sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A aventura de amar

Plano Nacional de LeituraLivro recomendado no programa de Português do 9º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada na sala de aula - Grau de Dificuldade II.

As vidas dos personagens das histórias deste livro estão ligadas por uma teia de fios invisíveis: Diana, Sara, Pablo, Laura, Adrián... Todos se apaixonam e descobrem que o amor é um sentimento de enorme poder, capaz de os transformar por inteiro e de os fazer ver a vida com outros olhos. Mas também experimentam a amargura causada pela falta de amor, ou a ausência, ou o amor fracassado. O amor em todas as suas variantes: do primeiro amor adolescente até àquele que sobrevive à morte. E, sempre, sempre, os livros como companheiros na aventura de amar.

Os olhos falam

"O Segredo de Seus Olhos" ("El Secreto de Sus Ojos") é o thriller argentino que conquistou o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro, quando as expectativas eram para que a escolha dos membros da Academia de Hollywood fosse para "O Laço Branco", do austríaco Michael Haneke, ou para "Um Profeta", do francês Jacques Audiard.
É uma história de mistério e romance que tem como protagonista Benjamin Esposito (Ricardo Darín), um polícia recém reformado que decide escrever um romance sobre um caso ocorrido 25 anos antes mas que nunca deixou de o atormentar.
Um dia, Benjamin é chamado para investigar mais um crime, que à partida pouco ou nenhum interesse lhe suscitaria. Mas ao chegar ao local fica chocado com o cenário da brutal violação e assassinato de uma bela e jovem mulher.
O caso acaba por lhe despertar ainda mais atenção após conhecer o marido da vítima, cuja paixão que por ela denota o deixa verdadeiramente impressionado, em especial por lhe surgir em contraponto com a sua falta de coragem para se libertar dos constrangimentos sociais que o impedem de se declarar à mulher que deseja, uma magistrada sua colega (Soledad Villamil).
Autor:Eduardo Sacheri nasceu em Buenos Aires, Argentina, em 1967.
É licenciado em História e lecciona no ensino secundário e universitário. Começou a escrever em meados da década de noventa do século XX. Na sua obra publicada contam-se quatro colectâneas de contos e dois romances.
A sua obra está traduzida para alemão, francês e português

O SEGREDO DOS SEUS OLHOS - Trailer

Estranho e mágico

"O rés-do-chão não serve à literatura. Está muito bem para a construção civil, é cómodo para quem não gosta de subir escadas, útil para quem não pode subir escadas, mas a literatura há que haver andares empilhados uns em cima dos outros. Escadas e escadarias, letras abaixo, letras acima.
Folhei o livro A Ilha do Dr. Moreau, mas pouse-o de seguida, sem sequer ter lido unm parágrafo. Estava tão nervoso que decidi adiar. Não seria por esse livro de Wells que iniciaria as minhas leituras. Percebi que deveria começar devagar, por outros livros, em vez daquele fatal, o livro que devorou o meu pai. e durante o primeiro semestre desse ano lectivo fui lendo livro atrás de livro, aprendendo a perder-me nessas leituras. Foram meses de grande excitação com alguns problemas em casa. Chegava sistematicamente atrasado para o jantar e isso fazia com que a minha mãe se zangasse comigo."
Vivaldo Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo. Esta é a sua verdadeira história — contada na primeira pessoa pelo filho, Elias Bonfim, que irá à procura do seu pai, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras.

De Nome, Esperança



Várias vozes, várias histórias, uma única ponte de ligação – Esperança.
Esperança é uma mulher reservada, perdida entre o que escreve e o que vê da realidade, o que viveu e o que desejou. Carlos é um enfermeiro estagiário de psiquiatria que decide, assim que a conhece, tudo fazer para a resgatar para uma vida normal. E o que é uma vida normal?
As memórias e o dia-a-dia confundem-se na cabeça de Esperança por entre a ficção e um mundo diferente. Poderá alguma vez ser como os outros, ou como os outros esperam que seja? E até quando se luta?

