domingo, 13 de abril de 2014

O Vento Assobiando nas Gruas, de Lídia Jorge


Estação Central, de José Tolentino Mendonça


O Vento dos Outros, de Raquel Ochoa


18 Palavras Difíceis, de Luís Rainha


A Grande Fábrica de Palavras, com texto de Agnès ...


Eu Não Fui!


O Doutor Tiradores


Perdido e Achado


A Gigantesca Pequena Coisa


Se eu fosse um livro


Na floresta da preguiça


Um Segredo do Bosque


Aproveite as férias para fazer muito exercício!


DEPENDE DA POSIÇÃO...

Segundo estudos recentes,
Parado, fortalece a coluna;
De cabeça baixa estimula a circulação do sangue;...
De barriga para cima é mais prazeroso;
Sozinho, é estimulante, mas egoísta;
Em grupo, pode até ser divertido;
No banho pode ser arriscado;
No automóvel, é muito perigoso...
Com frequência, desenvolve a imaginação;
Entre duas pessoas, enriquece o conhecimento;
De joelhos, o resultado pode ser doloroso...
Enfim, sobre a mesa ou no escritório, antes de comer ou na sobremesa, sobre a cama ou na rede, nu ou vestido, sobre o sofá ou no tapete, com música ou em silêncio, entre lençóis ou no closet; sempre é um ato de amor e de enriquecimento.

Não importa a idade, nem a raça, nem a crença, nem o sexo, nem a posição socioeconómico...

...Ler é sempre um prazer!!!
in Miscelânea 

sexta-feira, 11 de abril de 2014

quinta-feira, 10 de abril de 2014

em bom português


Um segredo


A Desumanização

 
A Islândia, cenário do romance "A desumanização" (ed. Porto Editora), de Valter Hugo Mãe, entra na literatura do escritor através da música e da transcendência: «O primeiro islandês de quem eu gostei foi Hilmar Örn Hilmarsson, a quem dedico o livro».
«É um músico que hoje está mais pacificado, mas que era uma espécie de punk com espiritualidade. Era um indivíduo que auscultava a transcendência, e isso era-me muito motivador», explica em entrevista ao programa "Ensaio geral", da Renascença.
A par da energia do «rock experimental» de Hilmarsson, estava sempre presente «uma dimensão de alguma redenção, de alguma expetativa espiritual da existência».
«Parecia-me que se Deus, eventualmente, se quisesse pronunciar, a Islândia era o espaço reservado para isso. Se Deus pudesse ser um lugar na Terra, talvez fosse a Islândia. Inconscientemente fui guardando esta imagem», assinala.
O silêncio da ilha nórdica coabita com o incessante murmúrio que se ouve, vê e sente sob a terra, «uma espécie de sossego aflito»: «A iminência da erupção dos vulcões, o nevoeiro denso que parece palpável e que nos torna cegos, os temporais... tudo isto interrompe a ideia de solidão».
O escritor de 42 anos nascido em Angola vê a Islândia como «sinónimo de solidão, que acaba por ser problematizada pela espiritualização. Ou seja, é uma solidão aparente».
O romance fala de uma «interrogação existencial» através da história de uma menina que «conta o que fica depois da perda de uma irmã gémea», nota o presidente do Centro Nacional de Cultura, Guilherme d'Oliveira Martins, numa narrativa em que «a tristeza se debate com a força da vida».
«A morte parece ser o negativo da vida, mas não é a absoluta não existência. A morte é, de facto, uma companhia. As pistas para o "ter estado" da pessoa que já não está acabam por se reformular e, de alguma forma, continuam a ser uma presença», sublinha Valter Hugo Mãe.
E porquê "A desumanização"?: «Nasce de alguma frustração minha ao perceber que os nossos traços humanos têm de ser disciplinados, em prol da resistência, da sobrevivência, como se precisássemos de ser menos gente para conseguirmos continuar a ser gente».
Por outras palavras: «Passarmos a ter saudades de nós mesmos, julgando que um dia fomos melhores pessoas e que a vida nos obrigou a destruir um pouco a humanidade que tínhamos».
As ilustrações evocam as auroras boreais da Islândia e conferem uma «dimensão da pureza» à narrativa.
Valter Hugo Mãe vê nos «monstros bonitos» desenhados por Cristina Valadas a «elevação das coisas feias a uma certa beleza», arriscando a possibilidade de «assacar coisas bonitas à fealdade e à dor».
Esta e outras propostas foram sugeridas no programa “Ensaio geral”, da jornalista Maria João Costa, que a Renascença transmite às sextas-feiras às 23h30, e que pode ser ouvido na íntegra na internet.

FONTE: Maria João Costa
Com SNPC/rjm
In Renascença
12.02.14
 

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Um romance inesquecível

Um romance inesquecível que faz parte dos currículos escolares nos Estados Unidos, escrito por um autor jovem que se está a  tornar num ícone da escrita para adolescentes e jovens adultos.

“O Coronel riu-se. Eu fiquei especado a olhar, por um lado aturdido pela força da voz emanada pela pequenita (mas, oh meu Deus, com belas curvas) rapariga e por outro lado pelas gigantescas pilhas de livros que lhe forravam as paredes. A sua biblioteca enchia-lhe as estantes e depois transbordava para montes de livros por toda a parte que nos davam pela cintura, empilhados ao acaso contra as paredes. Bastava que um se mexesse para que o efeito dominó nos engolisse aos três numa asfixiante massa de literatura.” (pág. 22)
“Foi a primeira vez que a vi, e agora íamos a caminho da última. Mais do que tudo, eu sentia a injustiça da coisa, a incontestável injustiça de amar alguém que também me podia ter amado, mas que não pôde devido à morte, e depois inclinei-me para a frente, com a testa encostada à parte de trás do encosto de cabeça de Tukami, e chorei, soluçando, sentindo mais dor do que tristeza. Doía e não era um eufemismo. Doía como se me tivessem dado uma surra.” (pág. 170)
Sinopse
“À Procura de Alaska conta a história de Miles Halter, um miúdo fascinado com “famosas últimas palavras” e cansado de viver no aconchego caseiro. Quando Miles vai parar a um colégio interno procurar aquilo a que o poeta François Rabelais chamava de o “Grande Talvez”, vai encontrar um outro universo do qual faz parte uma jovem chamada Alaska Young. Lindíssima, esperta, divertida, sensual, transtornada… e completamente fascinante, Alaska atrai Miles para o seu labirinto e catapulta-o para esse “Grande Talvez” tão desejado. Miles Halter não podia estar mais apaixonado por ela. Mas quando a tragédia lhe bate à porta, ele descobre o valor e a dor de viver e amar de modo incondicional. Nunca mais nada será como era.”
Asa, 2012

Para ver e ouvir


em bom português


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