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quarta-feira, 20 de abril de 2022

Para que servem os problemas?

Esta é uma história sobre um problema que não se resolve sozinho


Para que servem os problemas?

Desafiam-nos, moldam-nos e ajudam-nos a descobrir o quão fortes, corajosos e capazes somos.
Apesar de nunca os querermos, os problemas arranjam uma forma de nos transformar.
Esta é uma história sobre um problema que não se resolve sozinho e um menino que decide encará-lo.






A TERRÍVEL Tia Alberta

 Tens uma tia malvada? 

Ela:
- obriga-te a comer sobremesas nojentas?
- tricota camisolas ásperas que dizem «Adoro a minha tia» à frente?
- dá-te beijos repenicados e belisca-te a bochecha com força?
Pois, por muito terrível que a tua tia seja, jamais será capaz de superar a malvadez da Tia Alberta. Não acreditas? Então, lê e descobre!

domingo, 31 de maio de 2015

Dentes de Rato


Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o 7º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada - Grau de Dificuldade II.

«Lourença tinha três irmãos. Todos aprendiam a fazer habilidades como cãezinhos, e tocavam guitarra ou dançavam em pontas dos pés. Ela não. Era até um bocado infeliz para aprender, e admirava-se de que lhe quisessem ensinar tantas coisas aborrecidas e que ela tinha de esquecer o mais depressa possível. O que mais gostava de fazer era comer maçãs e deitar-se para dormir. Mas não dormia. Fechava os olhos e acontecia-lhe então uma aventura bonita, e conhecia gente maravilhosa.»

Uma avó tão irrequieta...vizinha choramingona...taxista apaixonado...uns pais que arrulham como pombinhos

 
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o 6º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma.

Uma avó tão irrequieta que partiu uma perna a fazer esqui! Uma amiga com o estranho nome de Galochas. Uma irmã chanfrada. Uma vizinha choramingona e um taxista apaixonado por ela. Uma porteira que atrai as pulgas e um fantasma que resolve visitar a sua viúva. Um primo que é tanso e uma namorada ucraniana que fala uma língua que nem ele entende. Uma cabeça de esfregão ralado e uma tia também. Uns pais que arrulham como pombinhos e uma casa mesmo a deitar por fora onde a família não cabe mas não para de entrar — Ufa! Não é nada fácil ser-se adolescente, chamar-se Maria Ana (não, não é Mariana, quantas vezes será preciso dizer?!) e sobretudo ter de observar os estranhos efeitos que o amor tem nas pessoas…

domingo, 21 de abril de 2013

Para que se goste de Portugal a sério

Contar Portugal aos mais pequenos é um desafio de peso, sobretudo porque se trata de um exercício de memória projectado para o futuro e de lançar à terra uma semente que pode levar, os que ainda há pouco chegaram, a conviver com os conceitos de «pátria», «saudade», «povo», «passado» e «destino».
José Jorge Letria, no texto, e Henrique Cayatte, nas ilustrações, aceitaram esse desafio e dele nasceu O Meu Primeiro Portugal, livro de afectos partilhados, de memórias sensíveis e de sonhos que nunca prescreveram. Este é um livro para crianças de que os mais crescidos também podem e devem gostar. Este é um livro onde se fala do passado com os olhos postos no futuro. Este é um livro onde se fala do orgulho de se pertencer a uma pátria com muita História, com muitas histórias para contar, de uma pátria que andou nas errâncias do mundo sem nunca perder o desejo de regressar às fontes e à raiz. O Meu Primeiro Portugal, tendo em fundo o Hino Nacional, é um livro pensado e feito para que se goste a sério de Portugal. Porque ele merece. Porque todos nós merecemos. E não há amor como o primeiro


PNL- Livro recomendado para apoio a projectos relacionados com História de Portugal nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

NOVO LIVRO DE STILTON AVENTURA ENTRE JORNAIS

Segue mais um hilariante episódio de Geronimo Stilton e descobre o enigma do jornal concorrente que o está a deixar pensativo. Como é que A Gazeta do Rato consegue ter acesso a todas as notícias em primeira mão?