Num livro em que as várias vozes e os vários tempos se cruzam num emaranhado de expectativas, pensamentos e ilusões, acompanhamos o percurso da Esperança, para quem só existe… esperança no nome.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Uma estreia impressionante.

UM JURAMENTO SAGRADO - UM ANJO CAÍDO - UM AMOR PROIBIDO
Apaixonar-se não fazia parte dos planos de Nora Grey. Nunca se sentira atraída por nenhum dos rapazes da sua escola, apesar da insistência de Vee, a sua melhor amiga.
Então, aparece Patch. Com um sorriso fácil e uns olhos que mais parecem trespassar-lhe a alma, Patch seduz Nora, deixando-a completamente indefesa.
Mas, após uma série de encontros assustadores com Patch, que parece estar sempre onde ela está, Nora não consegue decidir se há-de cair-lhe nos braços ou fugir sem deixar rasto.
Em busca de respostas para o momento mais confuso da sua vida, Nora dá consigo no centro de uma antiga batalha entre imortais. E quando é chegada a altura de escolher um rumo, a opção errada poderá custar-lhe a vida.

Críticas de imprensa
A mais recente sensação do romance paranormal
Best-seller no New York Times
Uma estreia impressionante.
Kirkus Reviews
Os "vampiros estão a dar lugar aos anjos" (Sábado)
"Adeus dentes, olá asas" Publishers Weekly

Os adeptos do terror e do romance que temem o lobisomem (e o vampiro) que espreita apreciarão esta nova viagem ao coração das trevas.
Booklist

Autora:
Becca Fitzpatrick cresceu a ler as aventuras de Nancy Drew e Trixie Belden, com a ajuda de uma lanterna, debaixo dos lençóis. Licenciou-se em Saúde, vocação que rapidamente trocou pelas histórias. Quando não está a escrever, o mais certo é estar a correr, a vasculhar as prateleiras das lojas em busca de sapatos giros e em saldos ou a ver séries criminais na televisão. Hush, hush é o seu primeiro romance. Vive no Colorado.

Maduro e fascinante

No dia em que se ia casar, Nicolau Manuel foi levado pela Guarda para um interrogatório e já não voltou. Viveu, assim, quase toda a vida na urgência de contar a verdade a Graça dos Penedo, a noiva que mais tarde lhe seria arrebatada pelo alfaiate que lhe fizera o fato do casamento. Porém, sempre que se abria uma possibilidade, uma ameaça desviava-o dramaticamente do seu destino – e agora, meio século volvido, está velho de mais para querer mudar as coisas, gastando os dias com telenovelas. De tanto ter ouvido ao avô a sua história rocambolesca, Valdemar – um rapaz violento e obeso apaixonado pela vizinha anoréctica – não desistiu, mesmo assim, de fazer justiça por ele. E, ao encontrar casualmente a notícia da morte do alfaiate, sabe que chegou a hora de ir falar com a viúva: até porque essa será a única forma de resgatar Nicolau Manuel da modorra em que se deixou afundar. Alternando a narrativa dos sucessivos infortúnios de Nicolau Manuel – que é também a história de Portugal sob a ditadura, com os seus enganos, perseguições e injustiças – com a de um adolescente que mantém um diário com numerosas passagens rasuradas como instrumento de luta contra o mundo -, Deixem Falar as Pedras é um romance maduro e fascinante sobre a transmissão das memórias de geração em geração, nunca isenta de cortes e acrescentos que fazem da verdade não o que aconteceu, mas o que recordamos.

Uma leitura fascinante

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

O nosso mundo está repleto de fenómenos curiosos

Plano Nacional de LeituraLivro recomendado para o 10º, 11º e 12º anos de escolaridade, destinado a leitura autónoma.

