sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Original e admiravelmente bem escrito


Músico e tradutor de 33 anos, Lucas trocou uma existência nómada pelo Bairro Gótico de Barcelona, mas a sua vida é subitamente abalada por uma série de incidentes estranhos e que parecem não ter qualquer relação entre si. Intrigado com as instruções cifradas num postal ilustrado anónimo, vê-se empurrado para um caso amoroso com a sofisticada Nuria, mas quando tudo parece atingir a perfeição, a sua vida começa a desmoronar-se. Depois de ter conhecido o Povo dos Telhados, os acontecimentos desenrolam-se descontroladamente. Lucas é raptado por uma seita de mártires cátaros do século XIII que reencarnaram no século XX. De regresso ao submundo da cidade, uma panóplia de comedores de fogo, amigos meios loucos e desiludidos com a vida acompanha Lucas enquanto ele vai deslizando para um niilismo de droga e álcool. O protagonista, uma versão moderna do eremita medieval, é submetido a um longo período de sofrimento até experimentar o seu momento de epifania.
Cor de Burro quando Foge
Críticas de imprensa

"(...) original e admiravelmente bem escrito (...)"
João Morales, Agosto 2007
«Um livro excelente. Escrito com inteligência, é sombrio e divertido. Richard Gwyn entrelaçou um grupo variado de personagens, atribuindo a cada uma delas uma posição no palco e oferecendo ao leitor um lugar na primeira fila da plateia.»
The Scotsman
«A história de amor, o humor negro, o sinistro elemento de thriller, a evocação da fantástica beleza de Barcelona e as personagens vívidas e tragicómicas - tudo gira, até parar suavemente no final. A escrita é sempre viva e económica... comovente e eloquente.»
Norman Schwenk.
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