Lê AQUI os livros e mãos à obra!
QUANDO SE ENTRA NUMA BIBLIOTECA NUNCA SE SAI IGUAL LÁ DENTRO ESTÁ O MUNDO TODO!
quarta-feira, 17 de março de 2021
Para não desperdiçar nada!

quarta-feira, 10 de março de 2021
Esperança!
Photo by Irina Babina on Unsplash
Acalentamos esperança de dias melhores. A esperança é uma ideia concreta, um sentimento do que é possível, uma projeção futura do que queremos agora. Ao direcionar para o futuro, a esperança evoca um desejo do presente. A esperança tem sido também um motor de transformação na humanidade no sentido de mobilizar pessoas insatisfeitas que almejam um futuro diferente.
A forma como vivemos o presente e imaginamos o futuro regula a personalidade de cada indivíduo. O otimismo tem a ver com pensar que as coisas vão correr sempre muito bem e acontecer tal qual as imaginámos. O modo como aprendemos a gerir as expectativas irá ditar se somos uma pessoa mais otimista ou mais pessimista, havendo até uma ideia de que os pessimistas podem ser mais felizes, por viverem com níveis de expectativas mais baixos.
Para racionalizar a esperança, esta esperança de dias melhores, fazemos o exercício de olhar a realidade, tal como ela se nos apresenta, e de traduzir esse sentimento nas causas que a concebem, e pensando as razões que nos permitem esperar o melhor daquilo que imaginamos. Também o conhecimento do mundo, do que se passa à nossa volta, ou até experiências idênticas mas em contextos mais longínquos, permite relativizar a nossa própria realidade, refletir sobre ela e ir encontrando algum equilíbrio nessa gestão de expectativas.
Ter esperança é parecido com saber esperar e saber esperar é uma coisa que demora a aprender e não é fácil ensinar. A leitura mediada de livros álbum é uma oportunidade para criar um espaço/ tempo para pensar em conjunto e partilhar ideias, experiências e emoções. Sugere-se um conjunto de álbuns que permitirão trazer à discussão e reflexão estas temáticas, assim como um livro digital que ficciona a experiência da pandemia com crianças de diferentes partes do mundo. Pelas suas características textuais e gráficas, podem ser utilizados com alunos de diferentes faixas etárias.
A árvore vermelha, Shaun Tan, Kalandraka
“A árvore vermelha é um canto poético à esperança, ainda que grande parte das suas ilustrações transporte o leitor para um mundo cinzento, agonizante e atemorizador. A protagonista sente-se triste, incompreendida, perdida, desorientada, vazia e vencida por circunstâncias adversas... mas eis que, quando e onde menos se espera, surge a luz ao fundo do túnel, o motivo desejado para vencer o desânimo.” (resenha da editora)
Espera, Miyuki, de Roxane Marie Galliez e Seng Soun Ratanavanh, Orfeu Negro
“Espera, Miyuki é um livro sobre a (im)paciência, que nos fala da arte de saber esperar. Delicado e sonhador, este álbum convida-nos a parar e a descobrir a lenta valsa de cada momento.” (resenha da editora)
À Procura de Ontem, Alison Jay, Fábula
“Um rapaz decide ir à procura de ontem, pois foi o seu melhor dia de sempre. Para isso, usa todo o seu conhecimento científico na tentativa de voltar ao passado, mas sem sucesso. É então que vai ter com o avô e lhe pede ajuda. Este vai mostrar-lhe que mais importante do que voltar a ontem é viver plenamente o hoje. Todos gostamos de guardar as boas recordações de experiências passadas, mas o melhor ainda pode estar para vir. Há que aproveitar tudo o que de bom o dia de hoje nos pode trazer.” (resenha da editora)
Ainda nada, Christian Voltz, Kalandraka
“Uma manhã bem cedo, o Sr. Luís cavou um buraco na terra onde deixou cair uma semente. Sob o olhar expectante de um pássaro, sempre presente, foi medrando nele o desejo de ver brotar e crescer a flor que plantou. Mas, «Ainda nada?», perguntava ele, dia após dia, ao ver que nada acontecia, até ao momento em que… O texto aparentemente simples deste álbum encerra uma mensagem fulcral: a descoberta da paciência e a virtude da perseverança. Através do processo do nascimento e crescimento de uma planta, Christian Voltz constrói uma metáfora da própria vida, com as suas frustrações, mas também com as suas satisfações.” (resenha Wook)
Esperança, onde está você?, Lego Foundation
Escrito pelos professores Armand Doucet (Canadá) e Elisa Guerra (México), o livro infantil “Esperança, onde está você?” conta a história de seis crianças, moradoras de diversas partes do planeta, que enfrentam o encerramento de escolas em virtude da COVID-19. Abordando as suas frustrações e desafios, as histórias seguem um padrão semelhante, visando levar uma mensagem de esperança. O projeto, uma iniciativa da Lego Foundation, foi traduzido por educadores voluntários para aproximadamente 30 idiomas. A versão em português PT pode ser descarregada aqui.
Pistas para discussão:
Afinal a esperança existe? Será a esperança uma ilusão ou aquilo que é possível? É bom ter esperança? Pode-se viver sem esperança? Pode-se viver com esperanças desmedidas?
O que posso fazer para concretizar um futuro que desejo? Como posso lidar com as coisas que não dependem de mim?
Como percebemos os provérbios contraditórios “Quem espera, sempre alcança” e “Quem espera, desespera”? É possível encontrar um equilíbrio?
Fonte: Rede de Bibliotecas Escolares- Blogue

