QUANDO SE ENTRA NUMA BIBLIOTECA NUNCA SE SAI IGUAL LÁ DENTRO ESTÁ O MUNDO TODO!
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
Histórias de AaZ
Um conjunto de histórias em vídeo, onde o texto é sublinhado à medida que é lido, para que as crianças possam acompanhar a audição dos mesmos com a sua própria leitura. Incluem-se histórias lidas por autores como Luísa Ducla Soares, Alice Vieira ou José Fanha.
Vê aqui mais histórias
Vê aqui mais histórias
Publicada por
Biblioteca Escolar - Centro de Estudos de Fátima
à(s)
quinta-feira, fevereiro 05, 2026
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
O julgamento das Redes
Publicada por
Biblioteca Escolar - Centro de Estudos de Fátima
à(s)
quarta-feira, fevereiro 04, 2026
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Pela PAZ!
O Dia Escolar da Não Violência e da Paz celebra-se anualmente a 30 de janeiro, data do falecimento de Mahatma Gandhi, para promover valores como o respeito, tolerância e solidariedade nas escolas, combatendo o bullying e a violência através de uma educação para a cidadania e paz, instituída por Llorenç Vidal e apoiada pela UNESCO.
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
A defesa dos direitos universais é essencial para a paz sustentável
O dia 27 de janeiro assinala o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, ao lembrar os 81 anos decorridos desde a libertação de Auschwitz‑Birkenau.
Sublinha-se, igualmente, que a preservação da memória do Holocausto representa um compromisso ético com a defesa dos valores democráticos, da dignidade humana e do respeito pela diversidade.
O propósito deste dia é não esquecer o genocídio em massa de seis milhões de judeus pelos Nazis e respetivos colaboracionistas. Este constitui um dos maiores crimes contra a Humanidade de que há memória.
O tema em 2026 é «Memória do Holocausto pela dignidade e os direitos humanos». Estará na base das atividades de memória e educação sobre o Holocausto das Nações Unidas. A memória dignifica as vítimas e os sobreviventes do Holocausto. Mantém vivas as memórias das comunidades, tradições e entes queridos que os nazis procuraram apagar. O Holocausto alerta-nos para as consequências mortais do antissemitismo e do ódio, da desumanização e da apatia, se não forem combatidos. Mais de oitenta anos após o Holocausto, testemunha-se diariamente agressões a cidadãos de todo o mundo. A defesa dos direitos universais é essencial para a paz sustentável e está no cerne das Nações Unidas.
Num mundo cada vez mais confrontado com desafios prementes como a propagação do radicalismo ou da desinformação, devemos defender uma ordem global sustentada pelos princípios da paz, cooperação, diálogo e respeito pelos direitos humanos.
A propagação do ódio contra os judeus, particularmente online, é uma tendência em franco crescimento, que impõe a necessidade de uma resposta firme da comunidade internacional no combate ao antissemitismo.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
Dia Mundial da Liberdade
A liberdade é uma palavra curta, mas carrega o peso de séculos de luta, esperança e coragem. Celebrado a 23 de janeiro, o Dia Mundial da Liberdade lembra-nos que ser livre é um direito universal, essencial para que cada pessoa possa escolher o seu caminho, sonhar sem medo e construir o próprio futuro.
Em Portugal, a liberdade tem uma data profundamente simbólica – 25 de abril –
mas esta efeméride internacional convida-nos a olhar para além das fronteiras e a refletir sobre a liberdade como um valor comum a toda a humanidade.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos afirma, logo no seu primeiro artigo, que todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos, reforçando a ideia de que a liberdade não é um privilégio, mas um direito inalienável.
No entanto, a história mostra-nos que este direito nem sempre foi respeitado. Durante séculos, a escravatura negou a milhões de pessoas a sua humanidade, reduzindo-as à condição de objeto. Embora a escravatura “clássica” tenha sido abolida, ela ainda persiste sob novas formas: tráfico humano, trabalho forçado, exploração infantil e situações de extrema vulnerabilidade que continuam a aprisionar vidas no silêncio e na invisibilidade.
