domingo, 30 de outubro de 2011

Sabe Mais k(que) os teus Pais: Amplexo Bandós Bonomia Esquisso Gebada Perorar

Um blog muito interessante para manas e manos. Vale a pena brincar com elas... as palavras


Sabe Mais k(que) os teus Pais: Amplexo Bandós Bonomia Esquisso Gebada Perorar: Olá! Enquanto a Sílvia Alves dá os últimos retoques na continuação da sua história , confere as soluções do passatempo 12: Soluções: Hori...

Concurso Nacional de Leitura 2011/2012

CONCURSO NACIONAL DE LEITURA


Tal como em anos anteriores, e levando em conta a necessidade de promover a leitura nas escolas de uma forma lúdica, o PNL / Plano Nacional de Leitura – em articulação com a DGLB / Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas e com a RBE / Rede das Bibliotecas Escolares – promove, no ano lectivo de 2011 / 2012, o Concurso Nacional de Leitura. Tendo como objectivo estimular a prática da leitura entre os alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário, o concurso pretende avaliar a leitura de obras literárias pelos estudantes desses graus de ensino.
Os alunos interessados poderão fazer a inscrição na biblioteca.
As obras são Cão como nós e o Diário de Anne Frank.
As provas de seleção terão lugar na primeira semana de janeiro de 2012.
O regulamento do concurso também se encontra disponível na biblioteca.

Na biblioteca encontramos livros, videos, jogos e muito mais

Um lugar misterioso na escola

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Uma questão de paixão

Entre os livros... (il. Rebecca Dautremer)

Dia Internacional das Bibliotecas

Passam-se sempre coisas surpreendentes na biblioteca. (il. Peter Ferguson)

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

livros e afins- vale a pena seguir!

Os pais têm papel fundamental na formação dos novos leitores. A responsabilidade não pode ser jogada apenas nas costas dos professores na hora de ensinar a gostar de ler.
Eis algumas coisas que meus pais fizeram para que eu me tornasse amigo dos livros. Se você for pai ou mãe, espero que isso ajude.
  1. Presenteavam-me com livros – Quase toda semana eu ganhava um livro novo. Nas datas festivas, além de um brinquedo, eu ganhava um livro.
  2. Levavam-me às livrarias – Nada mais divertido e que chame mais a atenção de uma criança que a colorida seção de livros infantis. Ainda que ela seja pequena e desorganizada, como costumam ser as de ultimamente, para a criança tudo é grande, vasto e divertido.
  3. Levavam-me à biblioteca - Nem todo mundo tem dinheiro para comprar livros toda semana. Mas uma biblioteca tem uma quantidade enorme de livros à disposição. De graça. Lembro como ontem o dia em que meu pai me acompanhou quando fiz a minha carteirinha. Emprestei uma edição do Príncipe Valente.
  4. Associavam esses passeios a coisas divertidas – Uma ida à livraria ou à biblioteca era acompanhada sempre de um sorvete, uma passada na pastelaria ou um passeio no zoológico. Não precisa ser nada muito complicado. A leitura deve estar ligada a atividades prazerosas já que também é uma.
  5. Não tinham preconceito quanto a gibis - As histórias em quadrinhos são ótimas maneiras de iniciar a criança à leitura. Embora sejam uma forma de arte diferenciada, habituam à palavra escrita.
  6. Liam histórias para mim – Minha avó também lia histórias para mim. Sempre que o fazia colocava seus óculos. Como eu ainda não sabia ler, um dia roubei os seus óculos imaginando que aquilo me ajudaria a entender aquelas letrinhas todas.
  7. Contavam histórias para mim – Quem gosta de ouvir histórias, gosta também de lê-las e de contá-las. Eles também me mantinham em contato com as pessoas mais velhas da família que, por natureza, são contadores de histórias. Quando criança, lembro de aos domingos, bem cedo, ir para cama de minha bisavó, onde ela me contava as suas aventuras da juventude.
  8. Davam livre acesso aos livros adultos – Eles nunca temeram que eu estragasse os livros da biblioteca, os livros “sem figura”. De fato, estraguei alguns, mas a minha transição dos chamados livros infantis para os adultos foi gradual e sem pressões, no meu ritmo. O primeiro que li foi Tubarão, aquele do filme.
  9. Meu pai me levava ao cinema – O cinema é uma das portas de entrada para a literatura. Foi ao ver Mogli, dos estúdios Disney, que me interessei em ler o Livro da Selva, de Rudyard Kipling.
  10. Eles liam – Meu pai, sobretudo, lia muito. Para uma criança, o cara mais legal do mundo é o pai. E, quando você é criança, tudo o que você quer é ser como o cara mais legal do mundo. E o mais importante:
  11. a leitura é um prazer!
Autor:
http://livroseafins.com/como-aprendi-a-gostar-de-livros-com-11-atitudes-simples-de-meus-pais/
http://livroseafins.com/como-aprendi-a-gostar-de

