quinta-feira, 5 de abril de 2018

quarta-feira, 4 de abril de 2018

aprender +

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 Android | iOS | Fonte: UALG

Desenvolvida pela Universidade do Algarve a app MILAGE Aprender+ para dispositivos móveis, permite aos alunos acederem a conteúdos pedagógicos, dentro e fora da sala de aula.
Esta app é uma ferramenta de apoio aos alunos na resolução autónoma de fichas de exercícios e de apoio ao professor na gestão do seu tempo na sala de aula, na medida em que este não tem de resolver na sala de aula os exercícios que constam nas fichas integradas na app MILAGE Aprender+.
De modo a estimular e apoiar a realização das várias atividades propostas, a interface da app MILAGE Aprender+ incorpora características de gamificação, com diferentes níveis de dificuldade de exercícios, para apoiar alunos com maiores dificuldades de aprendizagem matemática e incluir também alunos mais avançados. Esta preocupação em incluir no processo todos os alunos reflete-se também quando a app apresenta vídeos detalhados, com a resolução dos exercícios para aqueles alunos com mais dificuldades poderem perceber passo a passo a sua resolução, e, vídeos concisos com os passos essenciais na resolução de um exercício.
Para além disso, a app MILAGE Aprender+ inclui ainda um esquema de auto-avaliação e de avaliação pelos pares que visa estimular o trabalho autónomo do aluno, a revisitação dos conteúdos para o armazenamento do conhecimento na memória de longa duração e a identificação dos passos fundamentais na resolução de exercícios.
No âmbito do projeto também foi criada uma aplicação MILAGE Aprender+ Professores de back-office, também gratuita, para os professores e escolas que desejem associar-se ao desenvolvimento de conteúdos para o ensino de matemática, como para outras disciplinas que podem ser incluídas na app MILAGE Aprender+.

Os melhores amigos

Fonte: Letra Pequena
 As pessoas inclinam-se para o ritmo e para o equilíbrio, tal como a energia magnética organiza as aparas de metal numa experiência da física, tal como um floco de neve forma cristais a partir da água. Num conto de fadas ou num poema, as crianças gostam de repetição, de refrãos e de temas universais, porque eles podem ser reconhecidos uma e outra vez – trazem ao texto regularidade. O mundo ganha uma ordem bonita (…)


sexta-feira, 30 de março de 2018

Educação para os Media

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 Download |

A "Agenda de atividades de transliteracia" acaba de ser publicada e pode ser descarregada gratuitamente aqui.
Ver um videoclipe dos Moby ou recorrer à fotografia para pensar o uso que fazemos dos media; usar videojogos para aprender história ou refletir sobre problemas mundiais; vestir a pele de um publicitário ou de um jornalista. Eis algumas das 15 sugestões de atividades que os professores encontram na publicação Levar os media para a escola, editada pelo Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho (CECS-UM).
Trata-se de uma série de propostas didáticas que não precisam de grandes recursos para serem realizadas em contexto escolar e que vêm acompanhadas de vários recursos e questões chave para auxiliar os professores na sua implementação. (...)

Visto AQUI

segunda-feira, 26 de março de 2018

Dia Mundial da Saúde

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Lanches saudáveis e saúde oral – Conheça as nossas receitas

No passado dia 20 de março celebrou-se o Dia Mundial da Saúde. O PNPAS juntou-se às celebrações com o Programa Nacional de Promoção de Saúde Oral, a Rede de Bibliotecas Escolares e o Plano Nacional de Leitura no âmbito do projeto SOBE (Saúde Oral Bibliotecas Escolas).

Neste dia foi realizado junto das crianças um ateliê de confeção de lanches saudáveis, conduzido pelo Chef Fábio Bernardino e Chef Inês Fernandes, juntamente com a Dra. Sofia Mendes de Sousa do PNPAS e Dra. Juliana Silva da Câmara Municipal de Pombal.

Como resultado deste ateliê foi produzido um pequeno manual com três receitas de lanches fáceis, práticos e saudáveis. Ao longo deste manual é também abordada a relação entre saúde oral e alimentação, dicas para a confecção das receitas e, ainda, a presença de quatro desenhos para pintar sobre o tema dirigido às crianças.


