sexta-feira, 24 de julho de 2015

Exame Nacional Matemática 12.º Ano - 2015 - 1.ª fase



Onde podes aprender Matemática - AQUI!

O semeador



Quatro são os poucos minutos necessários para Joaquin Baldwin  nos dizer muitas coisas. Talvez o mais significativo é que, na vida, apesar das dificuldades é preciso semear para colher os frutos!

Histórias lindas para as férias

domingo, 19 de julho de 2015

No mundo ao contrário, afinal, o que é certo e o que é errado?


 O MUNDO AO CONTRÁRIO
Neste mundo
os ratos perseguem os gatos,
as lebres caçam os caçadores,
os carros voam nos céus
os aviões flutuam no mar,
os pinguins vivem na selva tropical
e os crocodilos nas águas geladas dos polos!
Neste álbum fora do comum, ATAK desconstrói o mundo em que vivemos para nos fazer refletir sobre o certo e o errado. Um livro que põe em causa a ordem das coisas, cheio de detalhes hilariantes que as crianças (e certamente muitos adultos) vão adorar.
ATAK (aka Hans-Georg Baber) é um dos mais brilhantes e dinâmicos artistas do panorama artístico berlinense. Nascido em Frankfurt, em 1967, estudou Comunicação Visual na Universidade de Berlim, fez parte da cena punk da ex-RDA e foi co-fundador da revista de comics Renate. O seu trabalho como cartoonista, artista e ilustrador tem sido exibido em galerias de arte por toda a Europa. 
ATAK tem várias obras publicadas para crianças e, hoje, para além de artista freelancer, é professor de Ilustração na Universidade de Halle. O seu site (ilustradíssimo) pode ser visitado em www.fcatak.de.
 
Uma aventura visual de proporções épicas, algures entre o Onde está o Wally? e o jogo das adivinhas, que deixa no ar uma questão pertinente: afinal, o que é certo e errado? 
Pedro Miguel Silva, Deus me Livro, 04/05/2015

Essa procura por um outro olhar, uma outra abordagem narrativa e enumerativa tem sido uma marca identitária constante, e este álbum, de estética original no quadro do Planeta, vem confirmar e ampliar essa tendência.
Andreia Brites, revista Blimunda, Maio 2015
via Planeta Tangerina

sábado, 18 de julho de 2015

Nada melhor que Um Dia na Praia

A história começa logo na guarda inicial do livro. Bastam duas cores, duas barras lisas de cor, para nos situarmos no espaço. Depois a ação avança por aí fora, sem tempo ou espaço para “burocracias” (que é como quem diz, para fichas técnicas ou folhas de rosto): há uma história a contar e conta-se; há uma história a nascer e, portanto, há que olhar para ela, como quem assiste a uma cena, sentado no areal da praia.
A personagem vai avançando pela areia e, página e página, acompanhamos os seus gestos, gestos familiares de um dia na praia como qualquer outro.
De súbito algo se agita no mar...
Os dados estão lançados, ficamos suspensos no desfecho, as imagens dão-nos pistas sem nos dizerem tudo: por vezes mostram-nos apenas um detalhe, por vezes vemos até ao infinito. No final, quando o livro termina, também nós desaparecemos no horizonte...
Um dia na praia é um livro de imagens, um livro aberto que convida a múltiplas leituras. Não se destina a leitores jovens ou menos jovens, mas sim a todos aqueles que gostam de ilustração, de uma boa história, de ler, contar e recontar, independentemente da sua idade ou capacidade de leitura.
– Recomendado por Gulbenkian/Casa da Leitura– Aconselhado por Plano Nacional de Leitura– Finalista 2nd CJ Picture Book Festival, Coreia– Finalista – Prémio Banco del Libro, Venezuela (2010)

Álbum narrativo composto integral e exclusivamente por imagens, esta obra da autoria de Bernardo Carvalho apresenta-se como um curioso desafio à capacidade de leitura e de interpretação do indivíduo. Ana Margarida Ramos, Casa da Leitura, Fundação Gulbenkian
{Propostas pais e educadores}

