domingo, 31 de março de 2013

sábado, 30 de março de 2013

sexta-feira, 29 de março de 2013

quinta-feira, 28 de março de 2013

Para os curiosos





via letras in.versos e re.versos

segunda-feira, 25 de março de 2013


Os Filhos do Flagelo

vol2
A demanda de Aewyre e dos seus companheiros prossegue, na tentativa de chegar a Asmodeon e levantar o véu de mistério que envolve o desaparecimento de Aezrel Thoryn, mas muitas são as adversidades que têm de enfrentar a caminho do seu destino. Separados, os companheiros mais que nunca dependem uns dos outros para sobreviverem às provações que se lhes depararão: Quenestil e Babaki, que partiram em busca de Slayra e dos seus captores, e o resto do grupo, que segue para as inóspitas estepes de Karatai em perseguição de Kror, o enigmático drahreg que partilha com o jovem Thoryn a Essência da Lâmina, um segredo milenar dos guerreiros de Allaryia. A saída de Ancalach, a Espada dos Reis, do reino de Ul-Thoryn, fez despertar de um longo torpor os filhos da Sombra, começando a libertar a sua pérfida influência maligna. Insidiosamente, a coberto das sombras, nos obscuros espaços das trevas, o Mal vai estendendo os seus múltiplos e mortíferos tentáculos, antecipando o abraço letal, e tornando, a cada momento, mais visíveis os contornos tenebrosos das suas reais intenções. Há um perigo oculto do qual as gentes de Allaryia ainda não se aperceberam e Pearnon, o Escriba, pressente-o sem o poder transmitir. A determinação e a força de armas de Aewyre e seus companheiros serão certamente postas à prova nos tempos vindouros…

A Manopla de Karasthan saiu em Abril de 2001, e Os Filhos do Flagelo seguiram-se-lhe em Dezembro do mesmo ano, não por eu o ter escrito à pressa, mas porque já começara antes sequer de saber os resultados do Prémio Branquinho da Fonseca. Por esta altura, Allaryia começou a desenvolver-se mais como mundo, tornando-se lentamente em algo mais que um ringue de boxe com uma história da criação. Em parte devido à já infame estrutura de «dois grupos, duas linhas de enredo», fui-me deixando cativar por outros prazeres na escrita além da descrição de combates (que contudo permanece a minha favorita), e as críticas levam-me a crer que isso transparece neste livro.

Histórias da Terra e do Mar
de Sophia de Mello Breyner Andresen
Edição: 4ª
Páginas: 131
Editora: Figueirinhas
ISBN: 972-661-206-3
CDU: 821.134.3-93"19"
Sinopse: "jardins de buxo, camélias e violetas perfumados de contemplação e paixão, de esquecimento e silêncio. Jardins docemente abandonados a uma solidão dançada pelas brisas, enquanto um longo sussurro de adeus acena de folha em folha nos ramos mais altos das árvores. Jardins onde reconhecemos que a vida é um sonho do qual jamais acordamos, um sonho onde irrompem aparições prodigiosas como o lírio, a águia e o inesquecível rosto amado com paixão, mas onde tudo se transforma em esquecimento, distância, impossibilidade e detrito. Jardins onde reconhecemos que a nossa condição é não saber. É não poder jamais encontrar a unidade. E encontrar a unidade seria acordar." (Sophia, Histórias da Terra e do Mar, págs. 130-131)

segunda-feira, 4 de março de 2013

A Grande Fábrica de Palavras, com texto de Agnès ...

28 janeiro 2013 - Histórias Para Sempre - Infantis e Juvenis - RTP

28 janeiro 2013 - Histórias Para Sempre - Infantis e Juvenis - RTP

29 janeiro 2013 - Histórias Para Sempre - Infantis e Juvenis - RTP

29 janeiro 2013 - Histórias Para Sempre - Infantis e Juvenis - RTP

07 fevereiro 2013 - Histórias Para Sempre - Infantis e Juvenis - RTP

07 fevereiro 2013 - Histórias Para Sempre - Infantis e Juvenis - RTP

Reciclomaniacos-Escritor Pedro Seromenho

As bibliotecas mudam os nossos dias!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Histórias Para Sempre

16 fevereiro 2013 - Histórias Para Sempre - Infantis e Juvenis - RTP

Histórias Para Sempre

23 fevereiro 2013 - Histórias Para Sempre - Infantis e Juvenis - RTP

Histórias Para Sempre

24 fevereiro 2013 - Histórias Para Sempre - Infantis e Juvenis - RTP

17 fevereiro 2013 - Histórias Para Sempre - Infantis e Juvenis - RTP

17 fevereiro 2013 - Histórias Para Sempre - Infantis e Juvenis - RTP

Ler Mais, Ler Melhor - Galo Gordo - Este dia vale a pena

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Um romance sobre a guerra colonial


A vida de José Branco mudou no dia em que entrou naquela aldeia perdida no coração de África e se deparou com o terrível segredo. O médico tinha ido viver na década de 1960 para Moçambique, onde, confrontado com inúmeros problemas sanitários, teve uma ideia revolucionária: criar o Serviço Médico Aéreo.

No seu pequeno avião, José cruza diariamente um vasto território para levar ajuda aos recantos mais longínquos da província. O seu trabalho depressa atrai as atenções e o médico que chega do céu vestido de branco transforma-se numa lenda no mato.

Chamam-lhe o Anjo Branco.

Mas a guerra colonial rebenta e um dia, no decurso de mais uma missão sanitária, José cruza-se com aquele que se vai tornar o mais aterrador segredo de Portugal no Ultramar.