«A Gazeta do Rato, o jornal da Sally Rasmaussen, está a publicar furos extrarráticos: os novos enviados da Escola de Jornalismo Acrobático conseguem deitar a unha às notícias primeiro que qualquer outro! Mas como é possível? Como fazem para saber tudo antecipadamente? Este é um estranho caso para a família Stilton!»

E a grande novidade está em:
http://www.geronimostilton.com/portal/PT/pt/home o site mais extrarrático da Internet onde poderás criar o teu rato-perfil personalizado, ver vídeos, jogar, ler, escrever, cantar, explorar a Ratázia e manter-te a par das novidades vindas diretamente da Ilha dos Ratos!

Geronimo Stilton: Natural de Ratázia (Ilha dos Ratos), é formado em Ratologia da Literatura Rática e em Filosofia Arqueorrática Comparada. Há vinte anos que dirige o jornal Diário dos Roedores.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Uma extra-rática aventura

Uma misteriosa ameaça paira sobre o rancho de Nicky na Austrália. Mas as Tea Sisters estão prontas a enfrentá-las juntas, viajando até ao coração da Austrália e ainda mais além, numa nova e extra-rática aventura!

Site


Clica na imagem para leres mais!

Fonte: Editorial Presença

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

vol2

Os Filhos do Flagelo

 A demanda de Aewyre e dos seus companheiros prossegue, na tentativa de   chegar a Asmodeon e levantar o véu de mistério que envolve o desaparecimento de Aezrel Thoryn, mas muitas são as adversidades que têm de enfrentar a caminho do seu destino. Separados, os companheiros mais que nunca dependem uns dos outros para sobreviverem às provações que se lhes depararão: Quenestil e Babaki, que partiram em busca de Slayra e dos seus captores, e o resto do grupo, que segue para as inóspitas estepes de Karatai em perseguição de Kror, o enigmático drahreg que partilha com o jovem Thoryn a Essência da Lâmina, um segredo milenar dos guerreiros de Allaryia. A saída de Ancalach, a Espada dos Reis, do reino de Ul-Thoryn, fez despertar de um longo torpor os filhos da Sombra, começando a libertar a sua pérfida influência maligna. Insidiosamente, a coberto das sombras, nos obscuros espaços das trevas, o Mal vai estendendo os seus múltiplos e mortíferos tentáculos, antecipando o abraço letal, e tornando, a cada momento, mais visíveis os contornos tenebrosos das suas reais intenções. Há um perigo oculto do qual as gentes de Allaryia ainda não se aperceberam e Pearnon, o Escriba, pressente-o sem o poder transmitir. A determinação e a força de armas de Aewyre e seus companheiros serão certamente postas à prova nos tempos vindouros…
A Manopla de Karasthan saiu em Abril de 2001, e Os Filhos do Flagelo seguiram-se-lhe em Dezembro do mesmo ano, não por eu o ter escrito à pressa, mas porque já começara antes sequer de saber os resultados do Prémio Branquinho da Fonseca. Por esta altura, Allaryia começou a desenvolver-se mais como mundo, tornando-se lentamente em algo mais que um ringue de boxe com uma história da criação. Em parte devido à já infame estrutura de «dois grupos, duas linhas de enredo», fui-me deixando cativar por outros prazeres na escrita além da descrição de combates (que contudo permanece a minha favorita), e as críticas levam-me a crer que isso transparece neste livro.
Palavras: 162.508
Páginas (livro): 444
Páginas (manuscrito): 543
Tempo de produção: 1 ano
Frase mais marcante: «Vamos fazer um bebé.»
Espaço de publicação entre a Manopla: 8 meses
Queixas devido a uma certa morte: Bastantes
Tannath, o vilão que muitos adoraram odiar e odiaram adorar.
As primeiras palavras proferidas aquando da entrega do esboço
foram «que fixe!», mas não por mim.

