segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Oito dicas para ajudar o seu filho a concentrar-se



Semanário SOL    

Oito dicas para ajudar o seu filho a concentrar-se
A incapacidade de manter a atenção pode prejudicar uma criança na escola e, consequentemente, pela vida fora. Uma situação que pode ser desesperante para os pais e para o professor, e que deve ser bem analisada.
Uma criança pode ser desatenta por vários motivos, desde ansiedade, depressão, mudanças repentinas na sua vida (como um divórcio), problemas de aprendizagem ou até mesmo por sofrer de Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção (PHDA).
O psicólogo Jeffrey Bernstein deixa-lhe oito dicas para ajudar uma criança distraída:
1. Tenha consciência: Lembre-se que este tipo de criança muitas vezes se sente diferente das outras.
2. Evite gritar: Ao gritar só o confunde ainda mais, tornando-o mais propício à desconcentração.
3. Mantenha-se calmo, firme e não seja controlador: Esteja tranquilo, não crie expectativas inalcançáveis e tente não dar demasiadas ordens.
4. Seja proactivo e seja comunicativo com os professores: As crianças desatentas desistem rapidamente quando têm de enfrentar obstáculos. Mantenha-se envolvido na vida escolar do seu filho.
5. Incentive o seu filho: Ensine-o a desconstruir tarefas complexas noutras mais pequenas e viáveis. As crianças sentem-se mais motivadas ao conseguir pequenas vitórias e fugir a grandes falhanços.
6. Faça listas: Incentive o seu filho a fazer uma lista de tarefas. É estimulante para uma criança ‘riscar’ as tarefas já cumpridas.
7. Ajude, mas não faça por ele: Ajudar demasiado uma criança a concluir um problema difícil pode fazê-la sentir-se bem, mas não está a ajudá-la verdadeiramente.
8. Promova a auto-estima do seu filho: A maioria das crianças desatentas sente-se inferior aos outros. Demonstre ao seu filho não só que gosta dele, como acredita nele. 

Ligados mas sós - Sherry Turkle


RDP INTERNACIONAL - ESPECIAIS

RDP INTERNACIONAL - ESPECIAIS

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Leituras só para Jovens Adultos?

«Será que se pode ser demasiado velho para ler romances para “Jovens Adultos”?» é a pergunta que John Green, autor de «A Culpa é das Estrelas», coloca e responde num ensaio escrito para a revista Cosmopolitan. Green considera que os adultos não deixam de procurar respostas para perguntas fundamentais a partir do momento em que começam a trabalhar e a constituir as suas famílias. Existirá também contido neste tipo de romances um certo positivismo e uma esperança juvenil de um mundo ainda cheio de segredos por revelar. O autor sente que os temas, até os mais difíceis, são abordados de uma maneira direta e franca que agradará aos leitores adultos.
As respostas possíveis são muitas e variadas, e só cada leitor poderá definir por si exatamente o que retira deste género de literatura, com protagonistas adolescentes em processo de descoberta da realidade.
O artigo de John Green pode ser lido aqui.

FONTE: Revista Fábulas
revista online de Literatura Infantil e Juvenil

domingo, 30 de novembro de 2014

Recordando - Grandes Portugueses - Fernando Pessoa


Competências informáticas e informação no mundo digital


O Prazer dos Livros


If You Love to Read


Um desafio!