segunda-feira, 8 de março de 2021
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021
Da janela da minha casa!
Para todos os tamanhos! Da janela da minha casa: proposta pedagógica com recurso a livros-álbum
Photo by Mathyas Kurmann on Unsplash
Vizinho, de acordo com o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa é um adjetivo que designa o próximo, que está perto, assim como, em sentido figurado, descreve a relação do que é semelhante ou tem alguma analogia ou afinidade.
As relações de vizinhança são muito diferentes consoante vivamos num centro urbano, numa aldeia ou no meio rural, num prédio, numa moradia ou numa quinta. As regras de confinamento, que nos obrigam a permanecer em casa muito mais tempo do que aquilo a que estávamos habituados, condicionam estas relações, aproximando ou, pelo contrário, gerando mal-estar.
Há vizinhos discretos e há vizinhos que nos atormentam a vida. Há vizinhos que são família e há vizinhos que são como fantasmas. Há vizinhos com rotinas que reconhecemos e há vizinhos com hábitos que não compreendemos. Há vizinhos que cantam no duche, que jogam à bola sem balizas, que nos abrem o apetite com os seus cozinhados, que discutem em estéreo ou que estão sempre em festa…
Se, por um lado, a pandemia acentuou a relação de interdependência entre as pessoas, por outro lado, tornou regra o distanciamento social. Num tempo em que estamos afastados dos que nos são mais queridos, como vivemos com os que nos estão mais próximos?
A leitura mediada de livros álbum é uma oportunidade para criar um espaço/ tempo para pensar em conjunto e partilhar ideias, experiências e emoções. Sugere-se um conjunto de álbuns que, pelas suas características textuais e gráficas, podem ser utilizados com alunos de diferentes faixas etárias.
Os vizinhos, de Einat Tsarfati. Editora Fábula
«O prédio onde eu moro tem sete andares. E em cada andar há uma porta um bocadinho diferente. Enquanto sobe as escadas para chegar a casa, uma menina curiosa observa os pormenores, sente os cheiros e ouve os sons de cada andar. Através deles, imagina o que haverá por detrás de cada porta e na sua cabeça os seus vizinhos são fantásticos acrobatas, ladrões de obras de arte, músicos… em contraste com os seus pais, que são muito aborrecidos. Mas será que é mesmo assim?.» (resenha da editora)
1.º Direito, Texto: Ricardo Henriques, Ilustrações: Nicolau, Editora Pato Lógico
«Este é um livro para pessoas que gostam de observar pessoas, como acontece com Graça, a protagonista desta história, contada com cores quentes, contornos policiais e alguma intriga internacional. Graça desconfia que o vizinho do 1.º direito anda a planear um assalto. Será verdade? Pelo caminho vamos conhecer várias vidas do prédio em frente: os clientes do Café Dias, um músico que dá concertos para a vizinhança e um fotógrafo incompreendido, entre outras. Quem é que observa quem? Só saberemos no final da investigação em curso.» (resenha da editora)
Estranhóides, Eva Montanari, Livros Horizonte
«Qual a melhor maneira de fazer amigos quando se muda para um prédio novo? Espreitando os seus moradores pelo buraco da fechadura! Só que, vistos desta maneira, mesmo nas suas tarefas mais normais, os vizinhos parecem personagens bizarros, estranhos. Estranhóides, está bem de ver. Até que decidimos passar a conhecê-los melhor…» (resenha da editora)
Perto, de Natalia Colombo, Kalandraka
«O senhor Pato vai trabalhar todos os dias. O senhor Coelho também vai trabalhar todos os dias. Cruzam-se sempre...
"Perto" é uma fábula sobre a falta de comunicação, uma reflexão poética e profunda sobre as relações interpessoais e o individualismo, os desejos e as emoções. Do ponto de vista literário, destaca-se pela sua simplicidade narrativa e pela engrenagem interna do relato, que plasma o paralelismo entre as ações dos protagonistas: um pato e um coelho que vivem encerrados na sua solidão; nesse sentido, a obra convida o leitor a não voltar as costas aos outros.» (resenha da editora)
Pistas para discussão:
O que sabemos sobre os nossos vizinhos? Pode-se procurar histórias de vida, reais ou deixar a imaginação tomar as rédeas do nosso pensamento.
Que valores são realmente importantes para estabelecer relações de boa vizinhança? Podemos começar pelo ponto de vista ambiental: Como pensamos as questões da reciclagem e reutilização, dos consumos e conservação em partes comuns, do ruído? Do ponto de vista cultural, o que podemos ganhar com a diversidade? E do ponto de vista social, estaremos atentos e disponíveis para apoiar quem precisa?
Fonte: Rede de Bibliotecas Escolares