Assinalar o Dia Mundial da Liberdade é, por isso, mais do que celebrar conquistas passadas – é reconhecer que a liberdade exige vigilância, consciência e ação. É um convite a d
efender a dignidade humana todos os dias, a denunciar injustiças e a lembrar que só somos verdadeiramente livres quando a liberdade é garantida para todos.
#Escolaamiga #EduardoSá #LeYaEducação #CONFAP
(image: RTP Ensina-Ditadura 48 anos sem LIBERDADE)
quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
2.ºciclo- 2.ªfase do Concurso Concelhio de Leitura
Os melhores charcuteiros da França estão em Paris para o Troféu do Porquinho de Ouro! Pouco antes da competição, contudo, as preciosas salsichas do principal candidato à vitória final desaparecem de repente. Os gatos detetives investigam e “cheiram” bem três pistas, mas… qual será a correta?
Fonte: Editorial Presença
3.ºciclo- 2.ªfase_ Concurso Concelhio de Leitura
O Reino de Kensuke
Michael Morpurgo
Um rapaz acorda, com a sua cadela, numa ilha deserta, depois de um naufrágio. Que poderão estes
dois amigos encontrar? Que perigos e aventuras podem esperar?
A areia branca estendia-se quase até ao infinito, macia e quente. Podia senti-la com todo o seu corpo. Estava numa praia, são e salvo. Estava vivo! Foi então que, ao longe, Michael ouviu o ladrar que tão bem conhecia. Era Stella, a sua cadela, e também ela havia sobrevivido. Mas das velas brancas do Peggy Sue e dos seus pais não havia sinal. Só se lembrava de ter caído ao mar no meio daquela tempestade, na escuridão da noite. Agora, estava ali com Stella, os dois sozinhos.
A ilha parecia um amendoim gigante, perdida no meio do azul do mar. Da floresta, chegava uma sinfonia de vozes: aves exóticas, orangotangos e uma incontável variedade de criaturas. Mas, como em breve iria saber, ele e Stella não estavam sozinhos…
O Reino de Kensuke é um dos títulos mais lidos de Michael Morpurgo, premiado autor de livros juvenis, uma magnífica história que nos revela a verdade e a subtileza da amizade, da confiança, da coragem, da sensibilidade e da força de viver. Uma aventura contemporânea para todos os leitores de Robinson Crusoé e Sexta-feira ou a Vida Selvagem.
Fonte: Editorial Presença
Ensino Secundário- 2.ªfase- Concurso Concelhio de Leitura- Filha da Louca, Maria Francisca Gama
«Esta é a história de uma família: de um pai e marido que não sabia ser melhor, de uma filha que se esforçava por cumprir todos os papéis e de uma mãe e mulher que, aos olhos de todos, era louca.
Matilde viveu com os pais, Clara e António, até aos 18 anos, altura em que a mãe morreu. Sete anos depois, vê-se órfã, agora, também sem pai. E é então, dois dias depois da mudança abrupta - a solidão, a perda de referências, o silêncio e o vazio da casa -, que Matilde descobre algo que muda, irremediavelmente, a sua vida.
Uma narrativa comovente sobre como a infância e a adolescência se entranham em nós, sobre o peso do passado e da família, e como a morte de quem nos antecede cria um misto de vazio e liberdade. Filha da Louca é, acima de tudo, um romance sobre como julgamos os outros e os diminuímos a rótulos, sem sabermos quem são ou do que precisam.
Maria Francisca Gama, autora d’ A Cicatriz, tece novamente, uma história poderosa e melancólica, que nos arrebata da primeira à última página.
«Era nesta máxima que eu me concentrava para a amar: a minha mãe não é manipuladora, nem sádica, nem perversa. Se ela pudesse, não seria assim.»
Fonte: Bertrand Editores
Mensagens populares
-
Em registo de romance epistolar, a Autora conduz-nos ao mundo do bullying, no feminino. A história perpassa os problemas de uma jovem de 14...
-
O dia 27 de janeiro assinala o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, ao lembrar os 81 anos decorridos desde a libertação d...