A não perder- Nuno Matos Valente apresenta o seu novo livro

Dia 3 de dezembro no auditório da escola, Nuno Matos Valente apresenta O Tesouro do Califa.
Uma aventura no Mosteiro de Alcobaça que nos leva a viajar pela História.
O Tesouro do Califa é o segundo volume da coleção iniciada com o título “A Ordem do Poço do Inferno”. A ação de todos os livros da coleção decorre em Alcobaça, no Mosteiro, nos túneis e nos rios da cidade.
No primeiro livro, graças às aventuras do Leo, da Xana, do Ulisses e do João, descobrimos que o D. Afonso Henriques trouxe para Alcobaça um valioso tesouro, resgatado ao Califa de Santarém na altura da batalha pela conquista de Santarém aos mouros. Ficámos também a saber que esse tesouro tinha poderes extraordinários, e que o D. Afonso Henriques ordenou ao D. Fuas Roupinho que o escondesse com a própria vida aqui, no Castelo de Alcobaça.
O D. Fuas, com medo de ficar sem o tesouro, mandou cavar um buraco muito fundo, onde o pudesse enterrar. Acontece que o buraco foi tão fundo, que descobriram petróleo! No século XII! E foi por isso que o D. Afonso Henriques mandou construir o Mosteiro de Alcobaça: para tapar o poço de petróleo que, na altura, julgavam que era a entrada para o Inferno: O Poço do Inferno.
Neste segundo livro, vamos finalmente descobrir que poderes tão extraordinários são esses que o Tesouro do Califa contém! Vamos perceber qual é a relação do Tesouro do Califa e de Alcobaça com o Terramoto de 1755, ou com a Batalha de Aljubarrota. No entanto, este não será o final da história: haverá um terceiro e último livro da coleção, chamado A Floresta de Metal, com edição prevista para 2015.

O Natal na nossa Biblioteca é com livros! Boas leituras!

 


Divergente, na Biblioteca as aventuras mais recentes


quinta-feira, 27 de novembro de 2014

O que vale a Biblioteca Escolar ?

O que vale a Biblioteca Escolar ? 

10 Coisas que todos deviam saber sobre as bibliotecas escolares das escolas em Portugal 

1 - Não são uma Biblioteca. São um refúgio, um lugar de sonho, um lugar onde se treinam competências como o "saber estar". São Centro de Recursos Educativos e o centro nevrálgico da Escola do século vinte e um.
2 - Fervilham de atividades. Nem sempre são reconhecidas, mesmo pelas pessoas que trabalham nas Escolas. É um erro humano. Diz-se que santos da casa não fazem milagres...mas as Bibliotecas das Escolas em Portugal têm verdadeiros milagreiros.
3 - Transformam-se em auditórios improvisados, porque o espaço nem sempre é o ideal. É a prova de que nas Escolas se ultrapassam dificuldades, porque as telas por vezes são velhas, a Assistente Operacional que ajuda, está sobrecarregada de trabalho, as cadeiras são pesadas e a verba não existe.
4 - Recebem Pais para chá e bolos, ou mesmo para simples palestras. Não com a frequência ideal, mas, lá está, nem sempre há verba, nem sempre há meios, e nem sempre há abundancia de Pais verdadeiramente disponíveis.
5 - São incompreendidas, porque é fácil confundir as suas funções. Por vezes, confundimos trabalho com castigo, investimento com gastar dinheiro, atividades com perda de tempo.
6 - São responsáveis pela Promoção da Leitura. Entre outros objetivos . E a leitura é fundamental. Querem alunos capazes de pensar, de refletir, de criar o seu futuro e de enfrentarem as dificuldades que o mundo lhes está a apresentar.
7- Não são locais de desistência. Quando um Autor se atrasa, quando um Escritor convidado não encanta, quando uma atividade não corre como se pretendia, voltam a tentar, porque os alunos são mais importantes.
8 -São locais que navegam contra ventos e marés. Por vezes há Pais que não querem colaborar, alunos que fazem algum barulho, mochilas que não são colocadas no local correto, mas, mesmo assim, insistem.
9 - Literacia. Informação. Sim. Muito importante. Mas preferimos destacar que são locais de calor humano. De trabalho de equipa. De trabalhos de grupo. De cartazes. De desafios mensais. De colaborações.
10 - Dez. De zero a dez é a nota que lhes damos. Sabem que não é só "com a prata da casa" que se atinge a excelência, que a abertura é sinal de dinamismo, que os horizontes dos alunos são para alargar, sabem que as estratégias são para diversificar.Talvez por isso gostem tanto de receber as atividades dos Contos com Reflexão.  Mundo Brilhante - Facebook

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

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