FONTE:

O mistério adensa-se

Nova incursão na fervilhante Allaryia, neste terceiro volume das suas crónicas, contadas pelo fiel escriba, Pearnon. Reencontramos Aewyre e os seus companheiros na cidade de Val-Oryth em Tanarch, a um passo do seu destino último: Asmodeon. Aí, Aewyre espera poder por fim descortinar o destino de seu pai Aezrel, o desaparecido campeão de Allaryia. O jovem príncipe e os seus companheiros aprofundaram entretanto os laços de amizade que os unem, mas não sem duros sacrifícios, dos quais resultaram feridas profundas que dificilmente sararão. Velhos inimigos regressam para atormentar o grupo, e nas sombras da própria Val-Oryth residem perigosos adversários que os companheiros desconhecem e que os submeterão a rudes provações. Não muito longe de Tanarch, as Marés Negras sobem uma vez mais, trazendo consigo memórias de um passado sombrio e pressagiando tempos conturbados para Allaryia e todos os seus habitantes. O mistério adensa-se, a adrenalina sobe e Filipe Faria conquista cada vez mais adeptos entusiastas.

Fica preso a Allaryia



"Os deuses estão mortos, e a sua queda deixa Allaryia à beira de uma espiral de desordem e destruição. As sementes dos planos d´O Flagelo germinam em segredo, e Aewyre Thoryn e os seus companheiros são os únicos que estão cientes da insidiosa ameaça, bem como os únicos em condições de a combater. Dá-se então início a uma desesperada corrida contra o tempo, enquanto servos renegados de Seltor conspiram para levarem a cabo a queda de Ul-Thoryn. Uma ameaça de tempos imemoriais acerca-se entretanto da Pérola do Sul, ameaçando cortar pela raiz a resistência contra O Flagelo. Este é ponto de viragem da Oitava Era, após o qual nada será como dantes em Allaryia."




Título: O Fado da Sombra
Autor: Filipe Faria
Editora: Ed. Presença
Nº de páginas: 530

Fantásticas aventuras

A Manopla de Karasthan juntou-os.
Os Filhos do Flagelo uniram-nos.
As Marés Negras marcaram-nos.
A Essência da Lâmina separou-os.
As Vagas de Fogo deram-lhes esperança.
O Fado da Sombra destruiu-a.
Tomados pelo desânimo, os companheiros enfrentam agora o seu maior desafio e o Oblívio ameaça a própria existência, da mesma forma que parece ser a sua única salvação. Na mais negra hora de Allaryia, a Sombra ergue-se triunfante, mas nem tudo o que parece o é, e ainda falta a’O Flagelo jogar a sua última cartada…


        
Primeiro esboço da capa do Oblívio. O Kror era para aparecer na versão final, mas acabou vítima do título do próprio livro...

 " A quem gosta do escrevo,por me ter permitido continuar um sonho.
A quem não gosta do que escrevo, por não me ter ignorado. A quem  me ignorou, por não ter deixado que o (relativo) sucesso me subisse à cabeça. " Filipe Faria

Filipe Faria nasceu em 1982, em Lisboa. Frequentou a Escola Alemã de Lisboa desde o jardim de infância até completar o 12º ano de escolaridade. O contacto e convívio com aquela cultura de origem germânica, tão diferente da nossa, possibilitou a abertura de novos horizontes. Impulsionado pelo forte interesse demonstrado pelo período negro da Idade Média, e pela descoberta algo fortuita de uma verdadeira relíquia na biblioteca escolar - a Tolkien Bestiary -, cultivou, desde cedo, a paixão pela literatura fantástica. As «Crónicas de Allaryia» assinalam a sua estreia no mundo literário. Uma obra que nasceu de uns esboços de uma aventura, iniciados hà cerca de quatro anos, que lentamente ganharam corpo e forma e evoluíram para um livro de quase 600 páginas. Em 2001 foi o vencedor do Prémio Branquinho da Fonseca, organizado pela Fundação Calouste Gulbenkian e Jornal Expresso. Em 2002 ganhou o Prémio Matilde Rosa Araújo - Revelação na Literatura Infantil e Juvenil. Actualmente encontra-se a frequentar o curso de Línguas e Literaturas Modernas na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas. E o resto é uma história ainda por escrever…

Brinca com a ciência!