domingo, 16 de outubro de 2011

Um romance sobrenatural divino

Clara Gardner descobriu há pouco tempo que é uma sangue-de-anjo. Ter sangue de anjo a correr-lhe nas veias, faz com que fique mais inteligente, mais forte e mais rápida do que os humanos. Significa também, que tem um propósito. Uma razão para ter sido colocada na terra. No entanto, descobri-lo, não é fácil.

As suas visões de um enorme incêndio florestal e de um rapaz atraente que ela não reconhece, levam-na para uma nova escola, numa nova cidade. Quando conhece Christian, o rapaz dos seus sonhos (literalmente), tudo parece encaixar no lugar - e, ao mesmo tempo, fora do lugar. Afinal, existe Tucker, outro rapaz que apela ao lado menos angélico de Clara.

Ela deseja apenas encontrar o seu caminho num mundo que já não compreende. Mas encontra perigos invisíveis e escolhas que nunca pensou ter de fazer - entre a honestidade e o engano, o amor e o dever, o bem e o mal. Quando o incêndio da sua visão finalmente acontecer, estará Clara preparada para enfrentar o seu destino?

Uma história comovente sobre o amor e o destino. Sobre a luta entre o desejo de cumprir as regras e o de seguir o coração.



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O mundo de Beatriz

Em registo de romance epistolar, a Autora conduz-nos ao mundo do bullying, no feminino. A história perpassa os problemas de uma jovem de 14 anos, a Beatriz, que vive atormentada pelas constantes agressões de um grupo de três colegas da sua escola que, a cada dia que passa, vão transformando a sua vida num autêntico pesadelo que gera o pânico. Beatriz vê-se impotente e recorre ao seu pai, escrevendo-lhe. Porém, só consegue fazer-lhe chegar a última carta…

O Rap Na Escola Palavras Para a Paz




Trata-se de um livro que pretende ser um instrumento de trabalho para jovens em idade escolar, englobando várias linguagens: a da prosa, da poesia, da música e da dança.
Aborda, de uma forma original, o encanto e o poder das palavras - não de todas, mas das «melhores palavras do mundo», palavras que constroem a Paz.
Ao ritmo do «rap», o livro vai contando a história de cerca de 30 palavras cheias de sentido e interpela o jovem sobre os valores a desenvolver para crescer de forma equilibrada e feliz.
No final, há um desafio ao leitor para que possa reflectir melhor sobre o eco que cada uma das palavras (e conceitos) deixou em si.


Tudo o que somos capazes de sentir


Tudo o Que Nós Sentimos
[Autor: Ema Brownjohn]

Todos nós temos sentimentos, emoções e sensações diferentes. Podemos sentir-nos felizes agora, e daí a pouco tristes ou confusos. Há momentos em que nos sentimos excitados, outros em que estamos aborrecidos ou zangados. Mas este livro diz-nos que devemos aceitar e confiar nos nossos sentimentos e também exprimi-los livremente. No final tens à tua disposição «O Jogo do Que Nós Sentimos» onde podes usar os teus conhecimentos e imaginação para explorares tudo aquilo que és capaz de sentir....

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Grandes Livros - Episódio 10: "Viagens na Minha Terra", Almeida Garrett ...

