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domingo, 31 de maio de 2015
Uma princesa do pior

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Biblioteca Escolar - Centro de Estudos de Fátima
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domingo, maio 31, 2015
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Agência de Fantasmas

Will e o seu amigo Tupper andam às voltas com um caso insólito. Jerrold, um espectro que em vida era guarda-nocturno de um museu, tem um único desejo: conseguir finalmente dormir! Mas nem mesmo como fantasma o pobre Jerrold consegue ter um pouco de paz: a sua velha casa foi ocupada pela barulhenta e insuportável família Clifford. É esse então o estranho encargo que Will aceitou: expulsar da casa de um fantasma... os vivos!
O estado de espírito de Will está mais sombrio do que nunca. Quando regressou a casa (encharcado até aos ossos) e antes de se arrastar até à sua poltrona (velha e mole) descobriu que a provisão de creme de três chocolates tinha acabado! Mas o seu humor melhora subitamente quando lê no Correio dos Espectros que a cadeia de hotéis Scary Inn quer transformar um velho castelo num hotel assombrado para ricaços em busca de emoções arrepiantes... Haverá melhor ocasião para mudar os destinos da sua Agência de Fantasmas?
O Empire State Building, o arranha-céus mais famoso de Nova Iorque, está a ser assombrado por um fantasma. Will, o proprietário da Agência de Fantasmas Will Moogley, poderá ser a única pessoa a conseguir expulsá-lo. Will e o seu amigo Tupper aceitam o desafio: é uma oportunidade para experimentar o Catafalco Fantastrópico, uma armadilha para fantasmas. Só é pena que não funcione com o fantasma do arranha-céus...
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A inventar a felicidade

Ao inventar a felicidade, ela já sabe tudo o que é preciso para se ser casal. Um livro que parte da inocência pueril e toca também a sabedoria dos mais crescidos.
Críticas de imprensa
«Há realmente momentos brilhantes no texto, alguns humorísticos, mas o principal mérito de "O paraíso são os outros" é o singular olhar do seu autor, que consegue a proeza de criar um texto diferente de um dos temas mais abordados da literatura mundial.»
Pedro Justino Alves, Diário Digital
«Um livro que inaugura uma coleção de contos excecional.»
Máxima
Críticas de imprensa
A literatura mudou-lhe a vida. Agora serão os livros dele a revolucionar tantas outras existências. Depois de “A Desumanização”, Valter Hugo Mãe regressa com “O Paraíso São os Outros”, uma obra sem maldade nem idade que, entre o pueril e o sábio, nos fala sobre isso que é o Amor.
Rita Lúcio Martins, Máxima
«Uma espécie de A Educação Sentimental na voz de uma menina.»
«Uma espécie de A Educação Sentimental na voz de uma menina.»
Carlos Vaz Marques, TSF
«Um livro que inaugura uma coleção de contos excecional.»
«Um livro que inaugura uma coleção de contos excecional.»
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domingo, maio 31, 2015
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Tudo é sempre outra coisa
A leitura deste livro pode começar por qualquer página. Mas, se se começar pelo princípio, descobre-se que há aqui alguém que gosta de ver o que há do outro lado. E que lado é esse? Talvez o outro lado do que se vê, o outro lado do que se ouve, o outro lado do que se sente. Até o outro lado de cada palavra, que as palavras às vezes têm vários lados, como as coisas. E há prosa que parece poesia, poesia que parece prosa... Porque nem tudo é só o que parece ser. Como dizia certo poeta, tudo é sempre outra coisa...
http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=4186306

As palavras do poeta fervilham-nos na cabeça. Espreitamos o outro lado do muro. Curiosos, queremos ver, ouvir, sentir... as outras coisas que todas as coisas são. Começámos pelo princípio.
É como diz o próprio João Pedro Mésseder: Os pintores roubam a beleza do mundo - embora eles digam que não, que lhes vem tudo da cabeça. Mas a verdade também é que o mundo não chega a perder essa beleza. Parece é que os pintores a multiplicam nos seus quadros. Talvez por isso, são os únicos ladrões que ninguém se importa que andem por aí, em liberdade.
ver mais AQUI
http://www.tsf.pt/paginainicial/AudioeVideo.aspx?content_id=4186306
As palavras do poeta fervilham-nos na cabeça. Espreitamos o outro lado do muro. Curiosos, queremos ver, ouvir, sentir... as outras coisas que todas as coisas são. Começámos pelo princípio.
É como diz o próprio João Pedro Mésseder: Os pintores roubam a beleza do mundo - embora eles digam que não, que lhes vem tudo da cabeça. Mas a verdade também é que o mundo não chega a perder essa beleza. Parece é que os pintores a multiplicam nos seus quadros. Talvez por isso, são os únicos ladrões que ninguém se importa que andem por aí, em liberdade.
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Dentes de Rato

Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o 7º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada - Grau de Dificuldade II.
«Lourença tinha três irmãos. Todos aprendiam a fazer habilidades como cãezinhos, e tocavam guitarra ou dançavam em pontas dos pés. Ela não. Era até um bocado infeliz para aprender, e admirava-se de que lhe quisessem ensinar tantas coisas aborrecidas e que ela tinha de esquecer o mais depressa possível. O que mais gostava de fazer era comer maçãs e deitar-se para dormir. Mas não dormia. Fechava os olhos e acontecia-lhe então uma aventura bonita, e conhecia gente maravilhosa.»
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Para aqueles que ainda não estão familiarizados com a escrita de Modiano – mas também para os habitués -, “A história de Catherine” (Editorial Presença, 2014) será um excelente ponto de partida, indo ao encontro do que foi dito aquando da entrega do prémio: Modiano exerce, com mestria, a arte da memória.
A partir de um olhar para o prédio defronte, onde se situa a escola de bailado da qual é diretora e também professora, Catherine observa uma aluna – sua filha – que, tal como ela em criança, pousava os óculos em cima de uma cadeira antes de começar a aula de bailado. Não era propriamente algo que estivesse escrito nas paredes ou afixado em qualquer painel, mas a regra era bem conhecida por todos: não se deve dançar de óculos.
Recuamos então algumas décadas, deixando Nova Iorque para viajar até Paris e aos tempos de infância de Catherine, passados com o pai – a mãe ficou na América – no Xº bairro de Paris «numa espécie de armazém com um taipal de ferro.» O armazém era o centro de operações do trabalho muito suspeito de seu pai que, quando questionado por Catherine sobre a sua profissão, dizia que o seu trabalho consistia em tratar de pacotes, movendo-os de um lado para outro.
O sócio do pai, o senhor Casterade, era conhecido em segredo como “o chato”, um apologista de dar lições de moral, recitar poesia maçuda – normalmente a sua – e anunciar, com orgulho enquanto folheava o jornal, todas as catástrofes e crimes que os seus olhos descobriam.
Quando a vida se tornava mais monótona ou cansativa, Catherine tirava os óculos e viajava para longe, descobrindo que o mundo podia ser vivido – e encarado – de diferentes formas, criando uma cumplicidade com o pai que lhe propõe – e ensina a – olhar a vida com humor e otimismo.
Com magníficas ilustrações de Sempé, que tornam esta edição de capa dura num colorido e melancólico álbum de infância – a de Catherine e a do próprio leitor -, Modiano recorda os tempos pelos quais passámos como que dançando num sonho, iluminando uma verdade importante e que, de certa forma, nos confere algum conforto e significado: «Afinal, somos sempre os mesmos, e aquilo que fomos no passado permanece connosco até ao fim.»
via: Deusmelivro
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Aliar o gosto pela leitura a uma aventura tridimensional
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Uma avó tão irrequieta...vizinha choramingona...taxista apaixonado...uns pais que arrulham como pombinhos
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o 6º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma.
Uma avó tão irrequieta que partiu uma perna a fazer esqui! Uma amiga com o estranho nome de Galochas. Uma irmã chanfrada. Uma vizinha choramingona e um taxista apaixonado por ela. Uma porteira que atrai as pulgas e um fantasma que resolve visitar a sua viúva. Um primo que é tanso e uma namorada ucraniana que fala uma língua que nem ele entende. Uma cabeça de esfregão ralado e uma tia também. Uns pais que arrulham como pombinhos e uma casa mesmo a deitar por fora onde a família não cabe mas não para de entrar — Ufa! Não é nada fácil ser-se adolescente, chamar-se Maria Ana (não, não é Mariana, quantas vezes será preciso dizer?!) e sobretudo ter de observar os estranhos efeitos que o amor tem nas pessoas…
Uma avó tão irrequieta que partiu uma perna a fazer esqui! Uma amiga com o estranho nome de Galochas. Uma irmã chanfrada. Uma vizinha choramingona e um taxista apaixonado por ela. Uma porteira que atrai as pulgas e um fantasma que resolve visitar a sua viúva. Um primo que é tanso e uma namorada ucraniana que fala uma língua que nem ele entende. Uma cabeça de esfregão ralado e uma tia também. Uns pais que arrulham como pombinhos e uma casa mesmo a deitar por fora onde a família não cabe mas não para de entrar — Ufa! Não é nada fácil ser-se adolescente, chamar-se Maria Ana (não, não é Mariana, quantas vezes será preciso dizer?!) e sobretudo ter de observar os estranhos efeitos que o amor tem nas pessoas…
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Este Chapéu Não É Meu - Jon Klassen
O peixe roubou um chapéu. E talvez consiga ficar com ele. Ou talvez não...
Quando um pequeno peixe rouba um chapéu a um peixe enorme, é possível que se esteja a meter num grande sarilho. A sequela de QUERO O MEU CHAPÉU (Orfeu Negro,2014) combina mais uma vez humor visual e animais ingénuos para provocar risos maliciosos.
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A Arte provoca emoções nas pessoas
O Museu

