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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Uma ajuda preciosa para os mais novos!

Quem Mexeu no meu Queijo?
É isso que Fungadela, Correria, Pigarro e Gaguinho querem saber.
Os quatro amiguinhos vivem num grande Labirinto e todas as manhãs percorrem-no em busca daquilo que os faz felizes: o Queijo Mágico! Um dia encontram uma enorme quantidade de Queijo. É tanto que parece que vai durar para sempre. Contudo, certa manhã, descobrem que o Queijo desapareceu e é então que tudo muda. Quem mexeu no queijo? Será que ele vai voltar? Ou será que os quatro amigos terão de se aventurar mais uma vez pelo Labirinto para encontrar mais Queijo?
Agora os jovens leitores também podem desfrutar da história do best-seller Quem Mexeu no Meu Queijo? e aprender, de uma forma muito divertida, como lidar com a mudança.
Quem Mexeu no Meu Queijo? Para Crianças de Spencer Johnson

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Promete ser um caso sério!


 Vencedor do Man Booker Prize 2010
No panorama literário português, o dia 24 de março ficou marcado pela publicação, por parte da Porto Editora, do livro vencedor do Man Booker Prize 2010: A Questão Finkler, de Howard Jacobson.
Divertido, furioso, implacável, este extraordinário romance apresenta aos portugueses um dos mais brilhantes escritores da atualidade.
A Questão Finkler, de Howard Jacobson, com tradução de Alcinda Marinho e capa de Alex Gozblau, é o terceiro de quatro livros ligados ao Man Booker Prize – um dos mais prestigiados galardões literários – que a Porto Editora publica em 2011, depois de Transgressão, de Rose Tremain, e Hotel Majestic, de G. J. Farrell. Room, de Emma Donoghue, será o próximo.

Sobre a obra:
Julian Treslove está em plena crise de identidade. Ele não tem uma opinião muito concreta sobre a circuncisão, o conflito entre Israel e a Palestina, ou os monumentos ao Holocausto - na verdade, sobre todo e qualquer aspeto da cultura judaica dos nossos dias. Mas o verdadeiro problema com a identidade de Julian é não ser judeu - não que esse pequeno pormenor o impeça de viver obcecado com o judaísmo.
No início do livro Julian, de 49 anos, acaba de sair de um jantar com o seu colega dos tempos de escola Sam Finkler e do antigo professor de ambos, Libor Sevcik. Sam e Libor, ambos judeus, perderam recentemente as suas esposas. O passado de Julian com as mulheres é um pouco diferente: nunca se casou e tem dois filhos adultos que sempre ignorou. No meio dos seus devaneios, enquanto regressa a casa, acaba por ser assaltado por uma mulher que, ao partir, lhe chama Judeu - ou pelo menos foi isso que lhe pareceu ouvir. A partir desse momento, o seu sentido de identidade começará a transformar-se radicalmente.

Sobre autor:
Howard Jacobson (Manchester, 1945) é um escritor britânico de origem judaica. Considerado pela crítica como “o Philip Roth inglês” por os seus romances se centrarem nas relações e comportamentos da sociedade judaica britânica, prefere, de forma irónica, ser conhecido como “Jane Austen judeu”.
Paralelamente à escrita, foi professor de Inglês no Wolverhampton Polytechnic do West Midlands e no Selwyn College, bem como na Universidade de Sidney. Participou igualmente em diversos programas televisivos no canal britânico Channel 4.
A Questão Finkler, vencedor do Man Booker Prize 2010, é o primeiro livro do autor a ser publicado em Portugal.

Imprensa:
Jacobson brilha sobretudo pelo modo como constrói as suas personagens, pelo desconcertante sentido de humor e pela sofisticação do estilo.
José Mário Silva, Expresso

É hilariante, magistral e, embora já tenham colado um rótulo ao senhor – o Philip Roth inglês – parece-me que ele se valerá a si próprio.
Helena Vasconcelos

Apesar do enredo parecer sisudo, Jacobson conduz o romance com espalhafatosa comicidade.
Luís Leal Miranda, jornal i

Exuberantemente cómico.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

A poesia de Alexandre


A ideia de que as obras completas de um poeta são um laborioso cená­rio feito para justificar a possibilidade de alguém se lembrar de alguns ver­sos escassos não encontrou, compreensivelmente, muitos poetas que a subscrevessem. Menos que a imortalidade irrestrita não agrada nem a poe­tas nem a quase ninguém. Aquilo a que chamamos poesia seria com certe­za diferente se os objectivos professos dos poetas fossem parecidos com os de Alexandre O'Neill: acertar «a um verso por ano». E no entanto é desses versos, um por ano no máximo, que nos lembramos, e é o desacordo entre a ideia pouco lisonjeira que do público e dos colegas fazem os poetas e o aproveitamento circunspecto que dos poetas tem o público (mas não os colegas) que constitui realmente o assunto da história da poesia. Quando o poeta francês Stéphane Mallarmé observou que todas as coisas deste mundo existem para irem dar a um livro, prudentemente não indicou quem escreveria tal livro. Mas estava a sugerir que a maior parte deste mundo é o lixo desse livro.