Grandes Livros - Episódio 5: "Os Lusíadas", Luís Vaz de Camões (Parte 6/6)

Grandes Livros - Episódio 2: "Peregrinação", Fernão Mendes Pinto (Parte ...

Grandes Livros - Episódio 4: "Amor de Perdição", Camilo Castelo Branco (...

Grandes Livros - Episódio 6: "Sermão de Santo Antônio aos Peixes", Padre...

Grandes Livros - Episódio 1: "Os Maias", Eça de Queirós (Parte 1/5)

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Uma magia luminosa

Os Guardiães das Lágrimas do Sol e da Lua vivem finalmente em plena união. Dos seus amores nasceram Halvard e Kelda, os gémeos sobre quem pairam profecias grandiosas e temíveis. Halvard está nas mãos de Sigarr, o Mestre da Arte Obscura, que espera treiná-lo para ser o Guardião do Conhecimento Absoluto, e usar o imenso poder deste em seu proveito. Kelda, luta por cumprir os desígnios da Pedra do Tempo e salvar a sua própria alma, resgatar Halvard e levar a cabo a missão que herdou da sua avó Catelyn. Este é o sexto volume de uma das séries fantásticas mais acarinhadas pelos leitores portugueses, A Saga das Pedras Mágicas
 Este livro continua a apresentar-nos as características que, desde o início, cativaram nesta saga. À medida que as gerações se sucedem, a complexidade dos poderes mágicos cresce sucessivamente, bem como o desenvolvimento das personagens. Além disso, a escrita da autora, cuidada mas envolvente, transmite bem a forma como as emoções das personagens (ponto fundamental ao longo desta saga) se expressam nas relações entre si. Também a forma como, ao longo dos diferentes livros, a autora consegue conjugar momentos de uma magia luminosa, digna de um conto de fadas, com ocasiões de absoluta tragédia resulta numa realidade que não é completamente a preto e branco e onde todos podemos encontrar um pouco de nós.

A MULHER DO VIAJANTE DO TEMPO - O poder do amor

Audrey Niffenegger estreia-se na ficção com um primeiro romance absolutamente prodigioso. Revelando uma concepção inovadora do fenómeno da viagem temporal, cria um enredo intrigante e arrebatador, que alia com magistralidade a riqueza emocional a um apurado sentido do suspense. Este livro é, antes de mais, uma celebração do poder do amor sobre a tirania inflexível do tempo. Para Henry, essa inexorabilidade assume contornos estranhamente inusitados: ele é prisioneiro do tempo, mas não como o comum dos mortais. Cronos preparou-lhe uma armadilha caprichosa que o faz viajar a seu bel-prazer, para uma data e um local inesperados, onde aparece completamente desprovido de roupa ou de outros bens materiais. A Clare, sua mulher e seu grande amor, resta o papel de Penélope, de uma Penélope eternamente reiterada a cada nova partida de Henry para onde ela não pode segui-lo. Quando Clare e Henry se encontram pela primeira vez, ela é uma jovem estudante de artes plásticas de vinte anos e ele um intrépido bibliotecário de vinte e oito. Clare já o conhecia desde os seis anos… Henry acabava de a conhecer… Estranho?! Poderia parecer, não fosse a mestria de Audrey para tecer os fios do tempo com uma espantosa clareza. Intenso e fascinante, "A Mulher do Viajante no Tempo" é um livro inesquecível pela qualidade das reflexões que provoca, pela sensibilidade com que nos retrata a luta pela sobrevivência do amor no oceano alteroso do tempo. Na orla desse oceano, perscrutando o horizonte, ficará sempre Clare, à espera de um regresso anunciado…
A Mulher do Viajante no Tempo de Audrey Niffenegger

uma imaginação rica e extravagante. Um livro divertido!