Inspirado em factos reais e desfilando uma galeria de personagens digna de uma grande produção, O Anjo Branco afirma-se como o mais pujante romance jamais publicado sobre a Guerra Colonial - e, acima de tudo, sobre os últimos anos da presença portuguesa em África.

O Anjo Branco de José Rodrigues dos Santos

Críticas de imprensa

«José Rodrigues dos Santos mantém o leitor colado à história.»
Corriere della Sera, Itália

«Um estilo de escrita prodigiosamente poético e melódico que enfeitiça o leitor.»
Literaturzirkel Belletristik, Alemanha

«Dos mais inteligentes romances da literatura contemporânea.»
Standart, Bulgária

«As histórias de José Rodrigues dos Santos estão cheias de substância e a sua leitura é galvanizante.»
La Opinión, Espanha

«Escrito com bom humor e uma erudição que resultam numa linguagem fluida.»
Bravo, Brasil
«José Rodrigues dos Santos fascina e informa, ao mesmo tempo que entretém.»
Shelf Awareness , Estados Unidos

«Um romance com profundidade.»
Misdaadromans, Holanda

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Viagem ao futuro

Num futuro pós-apocalíptico, surge das cinzas do que foi a América do Norte Panem, uma nova nação governada por um regime totalitário que a partir da megalópole, Capitol, governa os doze Distritos com mão de ferro. Todos os Distritos estão obrigados a enviar anualmente dois adolescentes para participar nos Jogos da Fome - um espectáculo sangrento de combates mortais cujo lema é «matar ou morrer». No final, apenas um destes jovens escapará com vida… Katniss Everdeen é uma adolescente de dezasseis anos que se oferece para substituir a irmã mais nova nos Jogos, um acto de extrema coragem… Conseguirá Katniss conservar a sua vida e a sua humanidade? Um enredo surpreendente e personagens inesquecíveis elevam este romance de estreia da trilogia Os Jogos da Fome às mais altas esferas da ficção científica.









quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Para estimular


 

A Ação da Física na Nossa Vida tem como objetivo demonstrar e explicar, de forma acessível a todos os leitores, como a física ocupa um lugar tão preponderante no nosso quotidiano. Exemplo disso é o funcionamento de objetos como o rádio, o telefone, o micro-ondas, a televisão ou os raios laser, que se torna possível através do conhecimento dos conceitos físicos subjacentes. Pretende-se assim estimular a aprendizagem das ciências e o espírito inquisitivo a partir desta perspetiva abrangente e apelativa.






quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Química dia a dia



Embora nem sempre tenhamos plena consciência disso, a Química tem uma presença e uma acção constantes na nossa vida. Pretendendo incentivar o gosto pela ciência, esta obra dá a conhecer ao grande público uma parte da Química que entra no nosso quotidiano. Baseia-se em dados científicos, mas adopta uma abordagem extremamente acessível ao leitor que não domina esta área do conhecimento. Inclui ainda um capítulo consagrado aos primórdios da Química em Portugal e um glossário




terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Uma experiência avassaladora

“Um misterioso circo itinerante chega sem aviso e sem ser precedido por anúncios ou publicidade. Um dia, simplesmente aparece. No interior das tendas de lona às listas pretas e brancas vive-se uma experiência absolutamente única e avassaladora. Chama-se Le Cirque des Rêves (O Circo dos Sonhos) e só está aberto à noite.
Mas nos bastidores vive-se uma competição feroz - um duelo entre dois jovens mágicos, Celia e Marco, que foram treinados desde crianças exclusivamente para este fim pelos seus caprichosos mestres. Sem o saberem, este é um jogo onde apenas um pode sobreviver, e o circo não é mais do que o palco de uma incrível batalha de imaginação e determinação. Apesar de tudo, e sem o conseguirem evitar, Celia e Marco mergulham de cabeça no amor - um amor profundo e mágico que faz as luzes tremerem e a divisão aquecer sempre que se aproximam um do outro.
Amor verdadeiro ou não, o jogo tem de continuar e o destino de todos os envolvidos, desde os extraordinários artistas do circo até aos seus mentores, está em causa, assente num equilíbrio tão instável quanto o dos corajosos acrobatas lá no alto.
Escrito numa prosa rica e sedutora, este romance arrebatador é uma dádiva para os sentidos e para o coração. O Circo dos Sonhos é uma obra fascinante que fará com que o mundo real pareça mágico, e o mundo mágico, real.”
Civilização Editora, 2012
“Levanta a tampa e olha para o interior. Além de uma fina espiral de fumo que se escapa, o frasco está vazio. Ao examiná-lo mais de perto, sente o cheiro do fumo da lareira, combinado com uma leva alusão a neve e a castanhas assadas. Intrigado, inala mais profundamente. Chega-lhe o aroma de vinho quente e doces cobertos de açúcar, hortelã-pimenta e fumo de cachimbo. O cheiro revigorante de um abeto. A cera de velas a gotejar. Quase consegue sentir a neve, a animação, a expectativa, o sabor açucarado de um bombom às riscas. É estonteante, maravilhoso e insólito.” (pág. 284)
“O chão debaixo dos seus pés estremece subitamente, tornando-se instável, mas Marco agarra-a pela cintura para a suster de pé.
Ao abrir os olhos, Celia vê que estão no convés de um navio, a meio do oceano.
Só que este navio é construído com livros e as velas são formadas por folhas a esvoaçar, navegando por um mar de tinta completamente negra.
O céu está cheio de pequenas luzes em suspenso, como se fossem estrelas muito compactas e brilhantes como o sol. “ (pág. 313)
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