Quem nunca se interrogou sobre os mistérios das nossas origens, sobre a variedade da vida no nosso planeta, a sua perpetuação em condições que nos parecem extremas e a aparente lógica que preside às inter-relações das espécies na natureza? O nosso mundo está repleto de fenómenos curiosos e extraordinários associados à reprodução e ao desenvolvimento do milagre da vida, e este livro dá-nos a oportunidade de conhecer alguns deles. Sem descurar o rigor científico, mas numa linguagem acessível, clara e com sentido de humor, ficamos a par de questões tão variadas como porque não devemos abusar do recurso aos antibióticos, as consequências da consanguinidade que assombraram as famílias reais europeias ao longo dos séculos, que acontecerá às diferentes espécies do planeta se a camada do ozono continuar a diminuir ou por que motivo o leão deveria ser destronado enquanto rei dos animais. Uma obra que procura esclarecer as dúvidas sobre um tema ainda frequentemente envolto em preconceitos, de uma forma lúcida, didáctica e repleta de sensibilidade.
A Maravilhosa Aventura da Vida de Clara Pinto Correia

Críticas de imprensa
«Uma exposição viva, clara, divertida até, sobre a origem da vida, sobre as leis impiedosas da evolução. É um bom livro de divulgação científica, acessível aos “menos” cientificamente preparados. [...] Recomenda-se rapidamente»
Maria da Conceição Caleiro, Público


É o mais recente romance de Nora Roberts

Na pequena cidade de Innocence, no Mississípi, os dias são compridos, as noites perfumadas e os segredos difíceis de preservar. Mas quando um assassino brutal ceifa as vidas das mulheres mais bonitas do local, amigos e vizinhos são obrigados a perguntar-se se se trata de um estranho à espreita no pântano... ou de alguém mesmo ali ao lado.
Esgotada por uma carreira frenética como violinista, Caroline Waverly chega a Innocence na esperança de que a casa da sua falecida avó lhe providencie a tranquilidade de que tanto precisa. Mas Innocence tem algo mais para lhe oferecer: o bonito e encantador Tucker Longstreet. Tucker é conhecido pelos seus romances curtos e superficiais. Mas quando vê Caroline sente que ela é diferente de todas as mulheres que conheceu. A reservada violinista também sente uma excitação inesperada ao pé dele, mas quando descobre a terceira vítima nas águas pantanosas por trás da sua casa e Tucker é considerado o principal suspeito, o seu caso de Verão pode transformar-se num caso de… vida ou morte.

História da Filosofia sem medo nem pavor

Sinopse (da editora): Ao ouvir falar de Filosofia, muitas pessoas assustam-se, e algumas começam logo a tremer: a Filosofia? O que é isso? De certeza que não é para mim! Estão errados, porque as perguntas básicas da Filosofia todos as fizemos alguma vez: tratam da morte, da verdade, da justiça, da natureza, do tempo… Fazer filosofia não é senão reflectir sobre a nossa humanidade. Mas… quem foram os grandes filósofos? Pessoas como nós, inquietas ao longo dos séculos pelas mesmas coisas que nos incomodam agora. A sua História é um relato de aventuras racionais, de genialidade e inteligência, onde não faltam perseguições, calabouços, martírios e também descobertas surpreendentes. Este livro pretende apenas contar com simplicidade e não com pedantismo, para que, quem leia, desfrute sem medo nem pavor da sua emoção intelectual… e possa continuar a pensar por si próprio.

Autor: Fernando Savater é filósofo, ensaísta e escritor. Dedicou grande parte da sua vida a ensinar nas mais prestigiadas universidades, tentando sempre cultivar o gosto dos mais jovens pela Filosofia. Os seus livros foram escritos com o objectivo de que todos, dos adolescentes aos mais crescidos, percam o medo e enfrentem as questões filosóficas. E não é que conseguiu?

Uma ajuda preciosa para os mais novos!