Visto AQUI

sexta-feira, 9 de março de 2018

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Precious (2009)




Precious
Título original:Precious: Based on the Novel Push by SapphireDe:Lee DanielsCom:Gabourey Sidibe, Mo'Nique, Paula Patton, Mariah CareyGénero:DramaClassificação:M/12Outros dados:EUA, 2009, Cores, 110 min.Links:Site Oficial

A viver no bairro pobre de Harlem, em Nova Iorque, Clareece "Precious" Jones (Gabourey Sidibe) é uma mãe adolescente de 16 anos, negra, analfabeta e obesa, a sofrer de todo o tipo de maus-tratos pela própria família. Inserida num programa de alfabetização para adultos, ela vai, pela primeira vez, conhecer o amor e a amizade através de Ms. Rain (Paula Patton), uma professora determinada a ensinar-lhe o quão preciosa é a vida.
Um filme dramático baseado no livro "Push", de Ramona Lofton (sob o pseudónimo Sapphire), com a realização de Lee Daniels e com a produção de Oprah Winfrey e Tyler Perry. 
O filme tem em Portugal o apoio da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), que aproveita o mote para trazer novamente à ordem do dia a discussão sobre as vítimas de violência doméstica.
Nomeado para seis Óscares, ganhou dois: melhor actriz secundária (Mo'Nique) e melhor argumento adaptado.

Fonte: PÚBLICO

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Pina (2011)





Desde o início da dança moderna em 1970, poucos coreógrafos tiveram tanta influência no meio como Pina Bausch. O documentário aborda a vida e a carreira da artista e mostra incríveis atuações de sua companhia.
Data de lançamento: 12 de maio de 2011 (Portugal)
Direção: Wim Wenders
Música composta por: Thomas Hanreich
Elenco: Malou Airaudo, Regina Advento, Ruth Amarante, MAIS
Prémios: Prémio do Cinema Europeu de Melhor Documentário, MAIS

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Bibliotecas

As bibliotecas escolares são essenciais
No novo contexto informacional em que vivemos, resultado do desenvolvimento das tecnologias e da Internet, em particular, é fundamental que a escola seja capaz de preparar jovens que, para além de um leque de conhecimentos, alguns axiais como a língua materna e a matemática, dominem um conjunto de competências complexas no que à informação diz respeito. Para responder a essa exigência, as bibliotecas escolares são um bem educativo e cultural essencial.

As formas clássicas de produção, conservação e circulação do saber, intimamente ligadas ao livro e ao impresso, estão a alterar-se profundamente. Crianças e jovens são cada vez mais marcados pelo acesso e uso precoce duma grande parafernália tecnológica - telemóveis, consolas de jogos, mp3, computadores, ipads... -, uma grande apetência por conteúdos audiovisuais e, sobretudo, pela Internet. No final da escola aguarda-os um mercado de trabalho caracterizado pela mudança, flexibilidade, necessidade constante de adaptação e de trabalhadores cada vez mais qualificados. Vão mudar de emprego várias vezes e vão ter de continuar a aprender ao longo da vida.

Quando todo o conhecimento de que necessitamos parece encontrar-se na Web, à distância e velocidade de um clique, as actividades de pesquisa e tratamento de informação tornaram-se mais complexas do que podíamos imaginar. E a geração que apelidamos de "nativos digitais" ou "geração google", apesar da destreza tecnológica, revela grandes fragilidades na procura e uso de conteúdos informativos relevantes e fiáveis, assim como na capacidade de os transformar em conhecimento. Quem é que hoje, no papel de professor ou de pai, não experienciou a frequência com que crianças e jovens se limitam a "googlar" um tema, aplicando a seguir o método do "copiar e colar" para produzirem o trabalho que lhes foi pedido?Todo este cenário exige que a escola promova o ensino e aprendizagem de diferentes literacias, nomeadamente a literacia de informação, aqui entendida como o conjunto de competências que capacitam para o acesso, uso e aplicação eficaz da informação, em diferentes suportes, formatos e contextos. É este desafio recente, assim como o da leitura, nos tradicionais e nos novos ambientes, que torna as bibliotecas escolares tão necessárias. Vejamos.

Por mais que a tecnologia nos inunde, a leitura continua a ser uma aprendizagem primordial, condição de todas as outras. Aprende-se a ler, lendo, o livro continua a ser o suporte de eleição para essa aprendizagem, e a leitura, analógica ou digital, o instrumento de compreensão global. Nem todas as famílias têm condições para proporcionar livros e um ambiente leitor às suas crianças e jovens. As bibliotecas escolares são, pois, um ponto de acesso ao livro, a outros suportes e a actividades que estimulam o interesse e competências de leitura ao longo da escolaridade.