via Planeta Tangerina

Mergulha sobre o azul das páginas



Praia-Mar

Um livro de imagens pode ser um objeto estranho. As palavras não estão à vista nas páginas e os leitores, habituados à presença de um texto que os leve pela mão, poderão sentir-se perdidos (um pouco como, quando chegamos a uma praia e procuramos o melhor lugar para nos sentarmos). É bem possível até que, à chegada, muito leitores não saibam o que fazer com Praia-mar. “O que fazer com este livro?” perguntarão preocupados.
A todos aconselhamos que se descalcem (porque a maré está a encher e não tarda...) e, já sentados na areia, inspirem longamente o ar marítimo. Em pouco tempo, estamos certos, a estranheza evaporar-se-á (ou talvez seja levada por uma onda) e a atmosfera da praia irá envolvê-los, deixando pouco espaço para dúvidas.
Depois, lentamente, as ondas ganharão terreno. Então, os leitores — mesmo aqueles que no início estranharam a areia nos pés —, sentirão uma vontade súbita de mergulhar e, sem olhar para trás, lançar-se-ão sobre o azul das páginas. O livro terá assim cumprido o seu propósito.
Depois de Um Dia na Praia, Bernardo Carvalho regressa com um álbum de imagens também passado junto ao mar. Um livro para atravessar de pés descalços e contemplar sem pressas (como se deve fazer ao mar, seja inverno, seja verão).– Aconselhado pelo Plano Nacional de Leitura– Finalista 4th CJ Picture Book Festival, Coreia– Melhor Ilustração Original – Prémios de edição LER/Booktailors
Selecionado para "Best Portuguese Book Designs 2010-2013" 

Praia Mar (Planeta Tangerina) é um livro de imagens onde apetece mergulhar em dias de calor como hoje. Não há adereços inúteis nas páginas ilustradas por Bernardo Carvalho; só a expressão da natureza em sintonia com o elemento humano, uma tranquilidade delicada de onde não está ausente o movimento e a dinâmica das coisas. Mergulhem e verão.Carla Maia de Almeida, blog O Jardim Assombrado
Proposta de atividade

via Planeta Tangerina

JOLLY SONGS A-Z(from the big book JOLLY SONGS)


Owl Babies - Picture Book Animation


Chrysanthemum para ouvir


sexta-feira, 17 de julho de 2015

Em busca de um lugar mais livre

Com 3 novelos (o mundo dá muitas voltas)

 
Em busca de um lugar mais livre onde todos os meninos possam ir à escola, uma família muda-se para outro país. No entanto, apesar de diferente, o país novo que a acolhe está longe de ser perfeito e, neste novo mundo cinzento, a falta liberdade sente-se em coisas tão simples como escolher a cor da camisola que se quer vestir pela manhã...
É então que uma mãe entra em ação.
Na verdade uma mãe, um par de agulhas e três novelos de lã... 

Com as cores de sempre, as mesmas cores de sempre, esta mãe vai lançar mãos à obra e despertar uma pequena revolução na cidade!
Baseada em factos reais, esta história inspira-se na aventura de uma família portuguesa que, no final dos anos 60, fugiu à ditadura do Estado Novo e viveu uma experiência de exílio em vários países. 

Para levar para a praia!


Image of A Sereia e os GigantesEsta é a história de uma das mais belas praias do Algarve...Conta a lenda que havia dois gigantes, o Mar e a Montanha, que nunca se tinham zangado. Um dia, a Sereia chegou e, de imediato, despertou a curiosidade dos gigantes, que logo dela se enamoraram. Numa disputa feroz, o Mar e a Montanha movem céus e terra um contra o outro, na esperança de conquistar o amor da Sereia.
O último livro de Catarina Sobral, originalmente publicado pela SM Ediciones, no âmbito do Prémio Internacional de Ilustração da Feira do Livro de Bolonha 2014 e agora publicado pela Orfeu Negro, é inspirado na lenda da Praia da Rocha.
Um livro onde os mais pequenos se perdem, deslumbrados com o tanto que têm para descobrir. Nós, os mais crescidos, deambulamos deliciados pela praia da Catarina, que é também a nossa. Com a certeza de que quando voltarmos a pisar a areia da Praia da Rocha, nos lembraremos delas. Da Catarina Sobral e da sereia.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

O que é a liberdade?



Para muitos, o passarinho é um símbolo da liberdade. Mas será que ele se sente livre mesmo? E, afinal, o que é a liberdade? Foi pensando nesse conceito tão difícil de compreender que Renata Bueno escreveu este livro recheado de diálogos curiosos entre um passarinho e personagens como um lápis, um camaleão, um espelho, um mágico...
As respostas poéticas de cada um deles sobre o que é a tal da liberdade vão fazer tanto o passarinho quanto os leitores perceberem que essa sensação pode ser diferente para cada um de nós - e nem por isso menos autêntica.
AQUI

Mais algumas sugestões


quarta-feira, 15 de julho de 2015

Para umas férias divertidas!