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021
Com uma Lenda por dia não sabe o Portugal que descobria - Episódio 1

terça-feira, 23 de fevereiro de 2021
Com uma Lenda por dia não sabe o Portugal que descobria - Episódio 2

sábado, 20 de fevereiro de 2021
GamEmotion trailer

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021
Hair Love
uma curta-metragem animada de Matthew A. Cherry, vencedora de um Óscar, conta a comovente história de um pai afroamericano que aprende a cuidar o cabelo da filha pela primeira vez.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021
Ser diferente

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021
Saudades do teu abraço

Profissões da Floresta

A CASA DA POESIA - Poesia de José Jorge Letria

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021
Internet+Segura2021

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021
Com uma Lenda por dia não sabe o Portugal que descobria - Episódio 3

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021
“Economia com quem sabe” – Hipoteca

António Zambujo - Ou Ficam em Casa ou Vou-me Passar (Covid-19)

Poesia de ALICE VIEIRA

Regras de Etiqueta nas Aulas Online

Juntos podemos reflorestar o mar: Dina Santos ~ Together we can reforest...

sábado, 30 de janeiro de 2021
Dia Internacional da Não Violência e da Paz nas Escolas

Eu jogo pelos Direitos Humanos!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021
Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021
Uma História Tradicional por dia não sabe o bem que lhe fazia - Episódio 42

Uma História Tradicional por dia não sabe o bem que lhe fazia - Episódio 41

Uma História Tradicional por dia não sabe o bem que lhe fazia - Episódio 43

domingo, 24 de janeiro de 2021
Dia 24 de janeiro é dia de exercer um direito e cumprir um dever!
A mulher e o direito ao voto
O acesso da mulher ao voto e a outros direitos levou anos a acontecer. Carolina Beatriz Ângelo foi a primeira mulher a votar em Portugal, mas aproveitou um buraco na legislação portuguesa para o fazer.
No primeiro ato eleitoral da recém-nascida República, em 1911, era permitido o voto a todos os chefes de família que soubessem ler. Como não era referido o género, Carolina Ângelo, médica, viúva, e por isso, chefe de família, foi uma das pessoas que votou. Seria a única mulher a fazê-lo.
No ato eleitoral de 1913 as mulheres já não podiam votar, pois tinha sido aprovada legislação, que especificava que apenas os homens o podiam fazer.
Em 1928 esta é uma das reivindicações fundamentais do Congresso Feminino de Portugal, mas há outras preocupações que ganham importância relacionada, nomeadamente, com a questão do corpo e da saúde da mulher.
Temas que vão merecer atenção e causar polémica nas décadas seguintes, nomeadamente, em livros como o de Maria Lamas, “Mulheres do meu país”, ou “Novas Cartas Portuguesas”, textos de um grupo de autoras que ficariam conhecidas como “As Três Marias”.

sábado, 23 de janeiro de 2021
DIA MUNDIAL DA LIBERDADE
CATEGORIAS
e proclamada pela UNESCO.
A liberdade é um direito de todos os seres humanos para realizarem as suas próprias escolhas,
para traçarem o seu futuro e determinarem as suas opções de vida.
A Liberdade está consagrada na Declaração Universal dos Direitos Humanos no
O Artigo 2.º da Declaração Universal dos Direitos Humanos refere ainda
Não podemos deixar esquecer este direito que defende que todos os seres humanos são livres
Quanto às “liberdades”, temos:
Liberdade de consciência - direito de professar as opiniões religiosas e políticas que se julgarem verdadeiras.
Liberdade de imprensa - direito que os meios de comunicação social têm de emitir ou divulgar opiniões,

sexta-feira, 22 de janeiro de 2021
Mensagem do secretário-geral no Dia Internacional da Educação

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