quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

 


Hoje (27) é o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. Relembrar esse momento da História significa lembrar das vidas de 6 milhões de judeus assassinados pelo regime nazista e os seus colaboradores.
O Holocausto começou com palavras - e na era da ‘internet’ e das médias sociais, o poder da propaganda é mais devastador do que nunca. A educação e o conhecimento podem ajudar a prevenir o genocídio e a violência contra seres humanos em todas as suas formas. Precisamos garantir que os horrores do Holocausto sejam conhecidos por todos e nunca esquecidos.

Via: UNESCO- Brasil














domingo, 24 de janeiro de 2021

Dia 24 de janeiro é dia de exercer um direito e cumprir um dever!

 

A mulher e o direito ao voto


O acesso da mulher ao voto e a outros direitos levou anos a acontecer. Carolina Beatriz Ângelo foi a primeira mulher a votar em Portugal, mas aproveitou um buraco na legislação portuguesa para o fazer.

No primeiro ato eleitoral da recém-nascida República, em 1911, era permitido o voto a todos os chefes de família que soubessem ler. Como não era referido o género, Carolina Ângelo, médica, viúva, e por isso, chefe de família, foi uma das pessoas que votou. Seria a única mulher a fazê-lo.

No ato eleitoral de 1913 as mulheres já não podiam votar, pois tinha sido aprovada legislação, que especificava que apenas os homens o podiam fazer.

Em 1928 esta é uma das reivindicações fundamentais do Congresso Feminino de Portugal, mas há outras preocupações que ganham importância relacionada, nomeadamente, com a questão do corpo e da saúde da mulher.

Temas que vão merecer atenção e causar polémica nas décadas seguintes, nomeadamente, em livros como o de Maria Lamas, “Mulheres do meu país”, ou “Novas Cartas Portuguesas”, textos de um grupo de autoras que ficariam conhecidas como “As Três Marias”.

Ver AQUI

sábado, 23 de janeiro de 2021

DIA MUNDIAL DA LIBERDADE

CATEGORIAS


O Dia Mundial da Liberdade celebra-se anualmente a 23 de janeiro. Esta data foi criada pela ONU
 e proclamada pela UNESCO.
A liberdade é um direito de todos os seres humanos para realizarem as suas próprias escolhas,
para traçarem o seu futuro e determinarem as suas opções de vida.
A Liberdade está consagrada na Declaração Universal dos Direitos Humanos no
artigo 1.º: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de
 consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.”
O Artigo 2.º da Declaração Universal dos Direitos Humanos refere ainda
que: “Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, 
sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política
 ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação.”
Não podemos deixar esquecer este direito que defende que todos os seres humanos são livres
 de realizar as suas próprias escolhas, de traçar o seu futuro e determinar as suas opções de vida.
Quanto às “liberdades”, temos:
Liberdade de consciência - direito de professar as opiniões religiosas e políticas que se julgarem verdadeiras.
Liberdade de imprensa - direito que os meios de comunicação social têm de emitir ou divulgar opiniões,
factos, pensamentos, etc., sem censura prévia.
Liberdade individual - garantia que todos os cidadãos têm de não serem impedidos do exercício dos seus
 direitos, exceto nos casos determinados pela lei.
 

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Verdade ou Mentira?

 

O jogo que  te vai ajudar a descobrir a Verdade




AQUI

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Recomendado

 

Li e fiquei completamente apaixonada por este livro. Todas as crianças deveriam lê-lo pois contribuirá certamente para as tornar mais empáticas e amáveis. Precisamos disso neste mundo por vezes tão intolerante e sem sentido

Aborda o tema difícil dos refugiados, pelo olhar inocente de uma criança.

Chegou um novo aluno à turma. Ele senta-se na última fila e não sorri, não fala e nem olha para ninguém. Chama-se Ahmet.

Muito curiosos, quatro meninos verdadeiramente especiais, fazem de tudo para se aproximar dele e conhecer a sua história. Descobrem que o Ahmet é um menino refugiado que fugiu do seu país por causa da guerra e que na viagem foi separado da família.

Para o ajudar a reencontrar a família, os amigos têm “A Melhor Ideia do Mundo” e elaboram um plano extraordinário que envolve a própria Rainha de Inglaterra.

Este livro, ao mesmo tempo que fala de um assunto difícil que nos comove e entristece, tem muitos momentos leves, divertidos e que nos dão esperança.

Recomendo MUITO, MUITO, MUITO para todos com mais de 9 anos.

Fonte: 

Maria Contarolante by Maria João Viegas



Pequeno raio de esperança, curta metragem animado, Soar by Alyce Tzue

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

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