Quem Mexeu no meu Queijo?
É isso que Fungadela, Correria, Pigarro e Gaguinho querem saber.
Os quatro amiguinhos vivem num grande Labirinto e todas as manhãs percorrem-no em busca daquilo que os faz felizes: o Queijo Mágico! Um dia encontram uma enorme quantidade de Queijo. É tanto que parece que vai durar para sempre. Contudo, certa manhã, descobrem que o Queijo desapareceu e é então que tudo muda. Quem mexeu no queijo? Será que ele vai voltar? Ou será que os quatro amigos terão de se aventurar mais uma vez pelo Labirinto para encontrar mais Queijo?
Agora os jovens leitores também podem desfrutar da história do best-seller Quem Mexeu no Meu Queijo? e aprender, de uma forma muito divertida, como lidar com a mudança.
Quem Mexeu no Meu Queijo? Para Crianças de Spencer Johnson

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Impossivel não partilhar!

"A Questão Finkler" e "Hotel Majestic" no Diário Câmara Clara, da RTP2

Promete ser um caso sério!


 Vencedor do Man Booker Prize 2010
No panorama literário português, o dia 24 de março ficou marcado pela publicação, por parte da Porto Editora, do livro vencedor do Man Booker Prize 2010: A Questão Finkler, de Howard Jacobson.
Divertido, furioso, implacável, este extraordinário romance apresenta aos portugueses um dos mais brilhantes escritores da atualidade.
A Questão Finkler, de Howard Jacobson, com tradução de Alcinda Marinho e capa de Alex Gozblau, é o terceiro de quatro livros ligados ao Man Booker Prize – um dos mais prestigiados galardões literários – que a Porto Editora publica em 2011, depois de Transgressão, de Rose Tremain, e Hotel Majestic, de G. J. Farrell. Room, de Emma Donoghue, será o próximo.

Sobre a obra:
Julian Treslove está em plena crise de identidade. Ele não tem uma opinião muito concreta sobre a circuncisão, o conflito entre Israel e a Palestina, ou os monumentos ao Holocausto - na verdade, sobre todo e qualquer aspeto da cultura judaica dos nossos dias. Mas o verdadeiro problema com a identidade de Julian é não ser judeu - não que esse pequeno pormenor o impeça de viver obcecado com o judaísmo.
No início do livro Julian, de 49 anos, acaba de sair de um jantar com o seu colega dos tempos de escola Sam Finkler e do antigo professor de ambos, Libor Sevcik. Sam e Libor, ambos judeus, perderam recentemente as suas esposas. O passado de Julian com as mulheres é um pouco diferente: nunca se casou e tem dois filhos adultos que sempre ignorou. No meio dos seus devaneios, enquanto regressa a casa, acaba por ser assaltado por uma mulher que, ao partir, lhe chama Judeu - ou pelo menos foi isso que lhe pareceu ouvir. A partir desse momento, o seu sentido de identidade começará a transformar-se radicalmente.

Sobre autor:
Howard Jacobson (Manchester, 1945) é um escritor britânico de origem judaica. Considerado pela crítica como “o Philip Roth inglês” por os seus romances se centrarem nas relações e comportamentos da sociedade judaica britânica, prefere, de forma irónica, ser conhecido como “Jane Austen judeu”.
Paralelamente à escrita, foi professor de Inglês no Wolverhampton Polytechnic do West Midlands e no Selwyn College, bem como na Universidade de Sidney. Participou igualmente em diversos programas televisivos no canal britânico Channel 4.
A Questão Finkler, vencedor do Man Booker Prize 2010, é o primeiro livro do autor a ser publicado em Portugal.

Imprensa:
Jacobson brilha sobretudo pelo modo como constrói as suas personagens, pelo desconcertante sentido de humor e pela sofisticação do estilo.
José Mário Silva, Expresso

É hilariante, magistral e, embora já tenham colado um rótulo ao senhor – o Philip Roth inglês – parece-me que ele se valerá a si próprio.
Helena Vasconcelos

Apesar do enredo parecer sisudo, Jacobson conduz o romance com espalhafatosa comicidade.
Luís Leal Miranda, jornal i

Exuberantemente cómico.