Izzie, em vésperas de iniciar o 10º ano, sente-se insatisfeita com a sua pessoa. Então quer reinventar-se, mais madura, mais sofisticada. Izzie deita um olhar crítico ao seu guarda-roupa e começa por decidir fazer um piercing no umbigo. Depois conhece aquele rapaz, Josh, um motoqueiro irresistível mas com amigos pouco recomendáveis. Uma noite, em casa de Nesta, resolve iniciar-se na experiência das bebidas alcoólicas, mas dá-se mal e acorda com uma terrível ressaca! Para piorar as coisas a mãe começa a aperceber-se das mudanças de comportamento de Izzie e lê o diário da filha... A mãe de Izzie não tem aceite bem estes seus novos comportamentos e o conflito entre elas acender-se-á. Com uma escrita simples, directa mas apelativa, Cathy Hopkins expõe as problemáticas da puberdade através de uma imaginação rica e extravagante. Um livro divertido, mas que não sabemos como pode acabar!

 
 
Críticas de imprensa
«Uma aventura perspicaz escrita para adolescentes».
Publishing News

"Que cena, professor!"







Se achas que só a ti é que te calham daqueles professores que parecem saídos de um filme, então junta-te à Malu neste relato pormenorizado sobre algumas das pessoas que mais marcaram a sua vida.
Desde o jardim de infância à faculdade, passando pelas aulas de ballet, de teatro, de surf ou de condução, a Malu conheceu todo o tipo de professores e tem inúmeras situações cómicas para te contar.
Como as aulas entediantes que obrigou as amigas a suportar por causa do stôr incrivelmente feio por quem estava apaixonada, ou aquela vez em que um colega conseguiu fazer rir o «prof» mais sisudo à face da Terra…
Sem esquecer que também houve os professores conselheiros e cúmplices das suas peripécias, e acima de tudo aqueles que lhe ensinaram importantes lições sobre respeito e humanidade. Não percas este novo volume das suas crónicas bem-humoradas e diverte-te!

via: ClubeVirtualLeitura

É um romance admirável

 Este mais recente romance de Theresa Shedel traz-nos de novo ao convívio da família Breça de Miranda - conhecida de todos os que leram A Morte de Uma Senhora-, aos seus afectos e desafectos, às suas singularidades, às suas personagens únicas e cativantes. E é uma personagem muito em particular – o Beto, um garoto de dez anos, sobrinho-neto da tia Margarida da Quinta do Capitão, que vem pôr em alvoroço todo o universo dos Breça de Miranda, desafiando as posições e atitudes mais conservadoras dos seus, ainda incrédulos, parentes. Na verdade, naquele famigerado Verão em que tudo aconteceu, ninguém queria acreditar que o filho da Clara e do Afonso tinha desaparecido, e a frase «o Beto fugiu», repetida, entre o pânico e a perplexidade, pelos vários Breça de Miranda, iria marcar tão-somente o início de toda uma série de acontecimentos absolutamente inéditos, situados algures entre o rocambolesco e o surrealista, que viriam a abalar aquela família. Mas o grande responsável foi o Verão, e mais precisamente o mês de Agosto, verdadeira caixa de Pandora sempre pronta a libertar sabe Deus que vaga alterosa de insuspeitadas paixões e arrebatamentos…Uma Família Diferente é um romance admirável que revela um delicioso e sofisticado sentido de humor.


Os gémeos mais divertidos

Quem diria? Dois irmãos gémeos, mas completamente diferentes. A começar pelo facto de a Mariana ser uma rapariga e o Manuel um rapaz…
Contudo, há mais diferenças: a Mariana salta de asneira em asneira, o Manuel de conhecimento em conhecimento. Viver perto deles é estar num mundo sempre em sobressalto! Como é que a Mariana vai resolver as encrencas em que se mete? E como é que Manuel aplica o que sabe no dia-a-dia?
Será que a Mariana consegue melhorar e começar a portar-se bem? E será que o Manuel entende o que se passa naquele coração irrequieto, sempre cheio de boas intenções e más ideias? Não imaginam, não é verdade? Pois… vão ter de ler este livro e… entrar no mundo dos gémeos. Afinal, eles são mesmo divertidos!
Mariana e Manuel, Gémeos em Sarilhos de Maria João Lopo de Carvalho, Margarida Fonseca Santos

Excerto
«O Manuel virou as costas e saiu do quarto. Aquela Mariana tinha cada ideia… Que desculpe teria de inventar para ser ele a convidar a Carol para ir lá a casa…?! Ela era amiga da Mariana, não dele, iria dar muito nas vistas… Vá-se lá perceber as raparigas… Ainda se viessem com livro de instruções…»