As bibliotecas escolares são igualmente um espaço de inclusão digital. Alguns programas do Ministério da Educação, o próprio embaratecimento da tecnologia, facilitaram a posse de computador pessoal. Em relação à Internet, considerando os dados do projecto Eukids Online, verificamos que só 78% das crianças e dos jovens portugueses entre 9 e 16 anos acedem à Internet. E cerca de um terço através das bibliotecas, tanto escolares como públicas.

Mas a inclusão digital não se resume ao acesso, pelo contrário, transfere-se cada vez mais, mesmo nos países mais desenvolvidos, para o problema do uso. Entendidas como espaços de aprendizagem, as bibliotecas escolares desempenham um papel fundamental na promoção de um uso seguro, criterioso, crítico e eficaz da informação. Em todos os agrupamentos de escolas e escolas secundárias têm sido o lugar por excelência onde estas questões são especificamente colocadas e trabalhadas com os professores bibliotecários, com todos os docentes já sensibilizados para o tema e, em especial, com os alunos. O Programa Rede de Bibliotecas Escolares tem sido decisivo no desenvolvimento destes espaços na escola.
MARGARIDA TOSCANO, PROFESSORA E MEMBRO DO GABINETE DA REDE DE BIBLIOTECAS ESCOLARES
Visto AQUI

Taxas

Rácios

Proporções

Quantos por cento?

Arredondamentos

Quanto vale X? Regra de 3 simples

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Sacanas sem Lei



Procura na tua biblioteca!

Rio 2 sugestão para o fim de semana!



Lê a critica AQUI!
Procura na biblioteca!

Revolutionary Road



Portal Cinema: Crítica - Revolutionary Road (2008): Realizado por Sam Mendes Com: Leonardo DiCaprio, Kate Winslet, Kathy Bates e Michael Shannon Baseado no romance de Richard Yates

Rei Pescador





Parry, um professor de história sem-abrigo, vive num reino de fantasia povoado de castelos, cavaleiros e damas em apuros. Jack, um dos dj's de rádio mais aclamados de Nova Iorque, cai em desgraça após provocar uma tragédia devido à sua arrogância. Sem dinheiro ou perspectivas de futuro, Jack acaba por ser salvo pela pessoa mais improvável...Parry. Em contrapartida, Jack vai ajudar Parry na sua busca pelo Santo Graal e na conquista de Lídia, a sua paixão.
Este filme profundamente desconcertante tem tanto de miserabilista como de cómico. Assume vários géneros, adopta várias posturas com o fito claro de nos fazer revelar algo sobre as emoções humanas. Em poucas palavras, traduz uma crítica e uma denúncia à desumanização que se vive nas grandes cidades. E evidencia todos os sinais de que, por muito que a Civilização evolua e os anos passem, o ser humano não parece entender melhor o conceito de Solidariedade.
«O Rei Pescador» é um filme que se passa entre o mundo das normas e o das excentricidades. Entre o universo da sanidade mental e o da loucura. Entre o contexto dos que estão inseridos no sistema social e o dos que lhe são marginais. Algures nessa realidade, está uma Humanidade dividida em sectores e vivendo mediante enormes discrepâncias sociais e contrastes assustadores.
A demanda pelo Santo Graal converte o filme num épico de aventuras. Se Parry está convencido de que a Taça de Cristo repousa na prateleira de um armário de um famoso arquitecto, Jack tudo fará para a conquistar. É uma loucura. Mas aquela taça pode devolver a vida a Parry.
Irreal e alucinado, «O Rei Pescador» é também realista e muito humano. O resultado é coerente. Há equilíbrio nos contrastes. História de busca da Salvação e de procura da Paz, é uma bela película centrada na Nova Iorque de finais do século XX mas cuja mensagem pode ser aplicada universalmente e de modo intemporal. Se a realidade é dolorosa e faz sofrer, a loucura faz sentido como fuga a essa realidade. Por isso, Parry corre pelas ruas numa fuga incessante às suas memórias e a tudo o que o atormenta. Um monstro segue-o, personificando todo o perigo, toda a dor e todo o medo que o perseguem.
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