por Susan Verde (Autor)

«Quando vejo uma obra de arte, algo acontece no meu coração.»
Uma menina dança e rodopia pelas salas de um museu. Ela sente que está a viver uma aventura fantástica. Cada obra de arte provoca algo de novo dentro de si: divertimento, curiosidade, alegria, inspiração. Quando se encontra diante de um quadro em branco, ela é levada a criar e a expressar-se - que é o maior sentimento de todos. Com notáveis ilustrações de Peter H. Reynolds, O Museu capta, de uma forma brilhante, as muitas emoções que nos são transmitidas pelo poder da arte.
«Este livro lembra-nos que a arte provoca emoções nas pessoas, desafia a sua mente, fá-las refletir.» Peter H. Reynolds
"Entrar num museu e descobrir que reações nos despertam as obras de arte que lá se encontram pode ser uma aventura. E é essa aventura, vivida pela protagonista deste livro, a história deste muito breve, mas muito belo livro. Dirigido aos mais novos, mas igualmente cativante a outros olhos, consegue, de forma simples, mas muito bem conseguida, realçar a forma como uma obra de arte pode influenciar as emoções de quem a observa.
Uma menina dança e rodopia pelas salas de um museu. Ela sente que está a viver uma aventura fantástica. Cada obra de arte provoca algo de novo dentro de si: divertimento, curiosidade, alegria, inspiração. Quando se encontra diante de um quadro em branco, ela é levada a criar e a expressar-se - que é o maior sentimento de todos. Com notáveis ilustrações de Peter H. Reynolds, O Museu capta, de uma forma brilhante, as muitas emoções que nos são transmitidas pelo poder da arte.
«Este livro lembra-nos que a arte provoca emoções nas pessoas, desafia a sua mente, fá-las refletir.» Peter H. Reynolds
"Entrar num museu e descobrir que reações nos despertam as obras de arte que lá se encontram pode ser uma aventura. E é essa aventura, vivida pela protagonista deste livro, a história deste muito breve, mas muito belo livro. Dirigido aos mais novos, mas igualmente cativante a outros olhos, consegue, de forma simples, mas muito bem conseguida, realçar a forma como uma obra de arte pode influenciar as emoções de quem a observa.
Ora, sendo este um livro sobre arte e as emoções que esta desperta, é inevitável que o aspecto visual seja de especial importância. E, tendo isto em conta, importa, desde logo, realçar a forma como as ilustrações de Peter H. Reynolds se adaptam e complementam o texto, tornando mais completa uma história em que as imagens são tão ou mais importantes que as palavras. Além disso, há uma particularidade interessante, na forma como o ilustrador cria a sua própria versão de algumas obras de arte sobejamente conhecidas, acrescentando quadros concretos à viagem da protagonista através da arte.
Quanto ao texto, bastante breve, é tão simples e acessível quanto seria de esperar, sem cair no erro de se tornar demasiado simplista. Leve e divertido quanto baste, nunca se torna óbvio demais, sendo também esta uma das características que fazem com que este livro não seja apenas cativante para os mais novos.
Trata-se, portanto, de um livro bonito, com uma muito boa conjugação entre texto e imagem e com uma bela visão do que a arte desperta em quem a vê. E, por tudo isto, uma boa sugestão de leitura para crianças... e não só."
via: As Leituras do Corvo
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domingo, maio 31, 2015
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