O recordista do mundo em travessuras

Nate sabe que está destinado a grandes coisas… Coisas REALMENTE grandes.
Mas a vida nem sempre segue um caminho grandioso só porque se é genial.
E os problemas acabam por encontrá-lo, mesmo que Nate esteja sempre na boa. Ele sabe que é o melhor – foi um bolinho da sorte que lhe disse!
Para os fãs da hilariante série “Diário de Um Banana”, chega Big Nate, o recordista do mundo em travessuras, e que não é de todo o menino dos professores.
Faixa etária: a partir dos 9 anos
A Arte Plural vai continuar a publicar em Portugal os livros desta série.
Autor:
Lincoln Peirce é ilustrador e argumentista de banda desenhada e o criador de O Big Nate. Publica em mais de duzentos jornais nos Estados Unidos e diariamente online em
www.bignate.com
Vive com a mulher e dois filhos em Portland, Maine.


Assiste ao vídeo do autor
http://bcove.me/amx0zkx6

História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar - Parte 1

A importância da palavra

Esta é a história de Zorbas, uma gato grande, preto e gordo. Um dia, uma formosa gaivota apanhada por uma maré negra de petróleo deixa ao cuidado dele, momentos antes de morrer, o ovo que acabara de pôr.
Zorbas, que é um gato de palavra, cumprirá as duas promessas que nesse momento dramático lhe é obrigado a fazer: não só criará a pequena gaivota, como também a ensinará a voar. Tudo isto com a ajuda dos seus amigos Secretário, Sabetudo, Barlavento e Colonello, dado que, como se verá, a tarefa não é fácil, sobretudo para um bando de gatos mais habituados a fazer frente à vida dura de um porto como o de Hamburgo do que a fazer de pais de uma cria de gaivota…
Com a graça de uma fábula e a força de uma parábola, Luis Sepúlveda oferece-nos neste seu livro já clássico uma mensagem de esperança de altíssimo valor literário e poético.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Uma imaginação desenfreada que torna este livro num prazer!

«Um botânico enamorado da sua planta carnívora. Um padre argentino que tem a faculdade de se desdobrar em corpos diferentes. Onze escritores mortos que o leitor nunca leu. Uma mulher-laranja que se deixa literalmente beber pelos seus amantes. Uma sociedade de estetas fascinados pelas marés negras. Uma tribo de índios da Amazónia que nenhum linguista compreende. E o extraordinário Pierre Gould, que ressurge incessantemente em diferentes trajes e disfarces…
Catorze narrativas de uma imaginação desenfreada e de um estilo aprimorado, na grande tradição de Jorge Luis Borges ou Edgar Allan Poe. O leitor cruzar-se-á também com a sombra de Enrique Vila-Matas, que se convida a si próprio num conto à maneira de posfácio.»

Outros mistérios

"Mil-Homens recebe do pai a missão de apanhar o gato-vampiro que aparece, à noite, em casa dos Perestelo e monta a ""Operação chouriço sem alho"", que terá resultados surpreendentes. Entretanto, a Dentinho, ou antes, a detective Dentinho, entra em acção e vai descobrir de quem é realmente a alma da casa, aquela luzinha branca que tanto os tem ajudado. Por sua vez, Valentim passeia com a Diana na Foz do Douro, entre o mar e o céu que tanto a interessavam, mas alguém aparece, de repente, e a empurra para dentro de um carro. Dela, só ficou, esquecida, uma carteira, mas o que lá está dentro vai aclarar o seu mistério..."

