forem combatidos. Mais de oitenta anos após o Holocausto, testemunha-se diariamente agressões a cidadãos de todo o mundo. A defesa dos direitos universais é essencial para a paz sustentável e está no cerne das Nações Unidas.
Num mundo cada vez mais confrontado com desafios prementes como a propagação do radicalismo ou da desinformação, devemos defender uma ordem global sustentada pelos princípios da paz, cooperação, diálogo e respeito pelos direitos humanos.
A propagação do ódio contra os judeus, particularmente online, é uma tendência em franco crescimento, que impõe a necessidade de uma resposta firme da comunidade internacional no combate ao antissemitismo.
A liberdade é uma palavra curta, mas carrega o peso de séculos de luta, esperança e coragem. Celebrado a 23 de janeiro, o Dia Mundial da Liberdade lembra-nos que ser livre é um direito universal, essencial para que cada pessoa possa escolher o seu caminho, sonhar sem medo e construir o próprio futuro. Em Portugal, a liberdade tem uma data profundamente simbólica – 25 de abril – mas esta efeméride internacional convida-nos a olhar para além das fronteiras e a refletir sobre a liberdade como um valor comum a toda a humanidade.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos afirma, logo no seu primeiro artigo, que todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos, reforçando a ideia de que a liberdade não é um privilégio, mas um direito inalienável. No entanto, a história mostra-nos que este direito nem sempre foi respeitado. Durante séculos, a escravatura negou a milhões de pessoas a sua humanidade, reduzindo-as à condição de objeto. Embora a escravatura “clássica” tenha sido abolida, ela ainda persiste sob novas formas: tráfico humano, trabalho forçado, exploração infantil e situações de extrema vulnerabilidade que continuam a aprisionar vidas no silêncio e na invisibilidade. Assinalar o Dia Mundial da Liberdade é, por isso, mais do que celebrar conquistas passadas – é reconhecer que a liberdade exige vigilância, consciência e ação. É um convite a d efender a dignidade humana todos os dias, a denunciar injustiças e a lembrar que só somos verdadeiramente livres quando a liberdade é garantida para todos. #Escolaamiga#EduardoSá#LeYaEducação#CONFAP
(image: RTP Ensina-Ditadura 48 anos sem LIBERDADE)
Os melhores charcuteiros da França estão em Paris para o Troféu do Porquinho de Ouro! Pouco antes da competição, contudo, as preciosas salsichas do principal candidato à vitória final desaparecem de repente. Os gatos detetives investigam e “cheiram” bem três pistas, mas… qual será a correta?