Apoio a Projetos Relacionados com Temas Científicos
Conheces a Casa dos Pequenos Cientistas? É uma casa muito especial, tem pés e anda sempre a correr mundo. Cada manhã, os seus habitantes acordam num lugar diferente do planeta, sempre com novos fenómenos para investigar. É lá que vivem a Carla, a Luísa, o Vicente e muitos outros meninos cheios de curiosidade e desejo de experimentar e compreender o mundo que os rodeia. Se também gostas de fazer experiências para desvendares os segredos das ciências da natureza e da tecnologia, tens aqui uma oportunidade fantástica. Vem descobrir como é divertida a Casa dos Pequenos Cientistas!
Livro Recomendado pelo Plano Nacional de Leitura3º, 4º, 5º e 6º Anos de Escolaridade

quinta-feira, 8 de março de 2012

Capitães da Areia





Plano Nacional de Leitura   Livro recomendado no programa de português do 9º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada na sala de aula.
Capitães da Areia é o livro de Jorge Amado mais vendido em todo o mundo. O autor descreve, em páginas carregadas de beleza, dramatismo e lirismo poucas vezes igualados na literatura universal, a vida dos meninos abandonados nas ruas de Salvador. Dividido em três partes, o livro atinge um clímax inesquecível no capítulo "Canção da Bahia, Canção da Liberdade", em que é narrada a emocionante despedida de um dos personagens da história, que se afasta dos seus queridos Capitães da Areia "na moita misteriosa das macumbas, enquanto os atabaques ressoam como clarins de guerra".
Obra com texto integral e definitivo fixado por Paloma Amado e Pedro Costa.

quarta-feira, 7 de março de 2012

O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá





Jorge Amado escreveu O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá em 1948, para  o seu filho João Jorge, quando este completou um ano de idade. O texto andou perdido, e só em 1978 conheceu a sua primeira edição, depois de ter sido recuperado pelo seu filho e levado a Carybé para ilustrar. Com ilustrações belíssimas, para um belíssimo texto, a história de amor do Gato Malhado e da Andorinha Sinhá continua a correr munod fazendo as delícias de leitores de todas as idades

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Os gémeos mais divertidos

Quem diria? Dois irmãos gémeos, mas completamente diferentes. A começar pelo facto de a Mariana ser uma rapariga e o Manuel um rapaz…
Contudo, há mais diferenças: a Mariana salta de asneira em asneira, o Manuel de conhecimento em conhecimento. Viver perto deles é estar num mundo sempre em sobressalto! Como é que a Mariana vai resolver as encrencas em que se mete? E como é que Manuel aplica o que sabe no dia-a-dia?
Será que a Mariana consegue melhorar e começar a portar-se bem? E será que o Manuel entende o que se passa naquele coração irrequieto, sempre cheio de boas intenções e más ideias? Não imaginam, não é verdade? Pois… vão ter de ler este livro e… entrar no mundo dos gémeos. Afinal, eles são mesmo divertidos!
Mariana e Manuel, Gémeos em Sarilhos de Maria João Lopo de Carvalho, Margarida Fonseca Santos

Excerto
«O Manuel virou as costas e saiu do quarto. Aquela Mariana tinha cada ideia… Que desculpe teria de inventar para ser ele a convidar a Carol para ir lá a casa…?! Ela era amiga da Mariana, não dele, iria dar muito nas vistas… Vá-se lá perceber as raparigas… Ainda se viessem com livro de instruções…»


A importância da palavra

Esta é a história de Zorbas, uma gato grande, preto e gordo. Um dia, uma formosa gaivota apanhada por uma maré negra de petróleo deixa ao cuidado dele, momentos antes de morrer, o ovo que acabara de pôr.
Zorbas, que é um gato de palavra, cumprirá as duas promessas que nesse momento dramático lhe é obrigado a fazer: não só criará a pequena gaivota, como também a ensinará a voar. Tudo isto com a ajuda dos seus amigos Secretário, Sabetudo, Barlavento e Colonello, dado que, como se verá, a tarefa não é fácil, sobretudo para um bando de gatos mais habituados a fazer frente à vida dura de um porto como o de Hamburgo do que a fazer de pais de uma cria de gaivota…
Com a graça de uma fábula e a força de uma parábola, Luis Sepúlveda oferece-nos neste seu livro já clássico uma mensagem de esperança de altíssimo valor literário e poético.
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