O Triunfo dos Porcos






O Triunfo dos Porcos

Romance de George Orwell, cujo título original é Animal Farm, publicado em 1945. A história relata a revolução dos animais da quinta Manor, propriedade do senhor Jones.
O Velho Major, o mais respeitado porco, reúne, durante a noite, todos os animais da quinta e conta-lhes um sonho que tivera - a sua morte estava para breve e compreendia, então, o valor da vida. Explica logo aos companheiros que devem a sua miserável existência à tirania dos homens que, preguiçosos e incompetentes, usufruem do trabalho dos animais, vítimas de uma exploração prepotente. O Velho Major incita o grupo não só à rebelião, para derrotar o inimigo, como também a entoar o cântico de revolta "Animais de Inglaterra".
Três dias depois, morre o Velho Major. Mas a revolução prossegue, com novos líderes - os porcos Snowball, Napoleão e Squealer, que criam o Animalismo, como sistema doutrinário, com "Os Sete Mandamentos". Expulsam o dono da quinta e mudam o nome da propriedade para "Quinta dos Animais". Dada a estupidez e a limitação de alguns, que não conseguem decorar os "Mandamentos", Snowball reduziu-os a uma máxima: "Quatro pernas, bom; duas pernas, mau".
O regime do Animalismo começa logo de forma vigorosa, com todos os animais a trabalharem, de forma a fazerem progredir a quinta ? a auto-gestão estimulava o orgulho animal. Snowball cria uma lista de comissões para conceber programas de desenvolvimento social, educação e formação.
Com o passar do tempo, os porcos tornam-se corruptos pelo poder. Instala-se então uma nova tirania, sob o comando de Napoleão, que passa a impor um novo princípio: "Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que outros".
Numa demonstração do seu sucesso político-social, os porcos convidam, para um jantar, os donos das propriedades vizinhas, a fim de que estes se apercebam da eficiência da "Quinta dos Animais". E são felicitados pelo sucesso do seu regime. Nessa altura, o cavalo Clover constata, horrorizado, que já não é possível distinguir a cara dos porcos da dos homens.
Orwell, através desta fábula, pretende não só demonstrar como o idealismo foi traído pelo desejo de poder e pela corrupção e mentira, como também condenar o totalitarismo, a Revolução Russa de 1917 e a Rússia de Stalin.
Em 1955, a obra foi adaptada para filme animado, com título homónimo.

Como referenciar este artigo:O Triunfo dos Porcos. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011. [Consult. 2011-10-04].
Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$o-triunfo-dos-porcos>.

“Um equilíbrio perfeito de suspense, procedimentos policiais do futuro e romance”


“Nas ruas sombrias de Nova Iorque, um sem-abrigo é encontrado assassinado, o seu coração removido com uma precisão cirúrgica. A sua morte está prestes a ser descartada como inexplicável, até ao momento em que a Tenente Eve Dallas se encarrega da investigação. Ao descobrir crimes semelhantes em várias cidades (e todos eles misteriosamente arquivados), Dallas sabe que enfrenta um assassino cruel o suficiente para atacar as vítimas mais fracas da sociedade e poderoso o suficiente para ocultar o seu rasto de crime.
Mas no meio de um intenso jogo de gato e rato com o assassino, o trabalho de Dallas é subitamente posto em causa quando o seu nome é associado à morte de um colega polícia. Agora tem as mãos atadas entre a sua sede por justiça e a luta para restaurar a reputação e manter a sua carreira…”

sábado, 1 de outubro de 2011

A política da avestruz

Uma obra fundamental para compreender a actual crise económica. 
Há dezenas de boas razões para ler este livro. A actualidade do tema, a objectividade da análise e o carácter revolucionário das teorias de Ha-Joon Chang são apenas algumas delas. Mas vamos por partes.
«Este livro é um verdadeiro caçador de mitos. Os melhores economistas são aqueles que olham para o que os rodeia e se questionam: Porquê? Chang é um desses economistas.» Independent 
«Uma obra muito inteligente.» Observer
«Vivo, acessível e provocador... Leiam este livro.» Sunday Times
Chang desmascara de forma brilhante os maiores mitos do capitalismo.» Guardian
Se pensa que sabe toda a verdade sobre a economia, esqueça. Este livro revela os factos essenciais de que habitualmente não lhe falam.23 Coisas que Nunca lhe Contam sobre a Economia é um livro revolucionário, entusiasmante e acessível sobre temas como o dinheiro, a igualdade de oportunidades e a ganância. Uma obra fundamental para compreender a actual crise económica.
da responsabilidade da editora: clube de autor

O Reino de Petzet

Petzet é um reino em sofrimento, dominado por um ditador sem respeito pela vida. Mas a esperança esconde-se nas montanhas, onde uma Resistência prepara secretamente a revolução, com a ajuda do Fluxo de Energia.
O Reino de Petzet é uma saga da escritora portuguesa Margarida Fonseca Santos.