O primeiro poema de Alexandre O'Neill de que me lembro estava jus­tamente num caixote de lixo. Por volta de 1970 ou 71, a descer o Parque Eduardo VII em Lisboa, afixado no lado exterior de um caixote de lixo amarelo, podia ler-se:
Subamos e desçamos a Avenida,

Enquanto esperamos por uma outra

(ou pela outra) vida.

Miguel Tamen -in, Alexandre O` Neill, Poesias Completas, ASSÍRIO & ALVIM, Lisboa, 5ª edição, 2007

Diverte-te com as múmias, as pirâmides e os túmulos!

Caçadores de Tesouros
Junta-te aos caçadores de tesouros e desvenda os segredos do Antigo Egipto.

Descobre coisas divertidas sobre múmias, pirâmides e túmulos.

Levanta as abas deste livro emocionante e encontra a gaveta secreta para descobrires a riqueza dos tesouros egípcios!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

A menina que não sabia ler

Na tradição de Henry James e Edgar Allan Poe, uma história incrível sobre uma menina e o poder da sua imaginação.

" Risquei um fósforo e acendi a vela, encontrei a porta da salinha de Mrs. Grouse e entrei, fechando a porta silenciosamente atrás de mim. Ergui a vela, e examinei a sala para verificar se estava vazia, pois de algum modo a minha mente esperava encontrar Mrs. Grouse ali sentada, à espera para me apanhar, de velha esperta que era. Não estava ninguém.
Olhei para a escrivanhinha, pousei a minha vela cuidadosamente e sentei-me na cadeira da dona. O puxador de metal da gaveta esquerda era frio e proibitivo ao toque. O meu grande receio era que Mrs. Grouse  a tivesse descoberto destrancada e a tivesse trancando de novo. Pois eu não tinha ideia do que ela guardava ali ou com que frequência a abria. Em primeiro lugar, perguntava-me porque a mantinha trancada? (...)
Mas eu não podia esperar para ouvir, pois lá dentro vi o único objecto, um livro grande, com capa de couro, com uma camada de pó que testemunhava o seu longo descanso.
Engoli em seco e retirei-o cautelosamente, como se fosse uma relíquia sagrada, os ossos de alguma santo que, mal manuseados, poderiam transformar-se em pó. Pousei o livro na escrivanhinha, abri-o e percebi de imediato o que era. (...) (pag76)
A jovem Florence, de apenas de 12 anos, passa os dias a tomar conta do seu irmão mais novo Giles e a deambular pelos corredores, numa rotina entediante e desiteressante. Até que, um dia, a menina encontra na mansão um lugar proibido: uma biblioteca fechada e empoeirada, pela qual se apaixona. Florance precisa de encontrar muitas respotas - sejam elas inventadas ou não, e soluções nem sempre fáceis para proteger Giles, e o seu amor pelos livros, antes que alguém descubra quem ousou abrir as portas daquele mundo literário.
A Menina Que Não Sabia Ler de John Harding     Críticas de imprensa:
“Um romance de suspense gótico clássico, com a criatividade de Poe e os ambientes de Henry James.”Santiago Nazarian

terça-feira, 19 de abril de 2011

História cativante, uma verdadeira revelação



Depois de uma viagem pelos confins da terra, P. Rodakis regressa à casa que herdou do pai, um famoso apicultor. A pedido de Pope numa ilha grega um homem que gosta de viver isolado é obrigado a receber uma jovem mulher, Vaya, coxa de uma perna traz consigo uma filha escondida numa arca, a pequena Rosa. Cabe-lhes a estranha missão: desenvolver o melhor mel do mundo.
Rodaskis acaba por assumir a paternidade de Rosa e decide com a ajuda de Vaya dedicar-se à produção do mel, seguindo a receita que o pai lhe deixára para produzir o melhor mel do mundo.
Depois de algumas tentativas um dia são supreendidos pelo resultado: " Assim que levou a colher à boca, sentiu-se projetado por uma força absoluta, arrebatadora, um relampago que o fulminara." No meio disto, a relação estre os dois seres estreita-se e o sucesso do mel é tremendo, mas dentro em breve a cobiçada receita do estranho mel traz um conjunto de estranhas personagens à ilha e a tragédia parece pronta a acontecer.Obra literária que se lê como um thriller pleno de suspense e que se aproxima das parábolas de Saramago.Personagens memoráveis e uma boa dose de humor, tornam este romance num doce mel.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Como actuam as cores sobre os sentimentos e a razão

Este livro aborda a relação das cores com os nossos sentimentos e demonstra como ambos não se combinam de forma acidental, pois as suas associações não são meras questões de gosto, senão de experiências universais que estão profundamente enraízadas na nossa linguagem e no nosso pensamento. Proporciona uma grande quantidade e variedade de informação sobre as cores, como provérbios e ditados populares, a sua utilização no design de produtos, os diferentes testes que se baseiam em cores, a cura através delas, a manipulação das pessoas, dos nomes e apelidos relacionados com cores, etc. Esta diversidade transforma-se numa ferramenta fundamental para todas aquelas pessoas que trabalham com as cores: artistas, terapeutas, designers gráficos e industriais, interioristas, arquitectos, desenhadores de moda, publicistas, entre outros.
A Psicologia das Cores de Eva Heller

segunda-feira, 28 de março de 2011

domingo, 13 de março de 2011

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