Oblívio

Entrevista da SIC com Howard Jacobson, autor de "A Questão Finkler"

Por esse mundo acima

“ Ele fazia lista de livros que era importante circular. Livros luminosos que, não sendo lamechas, nos revelavam a vasta matéria dos sentimentos que definem a condição humana” pag.164

Eduardo foi editor e agora vagueia pelos destroços deste mundo desfeito. Procura alimentos, medita sobre todas as coisas que se perderam, na vida que viveu, no carinho dos amigos ausentes. E porque quem procura acaba sempre por encontrar, descobre pistas do passado das pessoas que conheceu, das suas vidas ocultas, das coisas que nunca imaginou porque se calhar nunca olhou para os outros sem ser na correria dos percursos que se cruzam, muitas vezes por acaso. Porque sabemos que nas nossas vidas pouco tempo temos para nós e para os outros, vivemos a pensar no que temos para fazer e no pouco tempo que temos para fazer tudo o que queremos ou nos é imposto. Será preciso uma tragédia para termos tempo para pensar? Para meditar sobre o que perdemos? Será uma lição? Aprender a ter tempo? Aprender a viver verdadeiramente? Concluir que habitamos um planeta super-povoado mas não conhecemos verdadeiramente ninguém?
Nesta fase de desolação Eduardo descobre “O Livro”! Aquele que nunca editou mas que é o melhor de sempre, o que deveria ter chegado a toda a gente.

Uma história sobre a importância redentora dos livros.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Já procuraste na biblioteca o Bando dos Quatro?




Coleção da autoria de João Aguiar promete em cada página aventuras emocionantes!
João Aguiar nasceu em 1943 e faleceu a 3 de junho de 2010.
Licenciado em Jornalismo pela Universidade Livre de Bruxelas, iniciou a sua carreira literária em 1984, com a publicação de um dos seus romances mais emblemáticos: A Voz dos Deuses. Publicou ao todo quinze romances, dois livros de contos, uma obra de não ficção (Lapedo-Uma Criança no Vale) e três séries juvenis: O Bando dos Quatro, Pedro & Companhia e Sebastião e Os Mundos Secretos.
Parte da sua obra está traduzida em Espanha, França, Itália, Alemanha e Bulgária.

sábado, 17 de setembro de 2011

De regresso à escola



Aguardando a visita da Luísa Fortes da Cunha desejamos um ano letivo cheio de BOAS LEITURAS e muito sucesso!
Teremos muitas novidades para partilhar!

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Diário inventado de um menino já crescido

A escola
Todos os dias tenho muitas coisas importantes para fazer na minha escola.

Às vezes, aparecem minhocas ao canto do recreio.
Só de uma vez contei 57! Gosto muito de ir atrás delas e saber o que é que fazem, donde vêm, para onde vão. Ando a escrever uma história sobre minhocas com desenhos e tudo.
O André, que é o meu maior amigo e está ao meu lado na sala de aula, gosta mais de grilos. Eu cá gosto é de minhocas. Também gosto de elefantes e girafas, mas a minha escola é pequenina. Só dá para meninos e minhocas e contas de somar e lápis de cor e livros e outras coisas assim.

Todos nós vivemos acontecimentos extraordinários, conhecemos pessoas especiais, presenciamos momentos irrepetíveis.
O problema é que, quando começamos a crescer, começamos também a esquecer muitos desses acontecimentos, dessas pessoas, desses momentos.
É para isso que servem os Diários. Para guardar a nossa memória.
Um dia, resolvi chamar o menino que já fui à escrita e pedi-lhe para escrever algumas coisas de que ainda se lembra: os colegas, a avó, o pai, as múltiplas e, por vezes, contraditórias aprendizagens de que é feito o nosso crescimento.
E assim nasceu este Diário que é um bocadinho verdadeiro e um bocadinho inventado e que foi escrito pelo menino já crescido que sou.
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 5º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma e leitura com apoio do professor ou dos pais. 

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Vale a pena visitar

Um sitio onde encontramos muitos livros e muito mais! A biblioteca digital das crianças!



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