Última Notícia

1 Ano de Grutas da Resistência!

O site das Grutas da Resistência celebra hoje um ano de actividade!
Temos que continuar a divulgação do Reino de Petzet, mas, sobretudo, manter-nos sintonizados com o Fluxo, continuar a aprender, a sonhar, e a lutar pelos nossos objectivos.
Peço desculpa pelo meu desleixo, atrasei-me imenso, mas vou fazer tudo o que posso para que o Fórum e a página de Fan Art estejam disponíveis o mais...

Excerto

– Não é concentração e agilidade?
– Guevin, tu às vezes pareces burro! – disse Nokrim. – Se estiveres sempre a pensar nisso, podes ter a certeza que ficas desconcentrado e pesado como chumbo. É uma atitude, não é para repetir dentro dessa cabeçorra.
– Não percebo como é que isso se faz...
– Vês a minha espada? Segue os movimentos dela e começa a adivinhá-los.
– Adivinhá-los?!
– Sim, faz o que te digo. Concentração é focar num ponto, agilidade é soltar.
– Vou tentar...
– Não tentes, isso não serve de nada. Faz!
Recomeçaram. Guevin não tirava os olhos da espada e, aos poucos, começou a deixar de ter outros pensamentos. Podia, de facto, antecipar os movimentos de Nokrim. Este, por seu turno, aumentou a rapidez de forma a que Guevin precisasse de ainda mais concentração. Ao fim de cinco minutos ininterruptos, pararam.
– Percebido?
– Que sensação tão estranha... – constatou Guevin. – Senti que havia qualquer coisa que... Deixa. Tu ias rir-te na minha cara.
– Enganas-te.
Margarida Fonseca Santos

Mais aventuras do Vampiro

O Valentim nem acredita que está lá. No concerto do Michael Jackson, ele desencontrara-se da Diana; mas ainda estava para acontecer o pior (ou seria o melhor?): leu as Palavras Misteriosas e começaram a gritar que era o Escolhido. Agora, tem de regressar pelo Caminho da Serpente. Digo- vos: não é para toda a gente, espera-o um mau bocado. E a Diana, cá em cima, no Mundo de Cá, à procura dele por todo o lado¿ Por sua vez, Mil-Homens e Medronho, depois de uma tormentosa noite de vigia, entram em casa dos Perestrelo ao nascer do Sol, quando eles estão a dormir. Pé ante pé, chegam ao quarto da Dentinho e¿

O poder da Luz

A guerra devasta o vale de Verdeplano. Os habitantes de Fairy Oak organizam a defesa, mas a dúvida envenena-lhes o ânimo: terá o Inimigo conseguido insinuar-se entre as gémeas? Desfez-se a Antiga Aliança entre a Luz e as Trevas? Apesar do afecto de Baunilha, Pervinca é obrigada a fugir e...
A guerra devasta o vale de Verdeplano. Os habitantes de Fairy Oak organizam a defesa, mas a dúvida envenena-lhes o ânimo: terá o Inimigo conseguido insinuar-se entre as gémeas? Desfez-se a Antiga Aliança entre a Luz e as Trevas? Apesar do afecto de Baunilha, Pervinca é obrigada a fugir e é então que o Inimigo desfere o último ataque. As muralhas de Fairy Oak parecem resistir, mas o Senhor das Trevas tem de reserva uma surpresa que abala todos os sitiados. Mas talvez nem tudo seja como aparenta ser.
Com este terceiro emocionante episódio conclui-se a longa narrativa de Feli, a pequenina fada luminosa que vela por Baunilha e Pervinca, as feiticeiras gémeas de Fairy Oak.
autor: editora Planeta

Um livro mágico

A Educação Nacional acaba de lançar mais uma obra da conceituada ilustradora francesa Rébecca Dautremer. Diário Secreto do Pequeno Polegar é a obra recentemente editada, que conta com texto de Philippe Lechermeier.
Sobre o livro: «“Chamo-me Pequeno Polegar. Gosto de escrever e desenhar sobre as coisas que me acontecem. Esta é a minha história. Nunca a esquecerão…”
Mistério, humor, arte, imaginação, originalidade… num livro mágico, onde as palavras de Philippe Lechermeier se unem ao traço singular e poético de Rébecca Dautremer, uma das ilustradoras mais reconhecidas da actualidade.»