AQUI

Sonhos transformados em empolgantes viagens pelos caminhos da imaginação. Caminhos com encruzilhadas inesperadas, entre muitos segredos e surpresas, sempre na peugada de coelho Felpudo
Uma história repleta de poesia e com uma forte dimensão onírica, constantes, aliás, em toda a obra de Jimmy Liao. Segredos na Floresta foi o seu primeiro livro. Contrariando a  grande maioria do seu trabalho,  onde a cor assume papel de relevo,  este é um livro a preto e branco,  pincelado de cinzas e azuis. Mas nem por isso, menos fascinante. 
Numa feliz opção, a Kalandraka optou por um livro de formato pequeno e capa mole para dar guarida aos segredos e aos sonhos. Os mesmos que nos levam de volta à  infância e à fantasia dos sonhos que um dia, também escondemos e esquecemos na floresta. Porque as cidades sem sonhos são lugares tristes para as crianças e para os adultos.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Não vale ir à praia sozinho! Leva um livro!


Desde pequena, Rose passa o verão em Awago Beach, numa cabana junto ao lago. Nesta espécie de refúgio, Rose encontra sempre Windy, a sua “amiga das férias" e uma espécie de irmã mais nova, que completa a sua família de verão. Windy e Rose são muito próximas, partilham tudo, costumam fazer tudo juntas. Mas este verão será diferente.
Os pais de Rose não param de discutir e, entre idas à praia e passagens pela loja local para comprar gomas e alugar filmes de terror, as duas amigas veem-se envolvidas num drama que pode acabar mal.
Em Finalmente o Verão, as primas Jillian e Mariko Tamaki (autoras da ilustração e texto, respetivamente) criam um livro vibrante e comovente sobre o fim da infância, a entrada na adolescência e as dores de crescimento que sempre a acompanham.

A estreia de uma novela gráfica na coleção para leitores mais crescidos. E que estreia!...
Finalmente o Verão é uma verdadeira obra-prima da autoria das primas canadianas Jillian e Mariko Tamaki que tem vindo a arrecadar todos os prémios e mais alguns.

Idade recomendada: + 13 anos.



Envolto num invejável palmarés de prémios,  é um livro arrebatador e fascinante. Entre muitos outros atributos, o formato de banda desenhada, a magnificência dos desenhos, os jogos de intensidade da cor azul, a utilização de uma linguagem com a qual os adolescentes facilmente se identificam, fazem de Finalmente o Verão um livro apelativo tanto para jovens como para adultos. Uma pedrada no charco da mediocridade que tantas vezes invade a literatura juvenil.  (Folhear)
Planeta Tangerina




 

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Grandes Portugueses

 
 
A importância de se chamar... Ana de Castro Osório, Azeredo Perdigão, Aristides de Sousa Mendes ou Alfredo Keil. Coincidência ou não, os  últimos quatro biografados da coleção Grandes Vidas Portuguesas têm em comum a primeira letra do nome. Fernando Pessoa, Almada Negreiros, Salgueiro Maia e o Soldado Milhões tinham sido os quatro primeiros vultos desta magnífica coleção editada pelo Pato Lógico em parceria com a Imprensa Nacional- Casa da Moeda.
Uma magnífica forma de apresentar alguns nomes maiores da nossa história aos mais novos. Mas nem por isso menos cativante para os mais velhos. Ficamos à espera... dos senhores que se seguem.
(via Hipopótamos na Lua)

domingo, 12 de julho de 2015

Orientações

Para aprenderes a fazer AQUI

sexta-feira, 10 de julho de 2015

«Perguntem a Sarah Gross»




Não percam a oportunidade, agora que o tempo sobra para rebolar na toalha! Boas leituras!

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Agora que chegaram as férias, fica uma sugestão!




poemas para bocas pequenas


"poemas para bocas pequenas", que acaba de ser editado pela boca, é ao mesmo tempo um livro e um disco, um objeto cultural para aproximar as crianças da poesia, pela mão de margarida mestre e antónio-pedro. ambos assinam a interpretação, os arranjos e alguns dos textos musicados.

antes de ser um audiolivro, foi um recital de poesia para crianças dos três aos cinco anos, encenado em palco. 
no pequeno texto introdutório, margarida mestre explica que queria "fazer notar a qualidade que a poesia tem de 'abrir mundos' no nosso pensamento".

"'abrir mundos' quer dizer tocar o indizível com as palavras ou ir ao encontro daquilo que queríamos dizer, mas não sabíamos como", escreveu.
os poemas surgem acompanhados de ilustrações de marta madureira. 



quinta-feira, 2 de julho de 2015

Vamos navegar?

6 passos para navegares na informação- AQUI

Regras de ouro

 
Com estas sugestões vai ser mais fácil- AQUI


Sublinhar? Nem tudo é importante!

Pode ficar a saber o que deves fazer quando queres selecionar informação - AQUI

É essencial cumprir as regras

Queres apresentar o teu trabalho em PPT? Então não te esqueças de ver a melhor forma de o fazer- AQUI

Fazer um trabalho

Algumas orientações para fazeres aquele trabalho -AQUI

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Nunca pensaste nisto? Vê o passo a passo - AQUI
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João Tordo

Contentor 13

Lídia Jorge

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