Philippe Lechermeier e Rébecca Dautremer deram uma nova roupagem a uma história clássica que continua a encantar milhões de jovens. Através de um texto ameno e bastante divertido, conjugado com desenhos realmente magníficos, «Diário Secreto do Pequeno Polegar» consegue transformar a leitura num acto único, já que somos transportados para o seu mundo com uma enorme facilidade, tanto miúdos como graúdos.
A história é simples e mais do que conhecida por todos: o Pequeno Polegar e os seus seis irmãos são abandonados no bosque pela malvada madrasta, tudo devido a escassez de recursos para manter vivas sete bocas. Mas as semelhanças acabam praticamente por aí, já que Lechermeier introduz ao longo do livro vários personagens que acabam por enriquecer ainda mais esta intemporal história. E cada uma com uma particularidade muito especial…
As aventuras de Pequeno Polegar são inúmeras e todas são reveladas devido ao diário que é escrito pelo personagem, com nós, leitores, a dar azo a nossa curiosidade (embora não seja um gesto nobre, quem não tem interesse em ler um diário?) em conhecer os pormenores da vida do herói mais improvável dos sete irmãos, mesmo aqueles que o Pequeno Polegar preferia não ser revelado.
Há por diversas vezes no texto de Lechermeier momentos doces e de pura inocência, algo ainda mais salientado devido aos desenhos de Dautremer, que comprova mais uma vez ser hoje uma das principais ilustradoras do Mundo. As soluções gráficas que a francesa encontra para as letras do seu companheiro de livro são sem dúvida uma preciosidade e um enorme regalo para a vista.
 
«Diário Secreto do Pequeno Polegar» é um livro para ser lido com calma para podermos desfrutar por inteiro o intenso prazer da sua leitura, muito devido a perfeita união do texto e da ilustração. Certamente um dos livros do ano na literatura infantil, que aproxima-se cada vez mais dos gostos e do mundo dos adultos.
O sedutor diário do Pequeno Polegar
Texto: Pedro Justino Alves Diário Digital


Eu Sou Número 4




Eu sou o Número Quatro é o primeiro volume da série Os Legados de Lorien, idealizada por James Frey, autordo polêmico Um milhão de pedacinhos, e escrita em coautoria com Jonie Hughes sob o pseudônimo de Pittacus Lore, o ancião de Lorien a quem foi confiada a história dos Nove. Esta obra conta que no passado, nove jovens alienígenas fugiram do planeta Lorien, ameaçado pelos Mogadorians, para se esconder na Terra. Uma vez aqui, e na medida em que se tornaram adultos, começaram a desenvolver poderes sobrenaturais. Mas os invasores estão dispostos a pegá-los e isso precisa acontecer na sequência certa, já que eles são reconhecidos por números. Um, Dois e Três já foram assassinados e agora o número quatro conhecido entre os humanos como John Smith será o próximo alvo. Ele muda-se para Paradise, no estado de Ohio, disfarçado de estudante colegial e lá conhece Sarah Hart, por quem se apaixona e começa a acreditar ser ela um bom motivo para deixar de fugir. O planeta Lorien foi destruído. Os habitantes foram dizimados, exceto nove crianças e seus Guardiões, que se exilaram na Terra. Mas a raça que devastou aquele planeta os seguiu. Os Nove estão sendo caçados. A guerra deles chegou à Terra, e aqui será decidida. "Nove de nós vieram para cá. Somos parecidos com vocês. Falamos como vocês. Vivemos entre vocês. Mas não somos vocês. Temos poderes com os quais vocês só podem sonhar.
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